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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Abertura
Com os especuladores forçando a mão enquanto não se define o Plano Obama, os índices americanos tiveram forte queda na segunda-feira, forte repique ontem e estão voltando a ter baixas intensas hoje (acima de 2%), especialmente depois que saiu uma nova queda na venda de imóveis existentes (por conta de um mercado paralisado à espera do governo...); não seria surpresa uma nova reviravolta ainda hoje mesmo, tão artificial é a manobra. No Japão, houve alta de 2,65% no Nikkei225, por conta dos índices americanos de ontem e pelo súbito enfraquecimento do yen, favorecendo uma economia exportadora...Na Europa, o mercado estava indeciso a princípio, até com leve alta e vem cedendo agora (Stoxx50 m- 0,75%), sob a mesma pressão vendedora dos Estados Unidos. O dólar também está mais forte frente ao euro e o petróleo anda mais firme nestes últimos dias, enquanto o ouro tem cedido, após passar dos US$ 1.000/onça. Por aqui, o mercado está abrindo agora e os primeiro negócios mostram forte baixa no Fut. Abril (- 3,6%), no velho esquema de tentar explorar a movimentação externa. O aluguel de ações segue elevado, havendo assim ainda muitas apostas na baixa, que andam dando prejuízo ultimamente.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Verdades e Mentiras da Bolsa
Está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 424 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:
"O balanço anual da Vale", sobre os acontecimentos da semana;
"Vale:longo prazo, curto prazo" , na seção de análise técnica.
Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".
Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.
Ainda os destaques da semana (Cyrela Realty on, Vivo pn e Gerdau pn).
Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.
"O balanço anual da Vale", sobre os acontecimentos da semana;
"Vale:longo prazo, curto prazo" , na seção de análise técnica.
Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".
Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.
Ainda os destaques da semana (Cyrela Realty on, Vivo pn e Gerdau pn).
Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Corretoras internacionais, final do dia
Num dia de movimento apenas regular, quase todas as corretoras deste grupo estiveram na venda, algumas de forma bem intensa, levando o saldo vendedor a expressivos - R$ 545 MM (Credit Suisse - 178, Morgan Stanley - 153, Pactual - 126), enquanto poucas terminaram com saldo comprador, que somou apenas +R$ 36 MM (Brascan + 17), ficando um saldo vendedor altoi de - R$ 509 MM.
Fechamento (futuro)

Abrindo com largo gap para baixo, o índice prosseguiu caindo até perto das 16 horas, quando apresentou recuperação parcial até o final, sem cobrir o gap; além de estar já um pouco abaixo da MM de 200 barras, todo o movimento do dia foi abaixo de uma antiga linha de suporte. Os indicadores, como tem acontecido, cederam menos do que a cotação e terminaram em cima de suas médias móveis, mas o mercado segue indefinido, tendo sido negociados hoje 64 mil contratos.
Abertura
Os mercados mundiais operam em forte baixa, com o prosseguimento da derrubada no mercado americano, visando (ao que parece) testar os fundos de novembro último, especialmente o do S&P500 (741), na falta de liderança política quanto ao socorro para a crise. No Japão, o Nikkei 225 perdeu 1,87% e na Europa, o Stoxx50 vai recuando quase 3%, num clima de extremo pessimismo. Os futuros americanos cedem até agora perto de 1,6% mas o dólar segue firme entre as moedas. O petróleo deu um salto para cima ontem, por conta de estoques menores e o ouro vai chegando quase a US$ 1.000 por onça troy. Muitas dessa variáveis não formam um quadro coerente, mas parecem movimentos nervosos de curtíssimo prazo. Por aqui, a Bovespa teve um dia fraco de movimento, mas manteve-se em leve alta, descolada ainda mais do mercado americano que estava em pânico. Para isso deve ter colaborado, alguma recompra de vendidos (o aluguel em PETR4 e VALE5 teve o saldo reduzido nuns 10% cada...) e uma surpreendente atividade moderada das corretoras internacionais, que normalmente aproveitariam dos sustos em Wall Street para comandar uma derrubada por aqui, em grau até nem maior; ontem, limitaram-se a giros intraday. No pré-pregão, o Fut. Abril vai caindo cerca de 2,6%, com 4.200 contratos negociados, volume alto para este horário. O balanço da Vale apresentou resultados confusos em real, face aos ajustes à nova legislação contábil, mas em dólares, o lucro do quatro trimestre foi bem fraco, sentindo os efeitos do colapso da economia mundial.
Balanço anual da Vale
No quarto trimestre, o lucro líquido da Vale (controladora) foi de R$ 2,020 BB; no primeiro trim. de 2008, havia sido de R$ 2,252 BB, no segundo de R$ 4,573 BB e no terceiro, de R$ 12,434 BB somando assim R$ 21,279 BB em 2008. A Vale, além de exportadora, tem muitos investimentos no exterior e uma dívida bruta elevada, o que torna a taxa cambial decisiva para seu resultado em moeda nacional. Além disso, neste balanço de 2008, estão incorporadas modificações contábeis impostas pela CVM e que visam fazer convergir as demonstrações brasileiras com as feitas por normas internacionais e é importante ressaltar que isso diminui o lucro líquido em quase R$ 8 BB ao longo do ano de 2008. É um balanço muito complexo por causa disso.
Com os efeitos da crise, as cifras deste último trimestre foram bem mais fracas, a tonelagem vendida caiu muito e com isso as margens operacionais; pelo que se andou lendo, o resultado foi ainda bem abaixo do esperado. No Relatório, a Administração da empresa afirma ter condições superiores para se manter competitiva no futuro.
Aos R$ 29,30 de ontem e considerando os R$ 0,38 de L/a do último trimestre vezes quatro, o p/L projetado ficaria em 19,3 e o p/L sobre o anual de 2008 seria de 7,18...
Maiores detalhes na Edição desta semana do "Verdades e Mentiras da Bolsa".
Com os efeitos da crise, as cifras deste último trimestre foram bem mais fracas, a tonelagem vendida caiu muito e com isso as margens operacionais; pelo que se andou lendo, o resultado foi ainda bem abaixo do esperado. No Relatório, a Administração da empresa afirma ter condições superiores para se manter competitiva no futuro.
Aos R$ 29,30 de ontem e considerando os R$ 0,38 de L/a do último trimestre vezes quatro, o p/L projetado ficaria em 19,3 e o p/L sobre o anual de 2008 seria de 7,18...
Maiores detalhes na Edição desta semana do "Verdades e Mentiras da Bolsa".
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