sexta-feira, 29 de abril de 2011

Abertura

Após um dia relativamente firme, os mercados vão operando de forma cautelosa: no Japão, mais um feriado; na Europa (Stoxx50) e nos Estados Unidos (futuro do S&P500), os índices vão ganhando cerca de 0,2%, até o momento. As moedas e as comodities vão mantendo seus preços de ontem, o dólar ainda fraco. Por aqui, a Bovespa seguiu em baixa, ainda divergindo dos mercados externos, com volume acima da média e pequeno saldo vendedor das corretoras internacionais (- R$ 12 MM), que estiveram bem ativas. No aluguel de ações, os saldos subiram, exceto os de Vale5. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de – 52 para -61 mil contratos, um aumento relevante. A posição vendida dos não residentes no futuro de dólar passou de – 227 mil para -182 mil contratos, apesar da fraqueza da moeda no mercado internacional. No pré pregão, o futuro junho opera em baixa de 0,3%.

5 comentários:

  1. Se as cifras fossem índicios realmente confiáveis, a sugestão seria de que os estrangeiros estariam se protegendo de queda na Bolsa e de saída de recursos do Brasil, pressionando o dólar.

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  2. Ou será que os estrangeiros estão "forçando" essa queda da bolsa. Já que estão vendidos nos futuros e não parece ser posição de hedge. Wall Street e Bovespa parecem ser dois mundos diferentes

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  3. O saldo do mês não é muito vendedor para os estrangeiros, comparado ao passado recente.

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  4. Só sei que é por essas e outras que o brasileiro médio tem pavor da bolsa.
    Num primeiro momento, em 2008, parecia que a crise tinha sido aqui dentro.
    Depois, quase um ano e meio de marasmo após uma recuperação quase tão louca quanto a queda inicial. De lá para cá, a inflação e até a caderneta de poupança estão dando "banho" em rentabilidade.
    Só ganha mesmo quem acompanha de perto o dia-a-dia, e mesmo assim, suando muito.

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  5. Na verdade, Bolsa é para prazos longos, onde o seu ganho comparado com alternativas, é imbatível. A renda fixa no Brasil, por exemplo, perde sempre para a inflação e não proporciona chance de recuperação, como a Bolsa.

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