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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Abertura

Os mercados asiáticos (curiosamente, menos o chinês, apesar do início de uma guerra comercial entre esse país e os EEUU...) estiveram em baixa considerável (Japão, Nikkei225 – 2,32%), ainda atribuída ao fortalecimento das moedas locais frente ao dólar, o que tenderia a prejudicar as exportações. Na Europa, o Stoxx50 está perdendo 1%, pela mesma razão, enquanto que os futuros americanos estão caindo 0,7% até agora, depois de vários dias de alta. As comodities estão mais fracas, por conta do ajuste nos mercados de ações e apesar do dólar seguir frac0o entre as moedas. Por aqui, a Bovespa teve pequena baixa na sexta-feira, depois de uma semana de altas, ainda com saldo comprador por parte das corretoras internacionais; diminuiu o aluguel de ações e aumentou para um topo a posição comprada líquida de estrangeiros no futuro do índice, que chegou a cerca de 30 mil contratos. No pré-pregão, o Fut. Outubro opera em baixa de 0,8%, com 3,4 mil contratos negociados.

sábado, 12 de setembro de 2009

Indicadores gerais do mercado

Ibovespa semanal dolarizado

Verdades e Mentiras da Bolsa

Está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 453 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"A verdade sobre o pré-sal(II)", sobre os acontecimentos da semana;
"Panorama do IBrX50" , na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais, com diálogo permanente.

Ainda os destaques da semana (Telemar on, Klabin pn e JBS on).

Comentários sobre todas essa matérias podem ser feitos aqui no Blog.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Futuro do Ibovespa


Na abertura, o índice ainda subiu para um novo topo, mas logo no início da tarde passou a se ajustar, como previsto, reagindo um pouco nas horas finais; no recuo, chegou-se à média móvel de 21 barras. O volume foi pequeno (47 mil contratos)e os indicadores terminaram abaixo de suas médias móveis, sugerindo mais acomodação para o próximo pregão.

Corretoras internacionais (fim do dia)

O dia foi de volume bem mais fraco e estas corretoras também tiveram atuação moderada, ainda compradora: os saldos compradores atingiram a +R$ 225 MM (Morgan Stanley +71, Merrill Lynch +65) e os saldos vendedores somaram -R$ 103 MM (Hedging Griffo -73), ficando um saldo comprador de +R$ 122 MM.

Abertura

Os dados sobre a economia chinesa em agosto vieram melhor do que o esperado, especialmente a produção industrial (+12,3%); isso impulsionou a Bolsa local, mas teve efeito pequeno na Ásia em geral, por conta da desvalorização do dólar, que torna mais caras as exportações dessa região. No Japão, o Nikkei225 caiu 0,66%. Na Europa, o Stoxx50 das blue chips continua firme e vai ganhando 0,7%. Nos Estados Unidos, os futuros operam até agora com levíssimas altas, depois de um dia muito firme ontem. O dólar segue fraco, os juros cederam no open market e as comodities vão mantendo seus ajustes positivos recentes. Por aqui, a Bovespa também operou em alta e vai chegando a um ganho de 100% sobre o mínimo de outubro de 2008 (66% de recuperação da baixa toda), com volume um pouco melhor e pesadas compras das corretoras internacionais. Poucas alterações no nível de aluguel de ações. No pré-pregão, o Fut. Outubro opera em estabilidade, com 3,1 mil contratos negociados. O PIB brasileiro cresceu 1,9% no terceiro trimestre, em relação ao trimestre anterior, recuando 1,2% sobre igual período do ano passado.

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