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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Futuro do Ibovespa

O índice abriu com pequeno gap de baixa, repicou para cobri-lo, mas voltou a cair até o início da tarde; depois, novo repique, para terminar com mínima alta. O volume foi de 80 mil cts e os indicadores oscilaram como a cotação, terminando acima de suas médias móveis. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais (final do dia)

Os saldos compradores somaram +R$ 225 MM (Citi +51) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 497 MM (Merrill Lynch -276), restando um saldo vendedor de -R$ 182 MM.

Abertura

Os mercados ainda operam um pouco assustados com as perdas de ontem, mas ensaiam uma estabilização: no Japão, onde ocorreu a maior queda ontem, houve fortes oscilações e o fechamento foi em repique de 0,88%; na Europa (Stoxx50) e nos Estados Unidos (futuro do S&P500), os índices estão com perdas de 0,4%, até o momento. O dólar segue mais fraco entre as moedas e a maioria das comodities opera com pequenas baixas. Por aqui, o Ibovespa fechou em baixa, reagindo um pouco de uma fraca abertura, com volume bem abaixo da média de abril e grande saldo vendedor das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, os saldos recuaram. A posição vendida dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de -61 para -34 mil contratos, numa mudança brusca. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -143 mil para -141 mil contratos. No pré pregão, o futuro Junho opera em baixa de 0,7%. ,P.,P.,P.,P.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Futuro do Ibovespa

Como costuma acontecer em ocasiões semelhantes (noticiário mexendo com mercados internacionais antes da abertura), o índice abriu com largo gap de baixa, fez a mínima do dia a seguir e logo repicou, cobrindo o gap no meio da tarde e subindo mais um pouco, para fechar com pequena baixa. O volume foi de 94 mil cts e os indicadores também cederam e repicaram, terminando acima de suas médias móveis. Mercado indefinido.

Corretoras internacionais (final do dia)

Os saldos compradores somaram +R$ 257 MM (UBS +143) e os saldos vendedores chegaram a -R$ 517 MM (Merrill Lynch -248), restando um saldo vendedor de -R$ 260 MM.

Abertura

Declarações confusas do presidente do FED (“os estímulos continuam, mas um dia terminarão”, o que é óbvio...) e uma pequena contração na produção industrial da China estão assustando exageradamente os mercados desde a tarde de ontem: no Japão, o Nikkei225 caiu incríveis 7.32%, talvez corrigindo os fortes ganhos recentes, enquanto que na Europa, o Stoxx50 vai perdendo 2,2% e nos Estados Unidos, onde já houve queda no final de ontem, o futuro do S&P500 perde 1%, até agora. Os juros voltaram a subir no open market, o dólar ganha um pouco sobre o euro, mas perde para o yen e a maioria das comodities opera em baixa, exceto os metais preciosos. Por aqui, o Ibovespa fechou em pequena alta, com volume na média de abril e grande saldo comprador das corretoras internacionais. No aluguel de ações líderes, os saldos recuaram, exceto o de PETR4, que ligeiro aumento. A posição vendida dos investidores não residentes no futuro de dólar passou de -51 para -61 mil contratos. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de -149 mil para -143 mil contratos. No pré pregão, o futuro Junho opera em baixa de 0,8%.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Futuro do Ibovespa

O índice abriu com forte alta, superando os topos mais recentes, mas logo entrando em acomodação pelo resto do pregão, repicando de novo nas horas finais, para terminar bem acima do à vista, pela primeira vez em algum tempo. O volume disparou para 120 mil cts e os indicadores, que haviam esticado bastante, recuaram para terminar abaixo de suas médias móveis. Mercado indefinido.

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