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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Futuro do Ibovespa
O índice prosseguiu no repique, como previsto, realizando um pouco no meio da tarde, deixando para trás a média móvel de 21 barras e aproximando-se de volta à de 200 barras. O volume foi de 65 mil cts e os indicadores cansaram um pouco no final. Mercado indefinido.
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 138 MM (Merrill Lynch +60) e os saldos vendedores chegaram a
-R$ 229 MM (Pavtual -111), restando um saldo vendedor de -R$ 91 MM.
Abertura
Janeiro terminou com alta nos principais mercados, tanto em ações como em comodities e Fevereiro começa com novos picos para o euro vs o dólar e para o dólar vs o yen, além de cifras regulares para a evolução da indústria chinesa. Nesse quadro, no Japão, o Nikkei225 ganhou 0,47%, na Europa, o Stoxx50 vai subindo 0,2% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 ganha 0,4%, até agora. A maioria das comodities está em alta. Por aqui, o Ibovespa teve repique moderado, com volume acima da média de dezembro e vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, todos os saldos aumentaram. A posição dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de comprada em +7 para vendida em -5 mil contratos. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -79 para -75 mil contratos. No pré pregão, o futuro Fevereiro opera em baixa de 0,2%.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Futuro do Ibovespa
O índice abriu em estabilidade relativa e foi repicando gradualmente, em especial na hora final. O volume foi de 63 mil cts e os indicadores mantiveram sua divergência altista de ontem, que foi confirmada.
Corretoras Internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 262 MM (Morgan Stanley +117) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 482 MM (Credit Suisse -176) restando um saldo vendedor de -R$ 220 MM.
Abertura
Uma retração no PIB americano, no quarto trimestre, surpreendeu ontem a todos nos mercados e vai contribuindo, entre bons e maus resultados corporativos, para alguma acomodação nas cotações: no Japão, o Nikkei225 ainda ganhou 0,23%, mas na Europa, o Stoxx50 vai perdendo 0,7%, por conta de ajustes em exportadoras (valorização do euro); nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 recua 0,2%, até agora. Moedas e comodities estão mais ou menos como ontem, com destaque para altas no cobre e em outros metais. Por aqui, o Ibovespa teve forte baixa, puxada por quedas na Petrobrás e na OGX, com volume acima da média de dezembro e pequeno saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, aumentaram ligeiramente os saldos de PETR3 e VALE5, mas recuaram os de VALE3 e PETR4, este último consideravelmente. A posição comprada dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de +23 para +7 mil contratos. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -70 para -79 mil contratos. No pré pregão, o futuro Fevereiro opera em mínima baixa de 0,1%.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Futuro do Ibovespa
O índice não conseguiu repicar e despencou nas primeiras horas: no início da tarde, houve uma tentativa de estabilização, mas na hora final, nova e forte queda, fechando abaixo do à vista, faltando duas semanas para o vencimento. O volume foi de 65 mil cts e os indicadores caíram bem menos, em divergência altista.
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