sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Futuro do Ibovespa (sem after market)
O índice abriu com pequeno de baixa, marcou novo mínimo, mas a partir do início da tarde repicou com alguma intensidade, terminando acima da média móvel de 21 barras, que vinha opondo resistência. O volume foi de 69 mil cts e os indicadores terminaram em alta, acima de suas médias móveis.
Corretoras internacionais (final do dia)
Hohe, saldos equilibrados: os compradores somaram +R$ 200 MM (UBS +132) e os vendedores chegaram a -R$ 233 MM (Morgan Stanley -88), deixando um saldo vendedor de -R$ 33 MM.
Abertura
Bastante nervosos, os mercados que haviam repicado ontem, voltam a se acomodar, sob diversos pretextos, mas basicamente com ou amento das operações de curtíssimo prazo: no Japão, o Nikkei225 perdeu 0,61%, na Europa, o Stoxx50 cede 1% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 está caindo 0,5%, até o momento. O dólar está mais firme entre as moedas e nas comodities, o destaque são quedas nos metais preciosos e industriais. Entre nós, o Ibovespa fechou em baixa, com o volume abaixo da média de dezembro e grande saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, novamente os saldos subiram, exceto o de PETR4. A posição comprada dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de +281 mil para +271 mil contratos. A posição comprada dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de 39 mil para 37 mil contratos. No pré pregão, o futuro Fevereiro abriu com baixa de 0,6%.
