Qualidade na Análise Técnica

USO DO BLOG

Minha foto
* imagens: clicar com o lado direito do mouse e abrir em nova aba ou nova página* * comentários por e-mail: jghit@centroin.com.br

sábado, 31 de janeiro de 2009

Verdades e Mentiras da Bolsa

Está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 421 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"Os maus bancos", sobre os acontecimentos da semana;
"Panorama mundial" , na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.

Ainda os destaques da semana (Natura on, Gafisa on e Embraer on).

Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Corrretoras internacionais, final do dia

Saldos modestos num dia de também pouco movimento geral, predominando os vendedores com - R$ 166 MM (Credit Suisse -65, Hedging-Griffo - 57), já que os compradores somaram apenas + R$ 64 MM (Pactual + 42), ficando um saldo vendedor de - R$ 102 MM e o mês possivelmente com cerca de - R$ 700 MM.

Fechamento (futuro)


Com alguma volatilidade, o índice negociou 56 mil contratos e teve novo dia de acomodação; mesmo assim, e não obstante o enfraquecimento das horas finais, manteve-se ainda acima da MM de 200 barras. Os indicadores estiveram fracos também, mas nem tanto assim, mantendo o mercado indefinido.

Abertura

Concluindo uma semana irregular e de oscilações fortes, com as quedas de ontem, os mercados estão nervosos, aguardando a confirmação de uma grande queda para o PIB americano do quarto trimestre (em torno de -5%), a ser divulgada daqui a pouco. No Japão, o Nikkei225 perdeu 3,12%, com a previsão de nova diminuição importante na produção industrial; na Europa, os índices começaram repicando, mas agora o Stoxx50 opera com perda de 0,55% enquanto que os futuros americanos vão cedendo em torno de 0,4%. Os juros subiram muito no open market e o dólar se valorizou entre as moedas, o que não está impedindo alta no ouro e no petróleo, até agora. Por aqui, com volume mais baixo, a Bovespa teve uma acomodação prevista, mas a compra de algumas corretoras estrangeiras, que andam revertendo sua atitude costumeiramente vendedora, segurou as blue chips e os índices locais acabaram se mostrando mais firmes do que os americanos... No pré-pregão de hoje, o Fut. Fevereiro está caindo em torno de 1%, com 2.500 contratos negociados.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Saldos equilibrados hoje, com valores menores em geral: compradores + R$ 106 MM (Credit Suisse + 77) e vendedores - R$ 122 MM (Citi - 28), ficando um pequeno saldo vendedor de - R$ 16 MM.

Fechamento (futuro)


Como previsto, o índice já abriu com pequeno gap para baixo, que tentou cobrir, sem sucesso, inclusive na hora final, com 41 mil contratos negociados. Os indicadores estiveram abaixo de suas médias móveis, com pequena reação no final, para deixar o mercado indefinido.

Abertura

O entusiasmo de ontem quanto a uma solução para os maus ativos do setor financeiro internacional cedeu parcialmente hoje (não no Japão, onde o Nikkei225 ganhou 1,79%), com perspectivas pessimistas aventadas no Fórum em Davos sobre a economia mundial: na Europa, o Stoxx50 vai caindo 1,3% e os futuros americanos perdem cerca de 0,8%, até agora, depois também de um dia muito forte ontem. Os juros voltaram a subir no open market americano, fortalecendo um pouco o dólar, sem maiores efeitos na maioria das comodities. Por aqui, com volume alto, a Bovespa subiu bastante ontem, notando-se enormes recompras das corretoras internacionais que vinham operando na venda até agora (até o dia 26, o saldo dos estrangeiros no mês é vendedor em quase R$ 1 bilhão...). Curiosamente, não se alterou o saldo de ações alugadas e houve grande aumento nas vendas a descoberto de futuros do índice pelos não-residentes. No pré-pregão de hoje, o Fut. Fevereiro está caindo em torno de 1%, com 2 mil contratos negociados.

Arquivo do blog

Counter