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terça-feira, 4 de março de 2008
Abertura
Em todo o mundo, os mercados de ações vão corrigindo um pouco dos ganhos que a maioria teve em fevereiro, ainda influenciados por perdas das instituições financeiras e por resultados negativos de algumas grandes companhias, especialmente no mundo ocidental. Além disso, a nova queda dos juros americanos no mercado aberto mexe com moedas e comodities, impedindo que o quadro geral forme um panorama coerente. No Japão, o mercado sossegou um pouco (Nikkei225 + 0,1%), mas na Europa (Stoxx50 – 1%) e nos Estados Unidos (queda ontem, com repique no final e futuros em baixa de 0,8% hoje), as Bolsas ainda estão pessimistas. Por aqui, a Bovespa operou com boa alta ontem, com volume um pouco menor, especialmente considerando a derrubada promovida em Petrobrás e Vale. Nitidamente especulativa, pois os principais operadores estiveram no giro, comprando e vendendo lotes parecidos... No pré-pregão, o Fut. Abril vai perdendo pouco mais de 0,8%, com poucos negócios até agora. A Petrobrás divulgou resultados dentro do esperado, ainda que muita gente confunda as cifras consolidadas com as da controladora. O relatório da Diretoria é bem mais otimista em relação às descobertas recentes e anunciou um desdobramento para o fim do mês (uma ação vira duas) e esses dois pontos devem influir positivamente no medio prazo.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Corretoras internacionais, às 15:30 h
Abertura
A grande queda nos juros americanos no mercado aberto, segue enfraquecendo o dólar entre as moedas, o que está sendo compensado por alta na maioria das comodities. Hoje foi um dia de forte alta do yen frente ao dólar, gerando uma forte baixa em Tokio: o Nikkei225 perdeu 4,49%. Na Europa, o efeito é o mesmo, menos pronunciado: o Stoxx50 das blue chips está recuando perto de 1,6%. Nos Estados Unidos, a semana terminou com um pregão muito fraco, mas hoje os futuros vão operando com quedas modestas, em torno de 0,3%. Por aqui, a Bovespa completou acabou interrompendo sua longa série de altas com um forte recuo, acompanhando desta vez o pessimismo geral das Bolsas. No pré-pregão, o Fut. Abril teve poucos negócios até agora e apresenta leve baixa de 0,2%. De noite, a Petrobrás deve divulgar seus resultados do quarto trimestre, que se espera seja o melhor do ano, que esteve um pouco abaixo de 2006 até setembro, por motivos pontuais, especialmente a relação cambial.
domingo, 2 de março de 2008
sábado, 1 de março de 2008
Verdades e Mentiras da Bolsa
Já está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa a Edição 380 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:
"Resultados de Vale e Petrobrás", sobre os acontecimentos da semana;
"PETR4 e VALE5 no semanal", na seção de análise técnica.
Está de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria.
Ainda os boatos, verdades e mentiras e os destaques da semana (Gafisa on, Natura on e All América Lat units).
"Resultados de Vale e Petrobrás", sobre os acontecimentos da semana;
"PETR4 e VALE5 no semanal", na seção de análise técnica.
Está de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria.
Ainda os boatos, verdades e mentiras e os destaques da semana (Gafisa on, Natura on e All América Lat units).
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Abertura
Depois de algumas semanas numa alta incompreensível para a conjuntura atual, os juros cederam bastante no mercado aberto americano (10 anos: 3,59 a.a. vindo de mais de 3,80% a.a.) e com isso, enfraqueceram mais o dólar e inflaram as comodities. Um primeiro efeito está sendo o enfraquecimento acelerado do setor exportador na Ásia (Nikkei225 – 2,32%) e na Europa (Stoxx50 – 1,51% até agora). Nos Estados Unidos, onde o efeito deveria ser proporcionalmente menor, os índices andavam mais firmes, mas estiveram sob realização de lucros ontem e os futuros prosseguem assim hoje, perdendo cerca de 0,8% até o momento. Por aqui, a Bovespa completou ontem uma sétima alta consecutiva, por escassa margem, deixando patente a firmeza de sua primária de alta, cada vez mais apropriada aos fundamentos da economia. Naturalmente, num dia de algum pessimismo e depois de tantas altas, a abertura está sendo em baixa, com o Fut. Abril perdendo no pré-pregão cerca de 1,7% por enquanto, com volume alto. A Vale confirmou as expectativas de um último trimestre semelhante ao terceiro (foi levemente inferior), completando mais um ano de crescimento expressivo em receitas e lucros, mantendo rentabilidade superior à dos grandes bancos (p/l 12 sobre o apurado).
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