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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Fechamento (futuro)


Com os acontecimentos nos Estados Unidos, o índice acabou abrindo com gap para baixo, passando a operar de lado logo depois e mostrando recuperação na hora final, sem cobroir o gap, com volume de cerca de 65 mil contratos. Isso melhorou a posição final dos indicadores, mas a situação segue indefinida.

Corretoras internacionais, às 16:15h

Dois grandes vendedores no total até agora de - R$ 547 MM (Morgan Stanley - 265 e Credit Suisse - 179) e poucos compradores com + R$ 39 MM, o saldo vendedor sendo de - R$ 508 MM.

Abertura

Com a continuação da farsa política em torno do Plano Bush, envolvendo especialmente a corrida presidencial, ainda serão apresentada algumas cenas antes da decisão final, que todos sabem qual vai ser...Nesse ínterim, forçado por um a já longa corrida de depositantes, a maior crédito imobiliário americana (Washington Mutual) sofreu intervenção e foi logo vendida para o J.P.Morgan, que vai se tornando o beneficiado pela crise, já tendo adquirido o Bear Stearns. Com isso, a especulação tenta criar mais um degrau de intranqüilidade, por mais que seja difícil imaginar o que levaria as pessoas a vender na véspera de um fim de semana que deve trazer a solução...As baixas são generalizadas: 0,94% no Nikkei225, 1,7% no Stoxx50 europeu e cerca de 1,8% nos futuros americanos. Entre as comodities e as mercadorias, nenhum movimento relevante. Por aqui, a Bovespa repicou ontem com muita força, ainda que com volume apenas regular, mesmo com pesadas vendas das corretoras internacionais. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Outubro já está com queda de 3% e volume alto, com a turma de sempre tentando provocar pânico e aproveitar ...

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Fechamento (futuro)



Com cerca de 80 mil contratos negociados, o índice abriu com pequeno gap de alta e subiu até o final, quase sem pausa, com praticamente todo o movimento sendo feito acima da média móvel de 21 barras. Os indicadores também estiveram acima de suas médias móveis, mas o DCCI recuou um pouco no final. Mesmo assim, a sinalização é de mais alta amanhã, com eventuais ajustes intraday.

Corretoras internacionais, às 14:02 h

Estão praticamente todas na venda, somando saldos negativos de - R$344 MM (Credit Suisse - 71), com apenas duas com pequenos saldos compradores de + R$ 12 MM, deicxando um saldo vendedor de - R$ 332 MM.

Abertura

Enquanto os políticos americanos encenam para a mídia em torno do Plano Bush, os mercados vão se tranqüilizando quanto aos perigos da conjuntura: na Ásia, alta em várias Bolsas, mas no Japão, o Nikkei225 recuou 0,89% em meio às fofocas sobre a eleição de um novo Primeiro-Ministro. Na Europa, as blue chips sobem perto de 0,8% (Stoxx50) e o mesmo ocorre com os futuros americanos, após um dia nervoso em que os índices principais terminaram em torno da estabilidade. O petróleo recuou mas os metais estão em repique de alta, enquanto que as moedas vão mantendo as cotações de ontem. Por aqui, a Bovespa teve um modesto repique, com movimento menor e poucas oscilações relevantes. Ontem de noite, a Petrobrás confirmou mais uma grande descoberta na região do pré-sal (Júpiter), confirmando a ação de insiders durante o dia, ativos na compra quando o petróleo esteve mais fraco, o que normalmente (e absurdamente...) é motivo para derrubadas na cotação, quando deveria ser ao contrário. No pré-pregão, o Fut. Outubro tem alta expressiva de 2% com enorme movimento. Novas cifras locais sobre inflação e desemprego voltaram a ser melhores do que as expectativas.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Fechamento (futuro)



O índice teve um dia lateral, como a maioria dos mercados globais, aguardando a decisão do Congresso americano sobre o Plano do governo para a crise financeira. O volume foi pequeno, cerca de 60 mil contratos. Não há dúvidas sobre a decisão, mas a cautela vem do espetáculo que os políticos armam ao redor do problema. Os indicadores também ficaram de lado, em torno de suas médias móveis e assim, o mercado segue indefinido.

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