Já está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 383 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:
"A verdade sobre a derrubada", sobre os acontecimentos da semana;
"Siderúrgicas", na seção de análise técnica.
Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".
Ainda os boatos, verdades e mentiras e os destaques da semana (Petrobrás on, TAM S.A. e Vale on).
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sexta-feira, 21 de março de 2008
quinta-feira, 20 de março de 2008
Abertura
Os mercados globais seguem bastante confusos: ontem, a queda de comodities que vinham tendo alta especulativa, como ouro e petróleo, se misturou com novos rumores sobre grandes bancos, transformando uma alta inicial em queda acelerada nos índices americanos, no final do dia. Hoje, curiosamente, os juros caíram bem no open market, mas o dólar teve forte repique entre as moedas, fazendo com que se acentuasse mais a queda de ouro e petróleo. No Japão, onde muitos imaginavam que seria um dia de queda forte, por conta de Wall Street, o Nikkei225 subiu 2,47%. Na Europa, as blue chips ainda apresentam queda em torno de 1% no momento (Stoxx50), enquanto que o futuro do S&P500 vai ganhando 0,5%. Por aqui, a Bovespa seguiu sendo alvo de um ataque especulativo por parte dos investidores estrangeiros, sempre com o destaque de uma das corretoras internacionais, ontem com a desculpa esfarrapada da queda das comodities (hoje, ridiculamente repetida em nossa mídia...) e teve uma das mais fortes baixas recentes. A Vale, que ontem anunciou reajuste de 86% em seus preços de pelotas e que aumentou o minério em até 71%, caiu quase 7%, como a Petrobrás, que com sua atual política de preços é favorecida pela queda do preço do barril...Sem falar em outras quedas, de empresas que não lidam com comodities...No pré-pregão, o Fut. Abril vai perdendo cerca de 0,8% com volume regular. A estupidez do mercado pode durar mais que as reservas dos investidores,. Então toda cautela é pouca.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Abertura
Depois de um dia de euforia com enormes repiques, os mercados globais operam mais calmos hoje, com o dólar reagindo um pouco entre as moedas e com um declínio nas cotações de ouro e petróleo, além de outras comodities. No Japão (e na Ásia em geral), houve a repercussão da alta nos mercados ocidentais (Nikkei225 + 2,47%), mas na Europa, as blue chips operam até agora em realização de lucros (Stoxx50 – 1,1%), enquanto que o futuro do S&P500 perde cerca de 0,5% nos Estados Unidos, até o momento. A decisão do Fed já estava precificada, o repique de ontem foi apenas uma resposta natural ao susto exagerado da véspera. Por aqui, a Bovespa recuperou as perdas de anteontem, mas hoje o Fut. Abril perde em torno de 0,5%, quase sem negócios. Ontem, foram notadas recompras por parte de algumas corretoras internacionais, cujo saldo acabou sendo comprador para o dia, por volta de R$ 90 MM. A Petrobrás esteve mais fraca do que outros papéis principais, como sendo alvo de intenso giro intraday, influindo na menor evolução do IBrX50. Entretanto, seu presidente e o Ministro das Minas e Energia admitiram pela primeira vez, que poderão aumentar os preços dos derivados.
terça-feira, 18 de março de 2008
Abertura
Como comentado ontem, ainda que freqüentes, os sustos do mercado duram pouco no curto prazo: os mercados estão em forte repique hoje. No Japão, o Nikkei225 ganhou 1,5%, o Stoxx50 das blue chips européias vai subindo 2,7% até agora, enquanto o futuro do S&P500 ganha 1,4% no momento. Ontem mesmo, os índices americanos mostraram alguma reação, depois de um pânico inicial. Juros e dólar seguem em baixa, e petróleo e ouro, entre outras comodities, estabilizaram em níveis altos, abaixo dos topos recentes. Por aqui, o Fut. Abril também vai ganhando pouco mais de 2%, com volume regular, depois de intensa derrubada feita ontem pelas corretoras internacionais, especialmente aquelas ligadas a matrizes que atravessam momentos delicados: o saldo vendedor ontem passou de R$ 600 MM líquidos, quase um terço do saldo do mês, que já beira R$ 2 bilhões...Mais uma vez, as aparentemente prudentes previsões sinistras feitas de manhã, não se confirmaram, entre outros motivos porque a primária, queiram ou não, ainda é de alta (e há quinze anos...).
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