segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Abertura
De modo geral, os mercados reagiram bem ao fortalecimento do dólar, que ajudou a desinflar um pouco a maioria das comodities, objeto de forte especulação recente: no Japão, o Nikkei225 subiu 1,99%, na Europa, as blue chips vão ganhando 1% e nos Estados Unidos, depois de alta espetacular dos índices na sexta-feira os futuros vão operando em consolidação, subindo cerca de 0,2%. Petróleo e metais estão com pequeno repique de alta, apesar do dólar continuar firme entre as moedas. Por aqui, o volume continua muito fraco e o mercado andou estável na sexta-feira até as duas horas finais, quando uma venda de cerca de R$ 300 MM por parte de uma única corretora internacional acabou provocando baixa no fechamento. No pré-pregão de hoje, o Fut.Agosto vai subindo perto de 1,2% com poucos negócios. O volume continua muito fraco, parece que a manobra baixista perdeu substância, mas vendedores e compradores (que absorveram a grande desova dos últimos meses) demonstram estar com poucas reservas. De noite, sairá o resultado trimestral da Petrobrás, em meio a matérias confusas na mídia sobre o que pretende fazer o Governo quanto à futura exploração do pré-sal que, de qualquer forma, não poderá atingir os direitos adquiridos da empresa, o que é pouco mencionado nessas matérias.
Olá Ghitnick
ResponderExcluirNão compreendi perfeitamente como a valorização do dólar diminui a pressão sobre o preço das comodities. Agradeço se comentar um pouco mais sobre o assunto.
Abraço
Em geral, afora outros fatores, a cotação das comodities é ajustada para mais quando o dólar cai de valor perante outras moedas ou é ajustada para menos quando o dólar se valoriza.
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