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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Corretoras internacionais 15:11h

Até agora, grande saldo comprador de +R$ 220 MM, destaque para Morgan Stanley mais uma vez e Pactual, que vinha vendendo e hoje mudou de lado.

Abertura

O impasse político americano continua afetando os mercados, talvez menos do que se poderia imaginar, uma vez que ainda que temerosos, poucos investidores acreditam que uma solução não seja encontrada até a última hora...Além disso, um rebaixamento de classificação não desperta maiores interesses: as agencias estão desmoralizadas, o dólar já caiu bastante e há ainda o exemplo do Japão, que foi rebaixado com o terremoto e tudo ficou na mesma (o yen até tem se valorizado entre as moedas...). No Japão, o Nikkei225 perdeu 0,5%, na Europa, o Stoxx50 vai recuando 0,9% (puxado pelos bancos...) e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 está caindo 0,2%, até o momento. Moedas e comodities estão mais ou menos como ontem. Por aqui, a Bovespa teve nova baixa, com volume na média e saldo comprador das corretoras internacionais (+ R$ 89 MM). No aluguel de ações, os saldos aumentaram (salvo os de VALE3), sendo que os de Petrobrás aumentaram muito outra vez, apontando para forte aposta na baixa dos papéis, que não tem dado certo... A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -100 a -99 mil contratos. A posição vendida dos não residentes no futuro de dólar passou de -70 para -85 mil contratos. No pré pregão, o futuro Agosto opera em baixa de 0,7%.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Futuro do Ibovespa


O índice teve queda abrupta no início do pregão e depois, passou o resto do pregão de lado, perto das mínimas. O volume foi de 83 mil contratos e os indicadores, que cederam mais um pouco, reagiram no final. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais (final do dia)

Os saldos compradores somaram +R$ 211 MM (JPMorgan +46, Goldman Sachs +42) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 122 MM (Pactual -85), restando um saldo comprador de +R$ 89 MM.

Corretoras internacionais 15:07h

Até agora, pequeno saldo vendedor de -R$ 15 MM.

Abertura

Os mercados estão mais calmos (como tem acontecido nas terças-feiras...), ainda que sem novidades nas novelas das dívidas; quem está sofrendo é o dólar, que se desvaloriza frente a todas as moedas, enquanto que os juros sobem no open market, talvez por alguma pressão vendedora nos títulos federais americanos, ameaçados pelo impasse político. No Japão, o Nikkei225 subiu 0,47%, na Europa, o Stoxx50 vai perdendo 0,2% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 está subindo 0,2%, até o momento. As comodities estão com maioria de ajustes positivos, mas os metais preciosos cederam ligeiramente. Por aqui, a Bovespa teve leve baixa, com volume bem abaixo da média e saldo comprador das corretoras internacionais (+ R$ 73 MM). No aluguel de ações, os saldos de Vale recuaram e os de Petrobrás aumentaram bastante (preferenciais de 71 para 92 MM e ordinárias de 29 para 36 MM...), em disputa com forte pressão compradora no à vista. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -99 a -100 mil contratos. A posição vendida dos não residentes no futuro de dólar passou de -66 para -70 mil contratos. No pré pregão, o futuro Agosto opera em alta de 0,2%.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Futuro do Ibovespa


O índice abriu com considerável gap para baixo, imediatamente coberto; depois desse esforço, houve nova acomodação, o fechamento sendo negativo. O volume foi de 62 mil contratos e os indicadores passaram o dia todo abaixo de suas médias móveis. Mercado indefinido.

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