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segunda-feira, 10 de março de 2008

Corretoras internacionais, às 14:50 hs



Forte pressão de vendas, puxada por Credit Suisse e Morgan Stanley.

Abertura

Embora nada de novo tenha ocorrido no fim de semana, amainou a surpreendente decepção dos mercados com a perda de empregos nos Estados Unidos, na sexta-feira (apesar de todos alegarem acreditar na existência de uma recessão, “esperavam” que houvesse aumento de empregos...). No Japão, a repercussão ainda foi naquele clima (Nikkei225 – 1,96%), mas na Europa e nos futuros americanos os mercados operam em torno da estabilidade ou com levíssimas altas, até agora. Os juros ainda estão caindo no mercado aberto, mas até o dólar reagiu um pouco. Por aqui, a Bovespa voltou a ter um dia fraco, melhorando um pouco no final, mas a abertura de hoje está ainda mostrando baixa no pré-pregão para o Fut. Abril (- 0,7%) também, com volume muito pequeno. As corretoras internacionais andam mais estranhas do que de hábito e têm dado a impressão de que estão sendo pressionadas, outra vez, a fazer caixa apressadamente, possivelmente por aumento nos pedidos de resgates dos Fundos que administram, recheados de ilíquidos papéis de lançamentos.

sábado, 8 de março de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Já está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 381 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"Esquemas artificiais não se sustentam", sobre os acontecimentos da semana;
"Ibovespa histórico (pelo IGP-M)", na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Ainda os boatos, verdades e mentiras e os destaques da semana (BTW Varejo on, Sadia S.A. pn e Gol pn).

sexta-feira, 7 de março de 2008

Corretoras internacionais, às 15:05 h



Saldo vendedor, totais moderados.

Abertura

Ontem foi mais um dia de pessimismo nos mercados globais, com as Bolsas mais fracas, também o dólar e as comodities em alta. Hoje, a Ásia seguiu nesse clima, terminando mal uma semana ruim (Nikkei225 – 3,27%), a Europa ainda mostra as blue chips em baixa de 0,7% (Stoxx50), mas nos Estados Unidos os juros estão revertendo um repique de alta no mercado aberto e cedendo bastante, mantendo o dólar bem baixa e as comodities em alta. A diferença é que, pelo menos até agora, os futuros mostram um mercado mais comprador para as ações, subindo em torno de 0,3% até agora. Por aqui, a Bovespa teve um dia fraco também, com uma intensa troca de posições entre as corretoras internacionais, que terminou com um saldo vendedor líquido recorde de cerca de R$ 500 milhões, num dia de volume geral até mais fraco. No pré-pregão, o Fut.Abril (que vem operando com spread muito alto) está bastante movimentado, com forte pressão vendedora de duas corretoras , perdendo cerca de 1,4% até agora e oscilando nervosamente. Saíram resultados mais fracos da Cemig (p/l 9) e de Lojas Americanas (p/l 114...é isso mesmo!).

quinta-feira, 6 de março de 2008

Corretoras internacionais, às 15:25 h



Grande pressão de venda, basicamente de Credit Suisse (PETR4, PETR3, VALE3).

Abertura

Os juros americanos continuam subindo no mercado aberto, mas o dólar volta a enfraquecer entre as moedas, exacerbando a alta generalizada das comodities, com o petróleo alcançando US$ 105 (WTI) e o ouro beirando os US$ 1.000. Percebendo novas quedas nos juros americanos para o curto prazo, o mercado parece estar correndo a se proteger com as comodities, já que a demanda global ainda não deu sinais de enfraquecer. São especulações de prazo curto, mas a tendência no momento é essa mesmo. No Japão, como em outras praças asiáticas, houve um forte repique técnico (Nikkei225 + 1,88%), mas na Europa, as blue chips do Stoxx50 perdem cerca de 0,7% até o momento, enquanto que nos Estados Unidos, os futuros recuam em torno de 0,5% até agora, depois de um dia fraco, com nova recuperação nervosa na hora final. Por aqui, a Bovespa segue bastante firme, se considerado o quadro global, com as corretoras internacionais se revezando em giros intraday ou de um dia para o outro, num mercado que está bem perto de seus topos recentes. No pré-pregão, o Fut.Abril perde em torno de 0,8% com poucos negócios, mas vem mantendo neste ano, um spread maior em relação ao à vista, em mais um sinal de pouco apetite para apostas na baixa de mais longo prazo (juntamente com a diminuição dos saldos em aberto, o mesmo que acontece com as opções e ainda com o saldo de ações alugadas).

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