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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Fechamento (futuro)


Depois de alguma hesitação inicial, o índice prosseguiu o repique final de ontem, acomodando-se depois das 16 horas, com volume de 72 mil contratos. Com o ajuste, os indicadores terminaram abaixo de suas médias móveis, deixando o mercado indefinido.

Corretoras internacionais, às 15:00 h

Saldos modestos e equilibrados hoje, algumas recompras: os compradores somam +R$ 166 MM (Credit Suisse + 125) e vendedores - R$ 137 MM (Morgan Stanley - 61), deixando um saldo comprador de + R$ 29 MM.

Sinal

A volatilidade americana (VIX), calculada sobre prêmios de opções, continua perto dos máximos históricos, mas o outro indicador da moda, o TED (risco intra-bancário) começou a baixar.

Abertura

Fortes oscilações alternadas caracterizaram o dia de ontem, que terminou com forte alta nos índices americanos, ao sabor das explicações esfarrapadas desta ou daquela notícia, sem que houvesse uma novidade real. Como nenhuma das desgraças profetizadas se concretizou até agora, as cotações começam a atrair alguns compradores cautelosos, mas a turma que especula forte e alavancado ainda tenta manobras baixistas em todos os mercados, ações, comodities, moedas. No Japão, o repique do Nikkei225 foi de 2,78%, enquanto que na Europa, o Stoxx50 vai subindo cerca de 3%. Os futuros americanos mostram uma acomodação em torno de – 1%, por conta da repentina alta final da véspera. Por aqui, a forte baixa inicial foi quase totalmente revertida ontem, mas hoje e com pouco volume, o Fut. Dezembro já vai sendo empurrado para baixo (- 3,4%), já que alguns dos vendidos não conseguiu zerar ontem, mesmo com o leilão final movimentando mais de 10% do volume total...As atenções parecem estar na Petrobrás pn, cujo aluguel subiu de 13 para 33 MM de ações do dia 9 para cá, inclusive com 2 MM de ações sendo alugados ontem. Portanto, toda a cautela é pouca, a sensação é de que a chamada “troca de chumbo” aumentou muito, com as grandes corretoras comprando e vendendo lotes parecidos em cotações médias parecidas, talvez criando condições artificiais de mercado.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Fechamento (futuro)


Uma breve alta inicial logo foi revertida para nova e forte baixa, mas no início da tarde o mercado se acalmou, com algumas alternâncias de movimento, para finalmente repicar na hora final. Foram negcociados cerca de 97 mil contratos e os idnciadores terminaram acima de suas médias móveis, numa situação que sinalizaria mais repique para amanhã, se o mercado estivesse normal.

Corretoras internacionais, às 14:49 h

Quase todas na venda, somando - R$ 388 MM (Credit Suisse - 261, vendendo todas as principais ações), com raros compradores somando apenas +R$ 28 MM (Hedging Griffo + 23), deixando um saldo vendedor de - R$ 360 MM.

Abertura

Mais um dia de pânico histérico dos mercados, sob o pretexto de más cifras macro-econômicas americanas, que indicariam uma possível recessão futura (declarada desde o primeiro semestre de 2007 e que ainda não apareceu...). As quedas foram devastadoras em todas as Bolsas. Por tabela, o Nikkei225 caiu hoje 11,4%, mas aparentemente conscientes do exagero, os futuros americanos mostram pequeno repique em torno de 1,2%, mesmo com novos prejuízos dos grandes bancos nos trimestrais; com isso, a forte baixa inicial das blue chips européias recuou um pouco para em torno de 3% (Stoxx50). Por aqui, além do exemplo internacional sempre seguido com redobrado exagero, o dia de vencimento do futuro do índice e especialmente de opções sobre o índice, deram espaço para fortes manobras baixistas que incitaram o pânico de vendas, curiosamente provocando um repique na meia hora de acréscimo do pregão. Hoje, o Fut. Dezembro apresenta ganhos de 2,3% até agora, com volume regular. A preocupação com a economia real desapareceu ou o que houve ontem foi artificial ?

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