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terça-feira, 23 de junho de 2009

Futuro do Ibovespa


O índice chegou a marcar um novo mínimo no início da tarde, depois de uma abertura indecisa, mas melhorou um pouco no restante do pregão, terminando com um repique bem modesto, apesar do grande volume do dia (72 mil contratos); os indicadores, na sua atual sinalização altista, romperam para cima suas médias móveis, teoricamente apontando para mais recuperação amanhã.

Corretoras internacionais, final do dia

As ofertas públicas relativas ao grupo BRT, somando mais de R$ 2,5 bilhões e envolvendo todas as corretoras deste grupo, distorcem os numeros emncontrados, mostrando saldos compradores de +R$ 1,936 BB e saldos vendedores de -R$ 1,007 BB, deixando um saldo comprador de +R$ 929 MM; a comparação desses valores mostra que houve novamente uma forte pressão vendedora deste grupo.

Abertura

Mais uma segunda-feira em que, sem motivo lógico ou em cima de qualquer pretexto, os mercados passam por um mini-pânico de vendas: na semana passada, foi alguma coisa vaga que se entendeu da reunião do G7, agora a previsão (?) do Banco Mundial de que o mundo deverá estar em recessão neste ano (ninguém sabia...). Hoje, no Japão, ainda tivemos o reflexo disso, com o Nikkei225 perdendo 2,82%. Já na Europa, onde o Stoxx50 opera em estabilidade e nos futuros americanos, que ganham cerca de 0,5% até agora, as coisas estão mais calmas, ninguém se espante se houver um forte repique, por conta de que houve exageros antes, em cima de qualquer nova cifra econômica que apareça...O dólar cedeu espaço entre as moedas e isso está trazendo para baixo também a maioria das comodities. Por aqui, como sempre acontece em situações semelhantes, as corretoras internacionais derrubaram a Bovespa com fortes vendas, mesmo que a previsão do Banco Mundial em relação ao Brasil tenha sido favorável, comparativamente...Os investidores estrangeiros estão ainda com forte posição comprada no futuro do índice e o aluguel de ações andou diminuindo, especialmente em PETR4. No pré-pregão, o Fut. Agosto opera estável, com 2,5 mil contratos negociados.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Futuro do Ibovespa


Abrindo com forte gap para baixo, o índice não conseguiu recuperação, negociando na maior parte da tarde junto ao mínimo atingido, com volume de 50 mil contratos. Atingiu-se uma região abaixo das possíveis referências de suporte (antigas linhas de tendência), mas os indicadores novamente caíram bem menos, naquilo que forma a divergência altista descrita na teoria.

Corretoras internacionais, final do dia

Estas corretoras estiveram francamente na venda (saldos somando -R$ 393 MM, Credit Suisse -180, Pactual -56, Merrill Lynch -55) superando amplamente os saldos compradores de apenas +R$ 20 MM, deixando um saldo vendedor final de -R$ 373 MM.

Abertura

Depois de uma semana sem graça, fraca de movimentação, o dia começou confuso, pois na Ásia predominou a alta (no Japão, o Nikkei225 ganhou 0,41%) e de baixas até mais fortes na Europa (Stoxx50 – 1%) e nos futuros americanos (em torno de -0,8%). A causa está sendo apontada como mais um relatório do Banco Mundial prevendo retração de 2,9% na economia mundial, neste ano; é um pretexto meio esfarrapado, já que essa instituição costuma errar todas as suas projeções, mesmo refazendo-as de tempos em tempos e além disso, é uma perspectiva já descontada nos preços. O yen se fortaleceu entre as moedas e o petróleo tem uma queda maior entre as comodities, talvez na onda dessa mesma notícia sobre o Banco Mundial. Por aqui, a Bovespa teve uma semana fraca também e no pré-pregão, o Fut. Agosto está caindo 1,6% com 3,2 mil contratos. Se não aparecer algum evento efetivamente negativo, há boas chances de uma reversão durante o dia.

sábado, 20 de junho de 2009

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