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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Corrretoras internacionais, final do dia
Mais um dia de superioridade dos vendedores (- R$ 201 MM, Pactual - 76, Credit Suisse - 69) sobre os compradores (+R$ 84 MM, Deutsche Bank + 47), ficando um saldo vendedor de - R$ 117 MM.
Fechamento (futuro)
Abertura
Depois de alguma recuperação ontem, os mercados globais voltam a enfraquecer hoje sob o pretexto de que existem dúvidas se o Plano Obama vai dar certo ou que não foram fornecidos detalhes operacionais satisfatórios do mesmo. Ora, o Plano está sendo discutido há tempos no Congresso americano, tanto que foi modificado parcialmente, então é apenas por nervosismo e especulação de curto prazo que apareceu essa “preocupação”...De qualquer maneira, no Japão o Nikkei225 perdeu 3,02% enquanto que na Europa o Stoxx50 vai perdendo 1,30% e o futuro do S&P500 recua 0,94% no momento. Os juros cederam no open market, mas não houve alterações relevantes entre as moedas. O petróleo cedeu bastante (aumento dos estoques americanos) e os metais preciosos seguem em alta, o que não combina com medo de recessão...Por aqui, a Bovespa chegou a um terceiro dia de baixa, na medida em que as corretoras internacionais passaram para a venda, depois de acumularem pouco mais de R$ 2 BB de saldo comprador para os estrangeiros, até o último dia 9. O aluguel de ações subiu mais um pouco, mas os não residentes aumentaram em muito suas compras no índice futuro, há poucos dias do vencimento, mantendo assim sinais confusos sobre sua atuação: parece que estão comprados, venderam um pouco e cobriram estas vendas com compras no índice. No pré-pregão de hoje, com apenas 1.800 contratos negociados até agora, o Fut. Fevereiro vai caindo 1,8%, o que parece bem exagerado.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Corrretoras internacionais, final do dia
Com saldos mais modestos, as vendas ainda predominaram (- R$ 180 MM, Pactual - 56, JPMorgan -40) sobre as compras (+ 51 MM, Merrill Lynch + 33), ficando um saldo vendedor de - R$ 151 MM.
Fechamento (futuro)
Abertura (adiantada)
A forte baixa nos índices americanos, ontem, deve ser entendida como uma reação nervosa à aprovação do Plano Obama no Senado: uma mistura de “venda no fato”, com decepção depois de sucessivos planos sem um resultado mais palpável e um desencanto de quem esperava milagres, infantilmente. O mercado americano (como outros mercados) tem dessas atitudes exageradas frequentemente, que porisso mesmo não duram muito...Hoje, os futuros estão em alta de 0,4% em média, até agora. No Japão, mais um feriado e na Europa, o Stoxx50 perde moderados 0,6% e assim mesmo, em virtude de novos e grandes prejuízos dos grandes bancos suíços (que dominam a Bovespa...). Por aqui, os estrangeiros foram mais uma vez pegos de surpresa pelos próprios mercados externos, justamente quando vinham comandando o atual repique com grandes compras (apenas no dia 6, foram mais de R$ 900 milhões líquidos comprovando que eles operam também e muito por corretoras nacionais, já que o saldo das internacionais naquele dia foi de R$ 457 MM); o resultado é que foram fortes vendedores ontem e mesmo assim, a Bovespa caiu muito menos do que os índices americanos, comprovando sua atual firmeza. Os aluguéis de ações continuam com saldos altos, quase nada foi coberto, enquanto que no futuro, novamente houve um bom aumento tanto nas posições compradas como nas vendidas (por não residentes). Poderemos ter alguma recuperação hoje, o descolamento está cada vez mais caracterizado.
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