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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Futuro do Ibovespa


Depois da abertura com grande gap para baixo, o índice cedeu ainda mais, até a região dos fundos de agosto, fechando um pouco acima das mínimas do dia. O volume foi enorme, 145 mil cts, e os indicadores cairam menos do que as cotações, iniciando uma divergência sinalizadora de repique, normal em dias como os de hoje.

Corretoras internacionais (final do dia)

Num dia de pânico, os saldos vendedores montaram a -R$ 670 MM (JPMorgan -233, Morgan Stanley -231) e os saldos compradores somaram apenas +R$ 161 MM (Crwedit Suisse +113), ficando um grande saldo vendedor de -R$ 509 MM.

Abertura

A esperada decisão do FED de injetar recursos na economia americana, via operações com títulos, veio acompanhada de comentários sobre os riscos da atual conjuntura, para justificar a atitude das autoridades. Isso está sendo pretexto de gigantescas manobras baixistas em todos os mercados, provocando pânico geral, um pânico ilógico como sempre, já que até então o que se temia era que o FED não estimulasse a economia, por conta do déficit fiscal... No curtíssimo prazo, o desalento provocado é enorme:no Japão, o Nikkei225 perdeu 2,07%, na Europa, o Stoxx50 vai recuando incríveis 4,3% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 está em baixa de 2%, até o momento. Os juros estão caindo forte no open market, as comodities estão caindo, apenas o dólar, ironicamente, está em alta... Por aqui, a Bovespa fechou com baixa moderada, precipitada no final do pregão, que teve volume acima da média e saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações, subiram os saldos de VALE5 e PETR4. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -50 para -47 mil contratos. A posição comprada dos não residentes no futuro de dólar passou de +97 para +129 mil contratos. No pré pregão, o futuro Outubro opera em baixa de 2,8%.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Futuro do Ibovespa


O índice, que havia fechado em cima da média móvel de 200 barras, repicou até o final do dia, mas desabou na últimsa hora e meia, voltando a cruzar aquela média. O volume subiu para 116 mil cts e os indicadores tiveram desempenho semelhante, voltando a fechar abaixo de suas médias móveis. Mercado segue indefinido.

Corretoras internacionais (final do dia)

Quase todo o grupo esteve na venda, com saldos de -R$ 264 MM (Pactual -75), enquanto os poucos saldos compradores somavam apenas +R$ 76 MM, restando um saldo vendedor de -R$ 188 MM.

Abertura

Na Europa, na ausência de decisões, a Bolsa segue em ritmo de montanha russa ontem, um repique razoável da forte baixa da segunda-feira, e hoje, uma abertura em alta e novo declínio agora (Stoxx50 -1,2%). No Japão, com tufão e tudo, alta de 0,23% para o Nikkei225, enquanto que nos Estados Unidos, em dia de resolução do FED, os futuros operam perto da estabilidade. O dólar voltou a subir vs o euro e isso proporciona pequenas variações positivas na maioria das comodities. Por aqui, a Bovespa fechou com nova queda, atribuída a um aumento nas apurações intermediárias de inflação, com volume pouco acima da média e modesto saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações, os saldos de Vale seguem subindo. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -51 para -50 mil contratos. A posição comprada dos não residentes no futuro de dólar passou de +88 para +97 mil contratos. No pré pregão, o futuro Outubro opera em estabilidade.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Futuro do Ibovespa


Após um início indeciso, o índice começou a repicar, mas perdeu sustentação nas duas horas finais, recuando bastante. O volume foi de 86 mil cts e os indicadores ficaram fracos também, abaixo de suas médias móveis. Mercado indefinido.

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