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quarta-feira, 25 de março de 2009

Futuro do Ibovespa


Um abertura firme levou o índice ao máximo desta semana, mas logo começou uma acomodação mais forte, que trouxe a cotação até a linha de resistência que havia sido superada; nesse ponto, houve repique na hora final, o que seria de se esperar (a antiga resistência servindo agora de suporte). Os indicadores tiveram a mesma oscilação (o IFR também repicou no final, depois de tocar seu suporte), mas o mercado segue indefinido.

Corretoras internacionais, final do dia

O grupo voltou a ter saldos compradores mais altos (+R$ 208 MM, Citi +90, Merrill Lynch + 56), enquanto que os saldos vendedores chegavam apenas a - R$ 75 MM (Credit Suisse, - 44), ficando um saldo comprador de + R$ 133 MM.

Abertura

Depois de um natural dia de consolidação, após fortes ganhos no início da semana, os mercados tentam hoje retomar o impulso positivo, em cima da surpresa com a expansão das encomendas de bens duráveis nos Estados Unidos, em fevereiro, bem acima do projetado. Aliás, teremos muitas dessas surpresas daqui para a frente, de tal modo se espalhou um pessimismo exagerado.; No Japão, o Nikkei225 perdeu 0,10% mas os mercados asiáticos em geral estiveram em alta. Na Europa, o Stoxx50 está caindo 0,5% mas vem melhorando e os futuros americanos estão subindo perto de 0,3%, depois de um fechamento muito fraco dos índices na terça-feira. Juros e moedas estáveis e pequenos ajustes nas comodities, petróleo e ouro em baixa. Por aqui, o ajuste foi relativamente forte, com bom volume e atuação neutra das corretoras internacionais; o aluguel segue em nível alto, mas as posições vendidas no futuro pelos investidores não residentes continuam a ser reduzidas. No pré-pregão de agora, o Fut.Abril ganha 0,6% com 4,5 mil contratos negociados.

terça-feira, 24 de março de 2009

Futuro do Ibovespa


Num retorno natural, o índice já abriu com gap para baixo, tentou reagir, mas voltou a enfraquecer no final; entretanto, o gap de ontem ainda não foi coberto e a movimentação ainda está acima das resistências. Os indicadores cederam bastante e estão afastados de suas médias móveis, deixando o mercado indefinido.

Corretoras internacionais, final do dia

Um dia de equilíbrio: saldos compradores + R$ 184 MM (Morgan Stanley +88, Credit Suisse + 68) e saldos vendedores em -R$ 186 MM (Pactual - 116), ficando um mínimo saldo vendedor de - R$ 2 MM.

Comentários

Temos tido uma frequência recorde neste Blog, que imagino seja um sinal de interesse pelas matérias aqui veiculadas, que não são muitas por conta de falta de interação: quanto maior for o numero de comentários, maior será também a quantidade de informações divulgadas. Por isso, ao invés de emails que demandam mais trabalho para serem respondidos, gostaria que postassem comentários por aqui, para maior utilidade para todos.

Abertura

No Japão, como na Ásia em geral, repercutiram hoje os avanços eufóricos dos mercados ocidentais de ontem, o Nikkei225 ganhou 3,32% e o yen recuou entre as moedas, o que acontece quase sempre em situações semelhantes. Não obstante, os futuros americanos estão recuando perto de 1% até agora e trouxeram as blue chips européias à estabilidade (Stoxx50), depois de uma abertura ainda em boa alta. Como previsto, há quem ache que o Plano não vai dar certo, que não é suficiente etc. Onde há mais urubus é por aqui, onde o chic é prever uma recessão cada vez maior para 2009 ou ensinar ao governo Obama o que fazer...A Bovespa acompanhou a alta generalizada de ontem, com bom volume e fortes compras das corretoras internacionais, especialmente na hora final. O aluguel de ações, entretanto, continua a subir, possivelmente porque seu uso cada vez mais é dirigido à cobertura de financiamento de vendas de opções e não à venda a descoberto no mercado à vista. No pré-pregão de agora, o Fut.Abril perde 1% com 3 mil contratos negociados.

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