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sexta-feira, 5 de abril de 2013
Abertura
O Japão segue em euforia com a perspectiva de abundancia de recursos a serem despejados pelas novas autoridades monetárias, provocando desvalorização do yen e valorização da Bolsa (Nikkei225 +1,58%). Entretanto, não há contágio com os demais mercados, que estão em acomodação mais intensa em toda a Ásia e ainda na Europa (Stoxx50 -1,5%) e nos Estados Unidos (futuro do S&P500 -0,6%), estes últimos mercados bem esticados e à procura de pretextos para uma boa realização de lucros. Hoje, o pretexto é a cifra sobre a situação do emprego nos Estados Unidos, que se espera saia daqui a pouco com números fracos. O euro vai ganhando um pouco, os juros caem bastante no open market (10 anos: 1,74% a.a., vindo de 2,03% a.a. no final de março) e a maioria das comodities opera em baixa, especialmente o ouro e o petróleo. Por aqui, o Ibovespa teve forte baixa, com volume abaixo da média de março e grande saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, subiram todos os saldos. A posição vendida dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de -24 mil para -31 mil contratos. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -156 mil para -159 mil contratos. No pré pregão, o futuro Abril opera em baixa de 0,9%.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Futuro do Ibovespa
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 185 MM (Goldman Sachs +64) e os saldos vendedores chegaram a _R$ 463 MM (Merrill Lynch -259), ficando um saldo vendedor de -R$ 278 MM.
Abertura
O Japão vai se mantendo como fonte de otimismo para os mercados: o Banco Central local confirmou sua política de combater a deflação que há tantos anos está presente por lá, fomentando a economia de todas as maneiras possíveis. Para o mundo, isso significa a manutenção por prazo longo da derrama geral de liquidez, o que provoca corrida às compras de ações e de bonds. O Nikkei225 deu novo salto positivo (+2,21%), o Stoxx50 europeu vai ganhando 1% e o futuro do S&P500, nos Estados Unidos, vai repicando 0,4% até agora, depois de uma acomodação ontem. O dólar ganhou bastante vs o yen e mesmo vs o euro, enquanto que estão em baixa o ouro e o petróleo. Por aqui, o Ibovespa teve repique moderado, com volume na média de março e saldo comprador das corretoras internacionais (duas sinalizações confirmatórias). No aluguel de ações líderes, como na véspera, subiram os saldos, exceto o de PETR4. A posição vendida dos investidores não residentes no futuro de dólar ficou em -24 mil contratos. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -152 mil para -156 mil contratos. No pré pregão, o futuro Abril opera em baixa de 0,3%.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Futuro do Ibovespa
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 272 MM (Goldman Sachs +134) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 128 MM (Merrill Lynch -111), deixando um saldo comprador de +R$ 144 MM ( o quinto seguido).
Abertura
Após mais um dia de recordes para os índices americanos, os mercados ensaiam consolidar os ganhos, com novas cifras econômicas favoráveis nos Estados Unidos. No Japão, um forte repique para o Nikkei225 (+2,99%), com o início da primeira reunião das novas autoridades monetárias; na Europa, o Stoxx50 está em acomodação (-0,4%), enquanto que nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 tem pequena alta de 0,2%, até agora. O dólar ganha uma fração vs o yen e está na mesma vs o euro, o mesmo acontecendo com a maioria das comodities, estando fracos ainda os metais preciosos. Por aqui, o Ibovespa teve baixa mais forte, com volume ainda bem abaixo da média de março e saldo comprador das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, subiram os saldos, exceto o de PETR4. A posição vendida dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de -16 mil para -24 mil contratos, ainda que á vista a cotação tenha se mantido. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -155 mil para -152 mil contratos. No pré pregão, o futuro Abril opera em baixa de 0,2%.
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