terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Futuro do Ibovespa (sem after market)
O índice Fevereiro abriu em queda, mas logo seguiu a sinalização dos indicadores, repicando gradualmente até o final. O volume foi de apenas 50 mil cts e os indicadores seguem firmes acima de suas médias móveis.
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 403 MM (Morgan Stanley +314) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 910 MM (Goldman Sachs -580, vendendo variado), deixando um grande saldo vendedor de -R$ 507 MM.
Abertura
Prossegue a derrubada nos preços do petróleo, provocando forte baixa na Ásia (no Japão, Nikkei225 – 3,02%) e uma busca generalizada de refúgio em renda fixa (juros no Open Market desabam de 2,20% a.a. na sexta-feira para 2% a.a. hoje, para os bonds de 10 anos), fortalecendo ainda mais o dólar e os metais preciosos. Na Europa, o Stoxx50 perde 0,2% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 cede 0,1%, até agora. Entre nós, o Ibovespa fechou em nova baixa forte, com volume abaixo da média de dezembro e saldo vendedor das corretoras internacionais. A posição comprada dos investidores não residentes no futuro do dólar passou de +182 mil para +190 mil contratos. A posição comprada dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de +105 mil para +101 mil contratos. No aluguel de ações de Petrobrás e Vale, todo os saldos aumentaram. No pré pregão, o futuro Fevereiro opera em baixa de 0,9%.
