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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Corrretoras internacionais, final do dia

Saldos modestos num dia de também pouco movimento geral, predominando os vendedores com - R$ 166 MM (Credit Suisse -65, Hedging-Griffo - 57), já que os compradores somaram apenas + R$ 64 MM (Pactual + 42), ficando um saldo vendedor de - R$ 102 MM e o mês possivelmente com cerca de - R$ 700 MM.

Fechamento (futuro)


Com alguma volatilidade, o índice negociou 56 mil contratos e teve novo dia de acomodação; mesmo assim, e não obstante o enfraquecimento das horas finais, manteve-se ainda acima da MM de 200 barras. Os indicadores estiveram fracos também, mas nem tanto assim, mantendo o mercado indefinido.

Abertura

Concluindo uma semana irregular e de oscilações fortes, com as quedas de ontem, os mercados estão nervosos, aguardando a confirmação de uma grande queda para o PIB americano do quarto trimestre (em torno de -5%), a ser divulgada daqui a pouco. No Japão, o Nikkei225 perdeu 3,12%, com a previsão de nova diminuição importante na produção industrial; na Europa, os índices começaram repicando, mas agora o Stoxx50 opera com perda de 0,55% enquanto que os futuros americanos vão cedendo em torno de 0,4%. Os juros subiram muito no open market e o dólar se valorizou entre as moedas, o que não está impedindo alta no ouro e no petróleo, até agora. Por aqui, com volume mais baixo, a Bovespa teve uma acomodação prevista, mas a compra de algumas corretoras estrangeiras, que andam revertendo sua atitude costumeiramente vendedora, segurou as blue chips e os índices locais acabaram se mostrando mais firmes do que os americanos... No pré-pregão de hoje, o Fut. Fevereiro está caindo em torno de 1%, com 2.500 contratos negociados.

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