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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Futuro do Ibovespa


Abrindo com gap para cima, o índicve teve comportamento semelhante ao de ontem, subindo por quase todo o pregão e ajustando um pouco no final. Os indicadores estão pouco acima do meio da escala e tocaram suas médias móveis no final. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais (fim do dia)

Ao contrário de ontem, o volume destas corretoras hoje foi elevado: os saldos compradores somaram +R$ 230 MM(Merrill Lynch +97, JPMorgan +92), mas os saldos vendedores chegaram a -R$ 444 MM (Pactual -238, Morgan Stanley -104), restando um grande saldo vendedor de -R$ 214 MM.

Abertura

O repique dos mercados, após as fortes perdas mais recentes não se materializou ontem e hoje também ainda não se firmou: no Japão, o Nikkei225 fechou perdendo 0,19%, na Europa, o Stoxx50 está caindo 0,15% e nos Estados Unidos, que chegou a estar mais forte ontem e desabou no final, o futuro do S&P500 está ganhando agora perto de 0,7%. Não aconteceu nada de novo, nem positivo nem negativo, moedas e comodities flutuam mais ou menos em estabilidade. Por aqui, o exercício de opções na Bovespa chegou a uns R$ 2 bilhões, mais do que se imaginava, por conta de algumas operações especiais que foram roladas (financiamento de posições) em papéis que não os principais. As corretoras internacionais tiveram participação modesta, se comparada com a de janeiro, e o saldo do dia foi levemente comprador. O aluguel de ações ficou na mesma e a posição comprada por investidores estrangeiros no futuro do índice subiu ligeiramente, de 2 para apenas 3 mil contratos, sem muito volume. A posição comprada pelos mesmos investidores no dólar futuro subiu de 91 para 99 mil contratos. No pré-pregão, o Fut. Fevereiro opera em alta de 1% (o volume não está sendo divulgado...).

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Futuro do Ibovespa


O mercado repicou hoje, como sugeriam os indicadores em valores mínimos e também depois de dois dias de baixas bruscas; com volume muito pequeno de 40 mil contratos, o repique foi bem acanhado, ainda mais que o índice cedeu terreno nas horas finais. Pela posição dos indicadores, é possível que a acomodação seja retomada amanhã.

Corretoras internacionais (fim do dia)

Num dia de maior volume geral, estas corretoras tiveram desempenho modesto e equilibrado: os saldos compradores somaram +R$ 179 MM (Credit Suisse +109) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 169 MM (Merrill Lynch -59, Brascan -36, Pactual -31), restando um pequeno saldo comprador de R$ 10 MM.

Abertura

A reunião do G-7 no fim de semana prometeu monitorar de perto a situação da Grécia e recomendou a manutenção dos estímulos às respectivas economias, o que era mais ou menos o que se esperava e que ajudou na reação final do mercado americano na sexta-feira, após as perdas recentes. No Japão, o Nikkei225 ainda caiu 1,05%, por conta do yen ainda muito firme entre as moedas. Na Europa (Stoxx50) e nos Estados Unidos (futuro do S&P500), os índices parecia que iam ter um repique mais forte, mas até agora operam com leves baixas em torno de 0,1%. As comodities também ainda não conseguiram firmar qualquer recuperação maior. Por aqui, a Bovespa não conseguiu maiores recuperações na sexta-feira, com as corretoras internacionais com saldo vendedor de –R$ 117 MM. O aluguel de ações subiu de novo e a posição comprada por investidores estrangeiros no futuro do índice caiu, de 14 para apenas 2 mil contratos (vindo de mais de 60 mil no fim do ano...). A posição comprada pelos mesmos investidores no dólar futuro subiu de 73 para 91 mil contratos. No pré-pregão, o Fut. Fevereiro opera em estabilidade e volume pequeno de 2,2 mil contratos. Com a baixa, o exercício de opções hoje deve ser bem menor, cerca de R$ 800 MM.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

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