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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Futuro do Ibovespa


Abrindo com grande gap para cima, o índice imediatamente entrou em ajuste e veio caindo até a hora final, chegando a romper o triângulo para baixo; o repique final trouxe a cotação até perto já do lado de cima da figura, que já está perto do seu vértice. O volume foi de 60 mil contratos e os indicadores ficaram praticamente de lado. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais, final do dia

Os saldos hojes foram um pouco maiores, predominando os compradores com +R$ 310 MM (Credit Suisse + 118, Pactual + 110), sendo os vendedores de -R$ 172 MM (Merrill Lynch - 138), ficando um saldo comprador de +R$ 138 MM.

Abertura

Depois de um dia relativamente fraco, os mercados estão agitados com cifras econômicas chinesas indicando grande recuperação naquela economia (vendas de imóveis e de veículos, entre outras). Na Ásia, o efeito foi imediato, provocando fortes altas (Nikkei225 + 2,09%), logo seguidas pelos índices europeus (Stoxx50 + 2,2%) e pelos futuros americanos (cerca de + 1,1%). A maioria das comodities está em alta também, porque além das notícias chinesas, o dólar cedeu entre as moedas, mesmo com novas altas nos juros no open market (petróleo US$ 71 o WTI). Por aqui, a Bovespa teve mais um dia de acomodação com volume fraco, com pouca atividade das corretoras internacionais. Não obstante, recuou um pouco o saldo de ações alugadas. No pré-pregão, o Fut.Junho está com 4,3 mil contratos negociados e alta de 1,5% e mesmo com a semana encurtada pelo feriado de amanhã, o dia promete mais movimentação.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Futuro do Ibovespa


Logo na abertura, o índice marcou a máxima do dia, recuando até o início da tarde, para recuperar um pouco até o final, com 58 mil contratos negociados; as barras dos últimos pregões vão se alinhando num triângulo e estão perto do suporte, prestes a ser testado. Nessa situação, a posição dos indicadoeres não está clara, mas estão pendendo ligeiramente mais para um rompimento para baixo da figura.

Corretoras internacionais, final do dia

Em mais um dia de fraco volume geral, estas corretoras tiveram saldos modestos e equilibrados: compradores de +R$ 168 MM (Credit Suisse +51, Pactual +41) e vendedores de -R$ 136 MM (JPMorgan -77, Hedging Griffo -57), deixando um saldo comprador de +R$ 32 MM.

Abertura

A semana começou cautelosa, com rumores sobre uma possível alta nos juros básicos americanos; na verdade, os juros andaram subindo no open market por outros motivos, vendas do Tesouro, fuga para as ações etc. (se os investidores achassem mesmo que os juros básicos fossem subir e corressem a comprar títulos, os juros cederiam no open...). Hoje, no Japão o Nikkei225 perdeu 0,8%, mas na Europa, o Stoxx50 vai ganhando 0,5% e os futuros nos Estados Unidos têm pequena alta de 0,2%. O dólar voltou a ceder entre as moedas, mas o petróleo subiu, enquanto a maioria das comodities está se ajustando ao câmbio. Por aqui, a Bovespa esteve também em acomodação com volume pequeno e novo saldo comprador das corretoras internacionais. Poucas alterações no aluguel de ações e na posição compradas dos estrangeiros no futuro do índice. O IBGE divulgou uma queda de 0,8% na evolução do PIB do primeiro trimestre, menos do que projetado pela maioria. No pré-pregão, o Fut.Junho está com 2,6 mil contratos negociados e alta de 0,9% e o dia parece que vai ser de movimento fraco outra vez.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Futuro do Ibovespa

O índice abriu com gap para baixo e esteve fraco, até um repique mais forte nas duas horas finais. O volume geral foi regular (52 mil contratos) e os indicadores também reagiram no final, para terminar acima de suas médias móveis. Mercado indefinido.

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