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quarta-feira, 18 de março de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Num dia em que o volume geral subiu, estas corretoras até tiveram saldos modestos, na maioria vendedores (- R$ 177 MM, Credit Suisse - 81), enquanto mque os saldos compradores somavam + R$ 85 MM (Morgan Stanley + 57), ficando um saldo vendedor de - R$ 92 MM.

Futuro do Ibovespa


Negociando 63 mil contratos, o futuro abriu ontem em correção, mas no início da tarde passou a se recuperar com boa intensidade, terminando em teste das resistências novamente, como se havia previsto. Os indicadores estão em posição altista. Na abertura de hoje, com pequeno gap para baixo, apareceu outra vez uma realização de lucros, mas o teste das resistências deverá continuar.

Abertura

Depois de uma abertura indecisa, os mercados mundiais retomaram ontem o repique, com grande energia, em cima de novas notícias esparsas mais favoráveis sobre a conjuntura, como uma recuperação nas vendas de imóveis novos nos Estados Unidos. Hoje, entretanto, novas acomodações vão ocorrendo: no Japão, o Nikkei225 terminou com +0,29% depois de maiores ganhos; na Europa, o Stoxx50 opera em estabilidade até agora e os futuros americanos estão com baixas de cerca de 0,8%. O euro se destaca entre as moedas e o petróleo entre as comodities, com novos ganhos nos dois casos. Por aqui, a Bovespa voltou a repicar com movimento apenas regular e atuação moderada das corretoras internacionais, ainda que com saldo comprador. O aluguel de ações voltou a subir ligeiramente. No pré-pregão, com volume de 2,5 mil contratos, o Fut. Abril opera com baixa de 0,6%.

terça-feira, 17 de março de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Num dia de menor movimento, os saldos deste grupo também foram menores: os compradores somaram +R$ 183 MM (Morgan Stanley + 57, Deutsche Bank + 51) e os saldos vendedores atingiram - R$ 120 MM (Citi - 77), ficando um saldo comprador de +R$ 63 MM.

Futuro do Ibovespa


Após uma abertura firme, o índice entrou numa acomodação natural ontem, após dias de alta e depois teve a baixa mais acelerada na parte final do pregão, terminando novamente abaixo das resistências; os indicadores seguiram essa movimentação e hoje a abertura vai sendo ainda mais fraca. Possivelmente um novo teste será feito nas resistências, após uma recomposição de forças natural.

Abertura

Ontem, o repique vinha sendo mantido nos principais mercados, até que houve uma súbita baixa no final da sessão americana, sem motivo especial, mas depois de várias altas. Hoje, no Japão, o Nikkei225 teve nova alta forte (+3,18%), por conta da ajuda do Banco Central ao setor financeiro, mas na Europa (Stoxx50 – 1,1%) e nãos Estados Unidos (futuros – 0,3%), as ações prosseguem em acomodação. Não há alterações relevantes nos juros, nas moedas e nas comodities, salvo novo impulso no petróleo. Por aqui, a Bovespa teve exercícios de opções abaixo do esperado (apenas cerca de R$ 1,4 MM), mas o mercado teve um dia de ajuste, mais pronunciado em Petrobrás e nas siderúrgicas, apesar de novo dia de pesadas compras das corretoras internacionais.. O aluguel de ações subiu ainda mais um pouco. No pré-pregão, com volume fraco de mil contratos, o Fut. Abril opera com baixa de 0,4%.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

O exercício de opções foi menor do que o esperado e também o volume geral estimado, e o mercado funcionou em baixa, apesar de enorme saldo comprador destas corretoras (+ R$ 398 MM, Morgan Stanley + 197, JPMorgan + 88) enquanto que os saldos vendedores nã0o passavam de - R$ 48 MM, ficando um saldo comprador de +R$ 350 MM.

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