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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Siderúrgicas


Vítimas do conto de que "as comodities estão caindo" (se os insumos delas caírem, melhor...), com vendas e preços finais em ascensão, testam um suporte de longo canal de alta, como no começo do ano e de novo com mercados sobrevendidos.

Corretoras internacionais, 13:59 h

Num dia de movimento novamente fraco, poucos compradores (total R$ 40 MM, Brascan +21)e diversos vendedores moderados(total R$ 163MM, Merrill Lynch - 47 e ainda passou aquelas diretas no começo). Saldo vendedor líquido de R$ 123 MM.

Alerta para o volume

O volume está alto, projetando R$ 12 bi para o dia, mas é que a Merrill Lynch deu diretas no valor de R$ 600 MM até agora, para uma extensa lista de ações.

Abertura

O petróleo e os metais não ferrosos continuam flutuando para baixo, por nenhum motivo especial: apenas uma correção pela alta especulativa que andou puxando estes mercados. Com isso, as ações melhoram em todo o mundo: no Japão, o Nikkei225 ainda fechou em leve baixa de 0,14%, mas recuperando uma baixa inicial maior, enquanto que na Europa, as blue chips apresentam forte alta de 1,9% (Stoxx50) e os futuros americanos vão ganhando em torno de 0,7%. Tudo o que se alegou ontem como motivo para as baixas moderadas que ocorreram, desapareceu do noticiário: a preocupação com a economia, com o setor financeiro etc. Por aqui, ontem foi 8um dia de pânico, sendo que desta vez não se pode atribuir às corretoras internacionais a responsabilidade pelas vendas(será que os investidores estrangeiros tenham passado ordens para as corretoras nacionais, que lideraram a desova ?), mais provavelmente devida aos grandes resgates de início do mês (talvez a “capitulação”...). Não houve lógica nem padrão, apenas pânico e volume baixo. Como o Bradesco, o Itaubanco apresentou resultado trimestral levemente inferior ao do primeiro trimestre (p/l 11). No pré-pregão, o Fut. Agosto vai operando em estabilidade, depois de abrir com alta de 0,5% e tem volume regular, indefinido ainda.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Fechamento (futuro)


O índice desabou da abertura até o meio da tarde, quando tentou um pequeno repique, logo desfeito. Nem houve tanta venda de estrangeiros hoje, nem quedas enormes lá fora, parece que afinal o público local é que "capitulou" e vendeu a qualquer preço ou fez resgates que provocaram isso. De qualquer maneira, os indicadores sinalizaram repique para amanhã, o que pode parecer impossível, mas as médias móveis foram superadas a partir de valores baixos.

Corretoras internacionais 16:10 h

O volume projetado anda na casa do R$ 4,2 BB e a atividade das corretoras internacionais está bem moderada: Vendas líquidas R$ 202 MM (Credit -95, Morgan Stanley - 69) e compras líquidas de R$ 99 MM (Hedging Griffo + 49), saldo geral vendedor de - R$ 103 MM. Os nacionais é que estão vendendo muito, ao que se sabe por pressão de resgates de início do mês.

Abertura

A semana está começando com os mercados ainda preocupados com o setor financeiro, ainda que de forma mais moderada. Mesmo assim, no Japão o Nikkei225 recuou 1,23%. Na Europa, as blue chips perdem 0,3% (Stoxx50) e os futuros americanos estão com leves baixas perto de 0,2%, até agora. O dólar segue um pouco mais firme entre as moedas, apesar da queda dos juros no open market. Por aqui, a semana terminou com forte baixa, provocada pelo giro de duas corretoras internacionais, em cima dos principais papéis, num dia de movimento muito pequeno. Não há notícias para pretexto, as explicações que aparecem são apenas palpites sobre qual seria a motivação das vendas (sempre buscada em acontecimentos externos) que a mídia, não se sabe porque, insiste em não classificar como manobras baixistas... No pré-pregão, o Fut. Agosto vai perdendo cerca de 0,5% com escassos negócios, podendo aparecer alguma melhoria ainda hoje, a julgar pelos indicadores intraday. O Bradesco apresentou um lucro trimestral de R$ 2,002 BB levemente inferior ao resulta publicado do trimestre anterior, mas superior se ajustados alguns eventos extraordinários (p/l 11). A Vale anunciou a encomenda de doze grandes navios graneleiros, os maiores do mundo, num imenso investimento de US$ 1,6 bilhões, aumentando sua economia de escala no comércio com a Ásia.

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