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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Fechamento (futuro)


Afinal, um dia de repique como projetavam os indicadores, que estavam em divergência altista. A alta foi forte, de início ao fim, e o volume foi alto, 134 mil contratos. As linhas de stop móvel foram rompidas e os indicadores subiram, é claro, o DCCI ficando um pouco esticado. Ainda assim, parece haver espaço para ainda mais repique.

Corretoras internacionais, às 15:07 h

Apesar da alta, a maioria ainda tenta a derrubada, o saldo vendedor líquido está em - R$ 215 MM (Merrill Lynch - 92) e o comprador em apenas + R$ 33 MM (Hedging Griffo + 12), o saldo sendo de - R$ 182 MM.

Abertura

Ilustrando ainda mais o estado alucinado em que se encontram os mercados, estão todos repicando fortemente , sem nenhuma novidade especial outra vez: a explicação é que estão reconhecendo os exageros de pânico de ontem...Na verdade, a proibição de vendas a descoberto no Japão, a vigorar entre novembro e março, deve ter assustado os poderosos operadores que vêm derrubando todos os ativos e acelerado uma cobertura relâmpago. No Japão, o Nikkei225 ganhou 6,40%, enquanto que na Europa o Stoxx50 sobe perto de 3% e os futuros americanos cerca de 5%...O euro recuperou-se um pouco, o yen perdeu um pouco e a maioria das comodities está em alta. Por aqui, num pregão de poucos negócios, a queda final nos Estados Unidos provocou um festival de derrubadas no leilão final, com estranhas trocas de lotes numa pirâmide invertida, que as autoridades devem considerar legítimo capitalismo de risco...Hoje, o pré-pregão tem volume regular e o Fut. Dezembro ganha incríveis 7,2%, possivelmente com a turma surpreendida também com a decisão japonesa sobre short selling e recomprando apressadamente, antes que se copie mais essa regra no Brasil...

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Fechamento (futuro)


O gap de baixa inicial foi sendo recuperado gradualmente, em mais um dia de fraco movimento (62 mil contratos), mas na meia-hora final houve novo pânico histérico e o índice seguiu para as mínimas. Os indicadores novamente caíram menos, em mais uma divergência altista, que não tem conseguido ser confirmada.

Corretoras internacionais, às 14:48 h

Num dia de fraco movimento, seguem predominando as vendas, somando até agora - R$ 164 MM líquidos (Credit Suisse - 73, Morgan Stanley -63), enquanto estão magras as compras, em + R$ 48 MM (Pactual + 16), o saldo sendo de - R$ 116 MM.

Bovespa = Comodities ?

É uma besteira repetida infinitamente, mas:

1. Os 20 primeiros papéis em peso no Ibovespa somam 69,715% e pouco tem a ver com comodities (um pouco a Vale com níquel, cobre); aí, aparece a Perdigão, muito depois a Sadia e bem depois ainda a VCP, a Aracruz, a Cosan, a JBS, num total de apenas 3,614% da carteira do índice...

2. Do Boletim da AEB:

"As exportações brasileiras de produtos básicos voltaram a ganhar representatividade, alcançando 37% do valor exportado em setembro de 2008, enquanto a parte correspondente aos manufaturados caiu para 47%."

Abertura

Prossegue a já enfadonha histeria dos mercados globais, ainda que há dias não haja novidade específica nos noticiários: no Japão, o Nikkei225 perdeu 6,35% por conta da atual valorização do yen entre as moedas (motivo de preocupação na reunião do G-7), mas outros mercados asiáticos tiveram perdas substanciais também e suas moedas não têm tido a mesma força. Na Europa, ainda por conta do sistema financeiro, o Stoxx50 das blue chips perde cerca de 5% e começa a reagir nos últimos minutos. Os futuros americanos operavam em alta à noite e depois cederam bastante, também tentando reagir agora, estando com perdas em torno de 2,5%. Por aqui, o movimento e pequeno no pré-pregão e o Fut. Dezembro perde cerca de 2,2%, depois de uma sexta-feira de grande pânico. Bradesco (P/L 7) e Weg (P/L 10) apresentaram resultados trimestrais de total regularidade, sendo que o banco divulgou relatório gerencial minucioso para ressaltar a qualidade de suas contas, especialmente quanto a risco cambial. Talvez os mercados estejam apenas aguardando um pretexto para qualquer para ensaiar um repique, talvez as decisões sobre juros básicos nesta semana, talvez as eleições americanas da semana que vem...

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