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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Futuro do Ibovespa (sem after market)
O índice abriu repicando, recuou, tentou novo repique, mas voltou a cair no final marcando novo mínimo e fechando com pequena baixa. O volume foi de 70 mil cts e os indicadores, a rigor, ficaram de lado. Mercado indefinido.]
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos compradores somaram +R$ 139 MM (JPMorgan +48) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 424 MM (Credit Suisse -207 MM), ficando um grande saldo vendedor de -R$ 285 MM.
Abertura
Novas “preocupações” com os emergentes (Brasil, Turquia, África do Sul e Índia aumentaram suas taxas de juros...) se intensificaram com a manutenção do programa de redução gradual dos estímulos monetários do FED (anunciado e cumprido, sem surpresas...) e deram pretexto a novas realizações de lucros nas Bolsas: no Japão, o Nikkei225 devolveu parte dos fortes ganhos da véspera (-2,45%), mas na Europa, o ajuste do Stoxx50 está sendo moderado (-0,3%), enquanto nos Estados Unidos, já havia ocorrido no final do pregão de ontem (agora, o futuro do S&P500 ganha 0,2%). O dólar melhora vs o euro mas perde um pouco ve o yen e a maioria das comodities segue sem grandes variações. Entre nós, o Ibovespa fechou em baixa, com o volume na média de dezembro e pequeno saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, os saldos subiram, exceto o de PETR4. A posição comprada dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de +300 mil para +281 mil contratos. A posição comprada dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de 37 mil para 39 mil contratos. No pré pregão, o futuro Fevereiro abriu com mínima baixa.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Futuro do Ibovespa (sem after market)
O índice abriu prosseguindo em baixa, registrou um novo mínimo, mas depois repicou até o final, parando na média móvel de 21 barras, ainda no negativo. O volume subiu para 87 mil cts e os indicadores terminaram em cima de suas médias móveis, ainda em divergência altista.
Corretoras internacionais (final do dia)
Os saldos estiveram mais equilibrados hoje, apesar da baixa no índice: os compradores somaram +R$ 344 MM (Merrill Lynch +219) e os vendedores chegaram a -R$ 369 MM (Credit Suisse -194), deixando um pequeno saldo vendedor de -R$ 25 MM.
Abertura (atrasada...)
Se ontem foi dia de repique, hoje os mercados estão mais cautelosos, especialmente depois que a Turquia aumentou em muito as taxas de juros, tentando combater um ataque especulativo contra sua moeda. No Japão, que fechou mais cedo, o Nikkei225 teve seu repique, de 2,70%, mas os índices na Europa (Stoxx50) e nos Estados Unidos (futuro do S&P500), operam praticamente em estabilidade, até agora. O dólar está com pequena recuperação e as comodities não apresentam alterações relevantes. Entre nós, o Ibovespa fechou em leve alta, com o volume abaixo da média de dezembro e outro grande saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, os saldos recuaram, exceto o de VALE5. A posição comprada dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de +303 mil para +300 mil contratos. A posição comprada dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de 35 mil para 37 mil contratos. No pré pregão, o futuro Fevereiro abriu em mima alta, mas depois vem cedendo bastante (-1,3%).
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Futuro do Ibovespa (sem after market)
Como previsto, o índice abriu forte, com gap de alta e acima da média móvel de 21 barras, mas logo entrou em correção, mais forte nas horas finais, já no negativo. O volume foi de 58 mil cts e os indicadores cederam também, acabando abaixo de suas médias móveis. Mercado indefinido.
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