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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Fechamento (futuro)


O índice teve recuperação até o meio da tarde e, quando testava a MM de 21 barras, teve brusca desvalorização, de novo melhorando um pouco na hora final (volume geral de 76 mil contratos). Os indicadores estiveram um pouco menos fracos, comparativamente, o que sinaliza mais recuperação para amanhã.

Abertura (adiantada)

A forte baixa nos índices americanos, ontem, deve ser entendida como uma reação nervosa à aprovação do Plano Obama no Senado: uma mistura de “venda no fato”, com decepção depois de sucessivos planos sem um resultado mais palpável e um desencanto de quem esperava milagres, infantilmente. O mercado americano (como outros mercados) tem dessas atitudes exageradas frequentemente, que porisso mesmo não duram muito...Hoje, os futuros estão em alta de 0,4% em média, até agora. No Japão, mais um feriado e na Europa, o Stoxx50 perde moderados 0,6% e assim mesmo, em virtude de novos e grandes prejuízos dos grandes bancos suíços (que dominam a Bovespa...). Por aqui, os estrangeiros foram mais uma vez pegos de surpresa pelos próprios mercados externos, justamente quando vinham comandando o atual repique com grandes compras (apenas no dia 6, foram mais de R$ 900 milhões líquidos comprovando que eles operam também e muito por corretoras nacionais, já que o saldo das internacionais naquele dia foi de R$ 457 MM); o resultado é que foram fortes vendedores ontem e mesmo assim, a Bovespa caiu muito menos do que os índices americanos, comprovando sua atual firmeza. Os aluguéis de ações continuam com saldos altos, quase nada foi coberto, enquanto que no futuro, novamente houve um bom aumento tanto nas posições compradas como nas vendidas (por não residentes). Poderemos ter alguma recuperação hoje, o descolamento está cada vez mais caracterizado.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Corrretoras internacionais, final do dia

Surpreendidos em posição comprada, com a súbita fraqueza do mercado americano, a maioria deste gruipo operou pesadamente na venda, onde os saldos devedores somaram - R$ 515 MM (JPMorgan -230, Morgan Stanley - 82, Hedging Griffo - 78) enquanto os saldos compradores não passavam de +R$ 69 MM (Citi + 37, Merrill Lynch +32), ficando um saldo vendedor alto de -R$ 446 MM.

Fechamento (futuro)


Como se esperava, o índice teve um dia de baixa e grande volume (94 mil contratos), mas caiu muito menos do que o mercado americano, em mais um sinal de óbvio descolamento. Os indicadores cairam bastante e ficaram bem afastados de suas médias móveis, sendo viável um repique já no pregão de amanhã.

Abertura

Ainda na expectativa da aprovação do Plano Obama, os mercados mundiais operam cautelosamente: no Japão, o Nikkei225 perdeu 0,29% enquanto que na Europa, o Stoxx50 das blue chips perde até agora cerca de 0,65%. Nos Estados Unidos, depois de um dia de relativa estabilidade, o futuro do S&P500 vai recuando perto de 0,75%. Entre as moedas e as comodities, poucas alterações e os juros diminuíram um pouco no open market. Por aqui, depois de operar em alta até as 14 horas, a Bovespa teve uma forte acomodação, como sugeriam os indicadores intraday. As corretoras internacionais foram fortemente compradoras à vista (no futuro, aumentaram tanto os saldos comprados como os vendidos...), mas os saldos de aluguéis aumentaram ainda mais e indicam uma já muito forte aposta na baixa, não identificada. No pré-pregão, o Fut. Fevereiro abriu em fraqueza, mas agora apresenta praticamente uma estabilidade, com cerca de 2 mil contratos negociados.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Corrretoras internacionais, final do dia

Mais um pregão de compras líquidas deste grupo, somando os saldos compradores +R$ 335 MM (Credit Suisse + 166, Morgan Stanley + 98, Pactual +41), enquanto que os saldos vendedores chegavam a - R$ 112 MM (Hedging Griffo - 76), ficando um saldo comprador geral de + R$ 223 MM.

Fechamento (futuro)


Como esperado, o índice acabou tendo um dia de acomodação. Entretanto, as compras dos estrangeiros ainda o levaram a uma alta inicial e a novo topo, alcançado na barra das 14 horas, como ocorreu na sexta-feira. No restante do dia, houve o ajuste, com volume total de 56 mil contratos. Os indicadores também subiram e desceram, ficando com a maior parte de suas flutuações abaixo das médias móveis, sugerindo ainda mais acomodação para amanhã.

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