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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Futuro do Ibovespa


O índice começou o pregão em recuperação, como sugeriam os indicadores, mas no início da tarde voltou a recuar, até novo repique na hora final. Com isso, os indicadores mantiveram e até melhoraram sua posição, que sugere mais recuperação. O volume foi alto: 73 mil contratos.

Corretoras internacionais, final do dia

Novamente estas corretoras tiveram comportamento discreto, operando pouco, em proporção: os saldos vendedores foram de -R$ 175 MM (Credit Suiisse -67, Citi -56) e os saldos compradores de +R$ 110 MM (Merrill Lynch +48, Deutsche bank +35), restando um saldo vendedor de -R$ 65 MM.

Emissão da VALE

A emissão de Notas da Vale (cerca de US$ 1 bilhão), que provocou algum reboliço ontem, quando foi anunciada, ainda não está com todos seus detalhes divulgados, mas trata-se de Notas conversíveis em ações, justamente o estoque que a companhia tinha em tesouraria. Os preços de conversão foram fixados abaixo do mercado (de anteontem...) possivelmente para estimular a venda. Parece uma operação válida e que testou o prestígio mundial da empresa, com sucesso. Mais detalhes quando publicados.

Abertura

Nuvens de pessimismo ainda predominam nos mercados mundiais, à espera dos primeiros resultados do segundo trimestre: no Japão, uma valorização do yen derrubou a Bolsa e o Nikkei225 perdeu 2,35%. Na Europa (Stoxx50) e nos Estados Unidos (futuros), os índices estão operando até agora com levíssimas baixas de 0,2%; o dólar segue firme e isso, além do pretexto de que a recuperação das economias será lenta, continua provocando ajuste em quase todas as comodities. Por aqui, a Bovespa teve uma baixa maior, com maior volume também, ainda que as corretoras internacionais tenham sido vendedoras discretas; o aluguel de ações segue diminuindo. Com 3,4 mil contratos negociados, o Fut. Agosto está caindo 0,6% no pré-pregão.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Futuro do Ibovespa


O índice abriu em baixa e seguiu assim até o início da tarde, ao contrário do que sugeriam os indicadores no fechamento de ontem; começou então uma recuperação, que acabou abortando, quando na hora final houve novo recuo, inclusive para o mínimo do dia. O volume foi de 69 mil contratos e os indicadores mantiveram uma posição divergente, caindo menos ou mesmo subindo, enquanro caiam as cotações. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais, final do dia

Apesar de um considerável aumento no volume geral e de uma baixa mais pronunciada, estas corretoras operaram menos hoje em relação à véspera: os saldos vendedores somaram -R$ 229 MM (Morgan Stanley -115, Hedging Griffo -65) e os saldos compradores +R$ 88 MM (Pactual +55), deicxando um saldo vendedor de -R$ 141 MM.

Abertura

Depois de mais uma segunda-feira mal humorada, os mercados mundiais tentam se acalmar, depois de uma ligeira melhoria no final do pregão em Wall Street. O dólar está perdendo seus ganhos de ontem e com isso, faz melhorarem as cotações das comodities. No Japão, o Nikkei225 caiu 0,34%, na Europa, o Stoxx50 sobe 0,4% (melhores cifras industriais na Alemanha) e os futuros americanos operam com leves baixas de 0,2%, até agora. Por aqui, a Bovespa teve movimento fraco e o Ib90ovespa cedeu 0,61%. O destaque foi uma forte pressão vendedora de quase todas as corretoras internacionais, ao mesmo tempo que cedia o aluguel de ações, especialmente o de PETR3, que subira subitamente na sexta-feira. Com 3,6 mil contratos negociados, o Fut. Agosto está caindo 0,4% no pré-pregão, mesmo que a Moodys esteja animada a nos dar também o grau de investimento, menos “preocupada” que o nosso mercado...

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