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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Futuro do Ibovespa


Abrindo com gap de alta, o índice repicou até as 15 hs, quando chegou no inicio do gap da última segunda-feira; a partir daí, houve um colapso súbito nas duas horas finais, levando a uma leve baixa final. O volume foi de 72 mil contratos e os indicadores tiveram evolução semelhante, terminando abaixo de suas médias móveis e deixando o mercado indefinido.

Corretoras internacionais, final do dia

Apesar da baixa final, praticamente todas estas corretoras estiveram na compra, somando +R$ 282 MM (Credit Suisse +89, Citibank +69) vs apenas -R$ 9 MM de saldos vendedores (Morgan Stanley), restando um alto saldo comprador de +R$ 273 MM.

Abertura (ATRASADA)

Como comentado ontem, uma melhor cifra econômica (encomendas americanas de bens duráveis) e uma previsão econômica diferente (Mercado Comum Europeu, estimando melhor desempenho de suas economias), estão fazendo desaparecer as “preocupações” do início da semana, rapidamente, depois de um dia morno ontem. No Japão, o Nikkei225 ganhou 0,43%, na Europa, o Stoxx50 sobe 1,4% e os futuros americanos estão ganhando perto de 0,8%. Os juros cederam no open market, o dólar caiu mais um pouco entre as moedas e as comodities voltam a subir...Como se pode ver, as convicções mudam de um dia para o outro por dá cá aquela palha, denunciando que se trata apenas de movimentos especulativos de curtíssimo prazo. Por aqui, a Bovespa até esteve firme ontem, apesar das ofertas públicas relativas ao grupo BRT e ao lançamento da Visanet, que supostamente iriam afetar negativamente a liquidez. Até agora, o Fut. Agosto vai abrindo com alta de 1%, com volume alto de 8 mil contratos.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Futuro do Ibovespa


O índice chegou a marcar um novo mínimo no início da tarde, depois de uma abertura indecisa, mas melhorou um pouco no restante do pregão, terminando com um repique bem modesto, apesar do grande volume do dia (72 mil contratos); os indicadores, na sua atual sinalização altista, romperam para cima suas médias móveis, teoricamente apontando para mais recuperação amanhã.

Corretoras internacionais, final do dia

As ofertas públicas relativas ao grupo BRT, somando mais de R$ 2,5 bilhões e envolvendo todas as corretoras deste grupo, distorcem os numeros emncontrados, mostrando saldos compradores de +R$ 1,936 BB e saldos vendedores de -R$ 1,007 BB, deixando um saldo comprador de +R$ 929 MM; a comparação desses valores mostra que houve novamente uma forte pressão vendedora deste grupo.

Abertura

Mais uma segunda-feira em que, sem motivo lógico ou em cima de qualquer pretexto, os mercados passam por um mini-pânico de vendas: na semana passada, foi alguma coisa vaga que se entendeu da reunião do G7, agora a previsão (?) do Banco Mundial de que o mundo deverá estar em recessão neste ano (ninguém sabia...). Hoje, no Japão, ainda tivemos o reflexo disso, com o Nikkei225 perdendo 2,82%. Já na Europa, onde o Stoxx50 opera em estabilidade e nos futuros americanos, que ganham cerca de 0,5% até agora, as coisas estão mais calmas, ninguém se espante se houver um forte repique, por conta de que houve exageros antes, em cima de qualquer nova cifra econômica que apareça...O dólar cedeu espaço entre as moedas e isso está trazendo para baixo também a maioria das comodities. Por aqui, como sempre acontece em situações semelhantes, as corretoras internacionais derrubaram a Bovespa com fortes vendas, mesmo que a previsão do Banco Mundial em relação ao Brasil tenha sido favorável, comparativamente...Os investidores estrangeiros estão ainda com forte posição comprada no futuro do índice e o aluguel de ações andou diminuindo, especialmente em PETR4. No pré-pregão, o Fut. Agosto opera estável, com 2,5 mil contratos negociados.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Futuro do Ibovespa


Abrindo com forte gap para baixo, o índice não conseguiu recuperação, negociando na maior parte da tarde junto ao mínimo atingido, com volume de 50 mil contratos. Atingiu-se uma região abaixo das possíveis referências de suporte (antigas linhas de tendência), mas os indicadores novamente caíram bem menos, naquilo que forma a divergência altista descrita na teoria.

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