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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Futuro do Ibovespa


O indice abriu com gap para cima, cobrindo com sobras o gap de ontem; depois, recuou e praticamente cobriu o gap de hoje mesmo, para voltar a melhorar até o final. Por enquanto, a antiga faixa de resistência comprovou ter assumido a função de suporte. O volume foi de 94 mil cts e os indicadores estiveram firmes, ficando de lado nas horas finais. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais (final do dia)

Oas saldos compradores somaram +R$ 191 MM (Morgan Stanley +134) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 135 MM (Pactual -50), restando um saldo comprador de R$ 56 MM.

Abertura

Enquanto se arrasta a tragicomédia grega, os mercados seguem repicando, depois do susto da segunda-feira, quando da súbita manobra política do ministro grego, que agora parece estar por renunciar: no Japão, o Nikkei225 recuou 2,21% em meio a nova fofoca política local, mas na Europa, o Stoxx50 vai ganhando 1,5% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 sobe 0,8%, até o momento. O euro volta a se fortalecer e o mesmo acontece com boa parte das comodities. Por aqui, a Bovespa fechou com nova baixa forte na terça, com volume acima da média e pequeno saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações, os saldos de Petrobrás subiram e os de Vale caíram. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -47 para -52 mil contratos. A posição dos não residentes no futuro de dólar passou de comprada em +29 para vendida em -17 mil contratos. No pré pregão, o futuro Dezembro opera em alta de 0,8%.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Futuro do Ibovespa


O índice abriu com enorme gap para baixo, cobrindo o de sexta-feira e penetrando de volta na faixa de resistência; esta, funcionou agora como suporte e imediatamente originou um repique que durou até o final, ainda no negativo. O volume subiu para 109 mil cts e os indicadores, que haviam chegado a valores baixos no início, também repicaram para terminar acima de suas médias móveis. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais (final do dia)

Num dia equilibrado, os saldos foram pequenos: os compradores somaram apenas +R$ 95 MM (Goldman Sachs +38) e os vendedores mal chegaram a -R$ 140 MM (JPMorgan -56), ficando um pequeno saldo vendedor de -R$ 45 MM.

Abertura

Uma manobra política surpreendente do Primeiro Ministro grego, propondo um referendo popular para aprovar o plano de austeridade exigido pelos credores para a liberação do apoio financeiro. Feita em meio a intermináveis e graves protestos públicos locais, a proposta trouxe de volta sérios temores quanto à situação européia. A manobra, feita nas vésperas de mais uma reunião importante do G20, parece uma chantagem para arrancar cláusulas mais favoráveis, mas em todo o caso os mercados se assustaram: no Japão, o Nikkei225 perdeu 1,70%, na Europa, o Stoxx50 vai recuando 4,% (!) e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 está caindo 2,4%, até agora. O euro voltou a cair entre as moedas e arrasta na baixa a maior parte das comodities. Por aqui, a Bovespa fechou com baixa intensa, tendo volume na média e saldo comprador pequeno das corretoras internacionais. No aluguel de ações, os saldos de Petrobrás subiram. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -50 para -47 mil contratos. A posição comprada dos não residentes no futuro de dólar passou de +33 para +29 mil contratos. No pré pregão, o futuro Dezembro opera em baixa de 2,7%.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Futuro do Ibovespa


O índice abriu com gap para baixo, tentou reagir mno meio do pregão, mas voltou a cair nas horas finais, sem cobrir o grande gap da sexta-feira. O volume foi de 56 mil cts e os indicadores seguiram caindo, abaixo de suas médias móveis. Mercado indefinido.

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