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terça-feira, 21 de julho de 2009

Futuro do Ibovespa


Como previsto, ainda que abrindo com gap de alta e marcando novo topo, o índice logo entrou em acomodação, voltando a melhorar na parte final, sem retornar ao máximo alcançado. Os indicadores oscilaram de forma semelhante, terminando em torno de suas médias móveis. O mercado segue indefinido.

Corretoras internacionais, final do dia

Com o movimento geral pouco abaixo da média recente, estas corretoras operaram de forma mais discreta, mas os saldos compradores foram novamente superiores, chegando a +R$ 241 MM (Merrill Lynch +115, Morgan Stanley +59) vs saldos vendedores de -R$ 134 MM (Hedging Griffo -50), ficando um saldo comprador de +R$ 107 MM.

Vale

O trimestral sai agora no dia 29; há pouco, um grande banco nacional anunciou sua projeção de R$ 1,2 bi de lucro para o período (R$ 0,22/ação).

Abertura

O otimismo prossegue em todo o mundo: no Japão, de volta de um feriado, o Nikkei225 ganhou 2,73% enquanto que na Europa, o Stoxx50 das blue chips vai subindo 0,7% e os futuros americanos cerca de 0,3%, até o momento. Poucas alterações entre juros, moedas e comodities, o petróleo vai se mantendo acima de US$ 64 (WTI). Por aqui, a Bovespa esteve firme e o exercício acabou sendo um pouco maior (R$ 2,4 bilhões), num dia de pesadas compras das corretoras internacionais (R$ 684 milhões líquidos). No pré-pregão, com 4,1 mil contratos negociados, o Fut. Agosto está subindo 0,8%. Caminhando para uma quinta alta seguida, o Ibovespa está com os indicadores intraday esticados, mas até agora o fluxo de recursos tem estado muito positivo.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Futuro do Ibovespa


O índice abriu com gap para cima e manteve-se em alta (mais discreta), pelo restante do pregão, chegando a novos topos, ainda que negociando apenas 43 mil contratos, num dia de grande volume geral. Os indicadores estão esticados e andaram mais devagar, iniciando uma possível divergência baixista. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais, final do dia

Estas corretoras tiveram um dia de pesadas compras hoje, atingindo +R$ 821 MM nos saldos compradores (Morgan Stanley +275, JPMorgan +244) vs apenas -R$ 137 MM de saldos vendedores (Pactual -103), ficando um enorme saldo comprador de +R$ 684 MM.

Abertura

A semana terminou relativamente calma, com bons ganhos, recuperando alguma coisa das perdas inicias do mês, com a mudança súbita do humor do mercado; o ambiente segue o mesmo nesta segunda-feira, ainda que os resultados trimestrais não estejam vindo tão animadores assim. De qualquer forma, há mais otimismo, fazendo subirem os juros subirem no open market americano e provocando oscilações confusas entre as moedas: o dólar ganha frente ao yen, mas cede bastante frente ao euro. As comodities estão ajustando cotações para cima, por causa do dólar e pela melhor expectativa quant0o ás economias. No Japão, mais um feriado, mas houve boas altas na Ásia. Na Europa, o Stoxx50 ganha 1,5% e os futuros americanos sobem perto de 0,4%, até agora. Por aqui, a Bovespa teve uma semana firme, desmanchando a falsa figura de ombro-cabeça-ombro que andou sendo badalada. As corretoras internacionais andaram fazendo grandes recompras e o aluguel de ações, ainda alto, recuou um pouco. O vencimento hoje das opções deve apresentar um exercício bem mais fraco que nos meses recentes (em torno de R$ 1 bilhão), mas pode dobrar se a alta se intensificar durante o pregão, que poderá ser bem nervoso, por conta disso. No pré-pregão, com 3 mil contratos negociados, o Fut. Agosto está subindo 1,8%.

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