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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Futuro do Ibovespa


O índice teve um dia lateral e de poucos negócios (34 mil contratos), começando em baixa e melhorando ao longo do dia. Os indicadores se mantiveram por todo o pregão acima de suas médias móveis, o que é um sinal altista, mas o mercado está indefinido.

Corretoras internacionais, final do dia

Num dia de movimento muito baixo, estas corretoras também operaram pouco, salvo o principal vendedor Credit Suisse (-152, de um total de saldos vendedores de -R$ 179 MM). Os saldos compradores chegaram a +R$ 105 MM (Pactual +36), ficando um saldo vendedor de -R$ 74 MM.

Abertura

Se ontem, algumas cifras melhores ensejaram modestos repiques nos mercados, mas hoje voltaram as “preocupações”, mesmo que o déficit comercial americano tenha vindo bem menor do que projetado e novas estatísticas favoráveis sobre a economia européia tenham sido divulgadas. Os efeitos até agora, são confusos: juros em baixa no open market, forte queda do euro e comodities em ajuste negativo. No Japão, o Nikkei225 perdeu mínimos 0,04% enquanto que, até agora, os índices na Europa (Stoxx50) e nos Estados Unidos (futuros) perdem cerca de 0,7%. Por aqui, a Bovespa teve a quinta baixa seguida na quarta-feira, novamente com vendas discretas pelas corretoras internacionais; o aluguel de ações voltou a ter súbito aumento, especialmente em VALE5. As fortes oscilações desses dados sugerem que apostas de curtíssimo prazo estão sendo feitas e desfeitas com grande velocidade. Com 2,5 mil contratos negociados, o Fut. Agosto está caindo 0,5% no pré-pregão.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Futuro do Ibovespa


O índice começou o pregão em recuperação, como sugeriam os indicadores, mas no início da tarde voltou a recuar, até novo repique na hora final. Com isso, os indicadores mantiveram e até melhoraram sua posição, que sugere mais recuperação. O volume foi alto: 73 mil contratos.

Corretoras internacionais, final do dia

Novamente estas corretoras tiveram comportamento discreto, operando pouco, em proporção: os saldos vendedores foram de -R$ 175 MM (Credit Suiisse -67, Citi -56) e os saldos compradores de +R$ 110 MM (Merrill Lynch +48, Deutsche bank +35), restando um saldo vendedor de -R$ 65 MM.

Emissão da VALE

A emissão de Notas da Vale (cerca de US$ 1 bilhão), que provocou algum reboliço ontem, quando foi anunciada, ainda não está com todos seus detalhes divulgados, mas trata-se de Notas conversíveis em ações, justamente o estoque que a companhia tinha em tesouraria. Os preços de conversão foram fixados abaixo do mercado (de anteontem...) possivelmente para estimular a venda. Parece uma operação válida e que testou o prestígio mundial da empresa, com sucesso. Mais detalhes quando publicados.

Abertura

Nuvens de pessimismo ainda predominam nos mercados mundiais, à espera dos primeiros resultados do segundo trimestre: no Japão, uma valorização do yen derrubou a Bolsa e o Nikkei225 perdeu 2,35%. Na Europa (Stoxx50) e nos Estados Unidos (futuros), os índices estão operando até agora com levíssimas baixas de 0,2%; o dólar segue firme e isso, além do pretexto de que a recuperação das economias será lenta, continua provocando ajuste em quase todas as comodities. Por aqui, a Bovespa teve uma baixa maior, com maior volume também, ainda que as corretoras internacionais tenham sido vendedoras discretas; o aluguel de ações segue diminuindo. Com 3,4 mil contratos negociados, o Fut. Agosto está caindo 0,6% no pré-pregão.

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