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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)


Como ontem, um fraco movimento no à vista e 73 mil contratos no futuro; uma abertura em alta logo foi substituida por monótona baixa e mais uma vez, uma reação no final. Os indicadores ficaram de lado, alternando altas e baixas, ficando acima das médias móveis no final. Mercado indefinido.

Ranking de PETR4


Depois dos solavancos de ontem, a turma está cautelosa e quase todos os principais operadores estão apenas no giro, inclusive o Credit Suisse.

Balancetes 9 meses

Abertura

Ao testar os mais recentes fundos relevantes, os índices americanos tiveram um inesperadamente forte repique, que dá bem a medida dos exageros que seguem acontecendo nos mercados. Por trás disso, a pouca clareza das informações que são divulgadas sobre a conjuntura e continuam as trapalhadas dos Governos em todo o mundo, responsáveis por boa parte do que aconteceu (frouxidão monetária, ausência de fiscalização) e tidos agora como “a única solução”, quando na verdade, continuam a ser o problema...Os mercados asiáticos (Nikkei225 + 2,72%) e europeu (Stoxx50 + 2,85%) repercutem o repique americano, enquanto que nos Estados Unidos, os futuros operam com baixa em torno de 0,8%, consolidando os fortes ganhos do final de ontem. Como o dólar cedeu um pouco entre as moedas, a maioria das comodities segue apresentando alguma recuperação. Por aqui, o volume foi pequeno, ainda que os derrubadores de Petrobrás e Vale ainda acrescentassem esforços na sua manobra baixista, sendo surpreendidos com a virada americana e tornando-se alvo fácil para serem apertados, como sugerem os rumores nas mesas... No pré-pregão, o Fut. Dezembro vai ganhando perto de 2% com movimento regular.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Fechamento (futuro)


Num dia nervoso (105 mil contratos), o índice teve breve alta inicial, voltou a ceder e nas horas finais, alternou baixas e altas, para fechar perto do máximo.
Os indicadores seguiram isso, serpenteando em torno de suas médias móveis, fechando bem acima delas, mas o mercado ainda está indefinido.

Corretoras internacionais, às 15:42 h

Hoje, saldos modestos: compradores + R$ 56 MM (Morgan Stanley, quem diria, + 33) e vendedores - R$ 95 MM (Credit Suisse -35), saldo vendedor líquido de - R$ 39 MM.

Abertura

A especulação continuou derrubando os mercados ontem, enquanto a mídia apresenta as explicações mais ridículas para o ocorrido, como a “preocupação com a economia” (depois de se ameaçar com a “pior depressão desde 1929” há mais de um ano, agora é que os investidores estariam preocupados, justamente quando os governos despejam bilhões em todo mundo para apoio das atividades...). Na Ásia, a baixa que teve aspectos de pânico, continuou hoje de modo geral (no Japão, Nikkei225 – 5,25%). Na Europa, as blue chips do Stoxxs50 abriram em baixa e caminham agora para a estabilidade e o mesmo acontece com os futuros americanos, no momento subindo em torno de 0,3%. Por aqui, uma óbvia manobra baixista (centrada em Petrobrás, sobre cujo lucro recorde logo apareceram relatórios tentando desmerecê-lo...), começou no pré-pregão, como comentamos, e se acelerou durante o dia, aproveitando a piora dos índices americanos. Duas ou três corretoras internacionais, cujas matrizes tinham quedas espetaculares lá fora, detonavam papel alugado e giravam grandes lotes em arbitragem com os ADRs, em transações que valeria a pena fiscalizar . Com isso, chegou-se a baixas absurdas para todo o mercado. No pré-pregão de hoje, como se fosse a coisa mais natural do mundo e sem qualquer novidade, o Fut.Dezembro sobe 0,4%, com volume regular.

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