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sábado, 3 de agosto de 2013

Futuro do Ibovespa

O índice teve um dia de acomodação, recuando o dia inteiro, mas mantendo-=se acima da média móvel de 200 barras. O volume foi de 77 mil cts e os indicadoires cederam também. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais (final do dia)

Os saldos compradores somaram +R$ 138 MM (Merrill Lynch +75) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 215 MM (Morgan Stanley -60), ficando um saldo vendedor de -R$ 77 MM.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Abertura

O dólar vai dando uma reagida entre as moedas, os juros sobem no open market (10 anos: 2,74% a.a. vindo de 2,61% ontem...), o ouro é destaque de queda entre as comodities e as ações seguem subindo: no Japão, o Nikkei225 saltou 3,29% com a queda do yen, na Europa, o Stoxx50 vai ganhando 0,2% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 está subindo 0,1%, até agora, depois de um boa alta ontem. Por aqui, o Ibovespa fechou em bo alta, com um volume acima da média de julho (que foi de apenas R$ 6,030 bilhões), e saldo comprador das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, os saldos das ordinárias aumentaram um pouco. A posição comprada dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de +263 mil para +150 mil contratos, pela virada de mês. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -40 mil para -39 mil contratos. No pré pregão, o futuro Agosto opera em baixa de 0,4%.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Futuro do Ibovespa

O índice abriu com gap de alta e esticou até o final, mantendo a tendência iniciada no começo de julho. O volume foi de 81 mil cts e os indicadores seguem firmes, acima do meio de suas escalas.

Corretoras internacionais (final do dia)

Os saldos compradores somaram +R$ 302 MM (Merrill Lynch +116) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 179 MM (Citi -74), restando um saldo comprador de +R$ 123 MM.

Abertura

Depois de um mês de altas generalizadas nas ações e nas comodities (exceções: café, milho, soja...), os mercados retomam o impulso, após poucos dias de realizações de lucros, depois que as autoridades monetárias (FED e ECB) reafirmaram seu compromisso de manter estímulos monetários (liquidez) até uma clara recuperação do emprego. Hoje, os ganhos começaram pela Ásia, com uma pequena melhoria no índice de compras das empresas na China (cuja oscilação é sempre pequena, para mais ou para menos, mas provoca saltos nas cotações), sendo que o Nikkei225 ganhou 2,47%. Na Europa, o Stoxx50 das blue chips vai ganhando 0,9% enquanto que o futuro do S&P500, nos Estados Unidos sobe 0m7%, até agora. Os juros no open market, que têm subido desde junho, vão se mantendo (10 anos: 2,61% a.a.) e entre as moedas, o dólar segue mais fraco, como foi o caso durante julho; a maioria das comodities apresenta pequenas altas, conservando os avanços do mês passado. Por aqui, onde finalmente também tivemos um mês de alta, o Ibovespa fechou o mês com uma acomodação, negociando um volume abaixo da média de junho, como ocorreu nestas últimas semanas e pequeno saldo vendedor das corretoras internacionais, cujo saldo mensal foi um pequeno saldo comprador. No aluguel de ações líderes, os saldos aumentaram ontem, exceto o de VALE3 e aumentaram em julho de modo geral, não por muito. A posição comprada dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de +141 mil no começo do mês para +263 mil contratos, num aumento pouco visto e que reflete previsão de alta para o dólar e também maior necessidade de hedge. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -96 mil no começo do mês para -40 mil contratos, mostrando a cobertura das vendas numa perspectiva de alta. No pré pregão, o futuro Agosto opera em alta de 1,3%.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Férias

O BLOG e o Verdades e Mentiras da Bolsa, voltam no começo de agosto.

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