quarta-feira, 2 de junho de 2010
Abertura
Ainda instáveis entre otimismo e pessimismo, os mercados prosseguem oscilando bastante: ontem, um mal estar inicial chegou a ser recuperado nos Estados Unidos, mas no fechamento por lá as cotações enfraqueceram; hoje, o futuro do S&P500 vai ganhando 0,5%. Na Europa, não houve um repique firme ontem e hoje, o Stoxx50 começou bem fraco e melhorou ligeiramente, mas está ainda perdendo cerca de 1,1%. No Japão, mais uma renúncia de um primeiro-ministro derrubou as cotações e a moeda, o Nikkei225 perdeu 1,12%. As comodities estão um pouco mais fracas. Por aqui, a Bovespa enfrentou uma pesada venda das corretoras internacionais –R$ 439 MM, num possível arrependimento das travessuras do leilão final da véspera...) e teve uma baixa relevante, com volume médio. O aluguel de ações seguiu mais ou menos na mesma. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -6 para -9 mil contratos. A posição comprada dos mesmos investidores no dólar futuro subiu de +60 para + 96 mil contratos. No pré-pregão, o Fut. Junho opera em baixa de 0,4% e o volume é de 4,5 mil contratos.
Jayme.. bom dia !!
ResponderExcluirEm relação à BP e aquele vazamento lá no Golfo do México: além de já estarem dizerem por aí que a percepção do risco da atividade-fim aumentou o que poderá aumentar "os custos" de prospecção etc e tal, fundos de pensão da Inglaterra (e seus pensionistas) já estão perdendo BIlhões com a queda do preço das ações da BP no mercado o que mostra de certa maneira a "fragilidade" da situação toda...
Vc vê isso refletido nos preços das ações das petrolíferas no geral, e na PETR em particular daqui para frente ?
Creio que a queda da BP é natural e a extensão a outras, em proporção adequada aos riscos, também é natural.
ResponderExcluirCaro Jayme
ResponderExcluirParece que nem as corretoras internacionais sabem o que querem. A situação está tão confusa que medo e ambição estão se misturando sem que se possa, em um prazo curto, estabelecer o que vai acontecer com o mercado.
Tanto é que as própias citadas corretoras mudam de opinião de um dia para outro.
O mercado sempre foi assim, o que mudou foi a frequencia e a intensidade das operações. Alem do que, o curto prazo é aleatório mesmo.
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