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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Corretoras internacionais (final do dia)

O mercado se animou nas duas horas finais e o grupo esteve bastante ativo: os saldos compradores somaram +R$ 366 MM (Morgan Stanley +108, Credit Suisse +103, Pactual +97) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 199 MM (JPMorgan -93) deixando um saldo comprador de +R$ 167 MM.

Corretoras internacionais 14:44 h

Até agora o volume geral está abaixo da média, e os saldos do grupo modestos e equilibrados.

Abertura

As “preocupações” com dívidas de países europeus amainaram hoje, sem que nada de mais tivesse acontecido (a rigor, o socorro à Irlanda tinha sido feito no fim de semana...) e os mercados em geral vão repicando: no Japão, o Nikkei225 subiu 0,51%, na Europa, o Stoxx50 vai ganhando 1,7% e nos Estados Unidos, o futuro do SP500 está subindo 1,1%. O dólar assentou levemente e as comodities ampliam os ajustes positivos de ontem. Por aqui, a Bovespa teve um quarto dia seguido de baixa, com volume enorme devido a estranhas manobras no leilão final e saldo vendedor das corretoras internacionais ( - R$ 79 MM). No aluguel de ações, os níveis aumentaram ligeiramente. A posição comprada dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de +23 mil para +25 mil contratos. A posição vendida desses investidores no futuro de dólar passou de – 82 para -67 mil contratos. No pré pregão, o futuro Dezembro opera em alta de 1,4% e volume de 3,9 mil contratos.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Futuro do Ibovespa


O índice abriu relativamente estável e depois pegou impulso para o repique sugerido pelos indicadores, cedendo apenas na hora final, em meio a enorme volume de operações estranhas. O volume chegou a 94 mil contratos e os indicadores também cederam apenas no final. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais (final do dia)

O dia teve um final surpreendente, com o volume geral saltando de R$ 6 para R$ 10 BB e várias oscilações estranhas no leilão final. Neste grupo, houve um destaque em cada ponta, operando grandes lotes de papéis principalmente de segunda linha e até nisso, o dia foi relativamente equilibrado: os saldos compradores somaram +R$ 511 MM (Credit Suisse +348) e os saldos vendepores chegaram a -R$ 590 MM (Goldman Sachs -375), ficando um saldo vendedor de -R$ 79 MM.

Corretoras internacionais 15:38h

Até agora, saldos moderados, mais vendedores por cerca de -R$ 90 MM.

Abertura

As intermináveis “preocupações” com dívidas de países europeus continuam a servir de pretexto para pessimismo nos mercados: no Japão, o Nikkei225 voltou a cair (-1,87%), na Europa, o Stoxx50 vai perdendo 0,2% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 está recuando 0,l4%; como se vê, na Europa, o medo nem é tão grande...O dólar (que seria a moeda a enfraquecer com a derrama do FED...) segue firme entre as moedas, apesar da queda dos juros no open market e muitas comodities seguem com ajustes positivos, como o ouro e o petróleo, o que também é pouco comum quando avança a moeda americana. Por aqui, a Bovespa teve um terceiro dia seguido de baixa, com volume ainda fraco e mínimo saldo comprador das corretoras internacionais ( + R$ 8 MM). No aluguel de ações, os níveis diminuíram. A posição comprada dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de +24 mil para +23 mil contratos. A posição vendida desses investidores no futuro de dólar ficou em – 82 mil contratos. No pré pregão, o futuro Dezembro opera em baixa de 0,8% e volume de 6,8 mil contratos.

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