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quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Futuro do Ibovespa
O índice abriu com gap de alta e esticou até o final, mantendo a tendência iniciada no começo de julho. O volume foi de 81 mil cts e os indicadores seguem firmes, acima do meio de suas escalas.
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 302 MM (Merrill Lynch +116) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 179 MM (Citi -74), restando um saldo comprador de +R$ 123 MM.
Abertura
Depois de um mês de altas generalizadas nas ações e nas comodities (exceções: café, milho, soja...), os mercados retomam o impulso, após poucos dias de realizações de lucros, depois que as autoridades monetárias (FED e ECB) reafirmaram seu compromisso de manter estímulos monetários (liquidez) até uma clara recuperação do emprego. Hoje, os ganhos começaram pela Ásia, com uma pequena melhoria no índice de compras das empresas na China (cuja oscilação é sempre pequena, para mais ou para menos, mas provoca saltos nas cotações), sendo que o Nikkei225 ganhou 2,47%. Na Europa, o Stoxx50 das blue chips vai ganhando 0,9% enquanto que o futuro do S&P500, nos Estados Unidos sobe 0m7%, até agora. Os juros no open market, que têm subido desde junho, vão se mantendo (10 anos: 2,61% a.a.) e entre as moedas, o dólar segue mais fraco, como foi o caso durante julho; a maioria das comodities apresenta pequenas altas, conservando os avanços do mês passado. Por aqui, onde finalmente também tivemos um mês de alta, o Ibovespa fechou o mês com uma acomodação, negociando um volume abaixo da média de junho, como ocorreu nestas últimas semanas e pequeno saldo vendedor das corretoras internacionais, cujo saldo mensal foi um pequeno saldo comprador. No aluguel de ações líderes, os saldos aumentaram ontem, exceto o de VALE3 e aumentaram em julho de modo geral, não por muito. A posição comprada dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de +141 mil no começo do mês para +263 mil contratos, num aumento pouco visto e que reflete previsão de alta para o dólar e também maior necessidade de hedge. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -96 mil no começo do mês para -40 mil contratos, mostrando a cobertura das vendas numa perspectiva de alta. No pré pregão, o futuro Agosto opera em alta de 1,3%.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
Futuro do Ibovespa
(gráfico com problemas técnicos)
O índice abriu em baixa e despencou para um novo mínimo, fechando bem abaixo do à vista, restandom ainda quase dois meses para o vencimento. O volume subiu para 114 mil e os indicadores caíram bem, chegando a valores mínimos. Mercado indefinido.
Corretoras internacionais
Os saldos compradores somaram +R$ 257 MM (Pactual +66) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 251 MM (Deutsche Bank -139), deixando um pequeno saldo comprador de +R$ 6 MM.
Abertura
No Japão, o Nikkei225 esticou mais seu repique (+1,78%), mas na Europa, o Stoxx50 vai se acomodando após várias altas (-0,7%), enquanto que nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 opera em estabilidade, até o momento. As moedas e as comodities também seguem estáveis. Por aqui, o Ibovespa fechou baixa (por conta das quedas nas ações do Grupo X), com volume muito abaixo da média de junho (que foi de R$ 8,9 BB) e saldo comprador das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, os saldos aumentaram, exceto o de VALE5. A posição comprada dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de +153 mil para + 141 mil contratos. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -95 mil para -96 mil contratos. No pré pregão, o futuro Agosto opera em baixa de 1,2%.
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