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quinta-feira, 19 de março de 2009
Corretoras internacionais, final do dia
A forte corrida às compras pelas duas corretoras internacionais que mais se destacavam pela venda, até há poucos dias (Credit Suisse +500 comprando PETR4 e PETR3 e vendendo VALE3 e BVMF3 e ainda Morgan Stanley + 126 comprando VALE5 e VALE3), elevou o volume geral e levou o Ibovespa a uma alta de 0,77% vs baixa de 1% nos índices americanos e conduziu a soma dos saldos compradores a +R$ 675 MM, enquanto que os saldos vendedores somavam - R$ 83 MM (Heding Griffo - 41), ficando um alto saldo comprador de +R$ 592 MM.
Aluguel de ações
Abertura
A confirmação pelo Fed de que vai irrigar a liquidez na economia pela aquisição de títulos públicos e privados, já que os juros básicos já estão perto de zero, não foi novidade mas deu pretexto para fortes recompras nos mercados, ao mesmo tempo que derrubava os juros do open market e o dólar entre as moedas (provocando novas altas nas comodities). Na Ásia, a reação foi positiva, menos no Japão, onde o Nikkei225 terminou com queda de 0,33%. Na Europa, mesmo com a forte valorização do euro, as blue chips vão subindo 1,5% (Stoxx50), enquanto que os futuros americanos estão ganhando perto de 0,5%. Por aqui, a Bovespa esticou seu repique com movimento maior, mesmo com vendas líquidas das corretoras internacionais O aluguel de ações segue subindo, mas as vendas a descoberto de futuro pelos investidores não residentes diminuíram. No pré-pregão, com volume de 4,5 mil contratos, o Fut. Abril opera com alta de 1,3%.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Fechamento (futuro)

Um gap para baixo da abertura foi coberto no início da tarde, e o índice voltou a testar a resistência que falta superar, a de uma antiga linha de alta, o que ainda não conseguiu hoje (a linha é ascendente e dificulta o corte). Os indicadores seguem altistas e sugerem prosseguimento do impulso amanhã.
Corretoras internacionais, final do dia
Num dia em que o volume geral subiu, estas corretoras até tiveram saldos modestos, na maioria vendedores (- R$ 177 MM, Credit Suisse - 81), enquanto mque os saldos compradores somavam + R$ 85 MM (Morgan Stanley + 57), ficando um saldo vendedor de - R$ 92 MM.
Futuro do Ibovespa

Negociando 63 mil contratos, o futuro abriu ontem em correção, mas no início da tarde passou a se recuperar com boa intensidade, terminando em teste das resistências novamente, como se havia previsto. Os indicadores estão em posição altista. Na abertura de hoje, com pequeno gap para baixo, apareceu outra vez uma realização de lucros, mas o teste das resistências deverá continuar.
Abertura
Depois de uma abertura indecisa, os mercados mundiais retomaram ontem o repique, com grande energia, em cima de novas notícias esparsas mais favoráveis sobre a conjuntura, como uma recuperação nas vendas de imóveis novos nos Estados Unidos. Hoje, entretanto, novas acomodações vão ocorrendo: no Japão, o Nikkei225 terminou com +0,29% depois de maiores ganhos; na Europa, o Stoxx50 opera em estabilidade até agora e os futuros americanos estão com baixas de cerca de 0,8%. O euro se destaca entre as moedas e o petróleo entre as comodities, com novos ganhos nos dois casos. Por aqui, a Bovespa voltou a repicar com movimento apenas regular e atuação moderada das corretoras internacionais, ainda que com saldo comprador. O aluguel de ações voltou a subir ligeiramente. No pré-pregão, com volume de 2,5 mil contratos, o Fut. Abril opera com baixa de 0,6%.
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