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segunda-feira, 14 de março de 2011
Abertura
A situação no Japão segue assustando o mundo todo: por lá, o Nikkei225 reabriu com forte baixa de 6,18% (o setor de construção civil teve grandes altas e outras Bolsas na Ásia subiram...), enquanto na Europa, o Stoxx50 vai recuando 0,4% e o futuro do S&P500, nos Estados Unidos, está caindo 0,6%, até agora. O dólar voltou a cair vs o euro e estranhamente segue perdendo terreno para o yen... Há ainda ajustes negativos na maioria das comodities, apenas os metais preciosos seguem com algum ganho. Por aqui, a Bovespa teve alta, com volume acima da média e saldo comprador das corretoras internacionais (+ R$ 214 MM). No aluguel de ações, todos os saldos aumentaram um pouco. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de – 41 mil para - 36 mil contratos. A posição vendida dos não residentes no futuro de dólar passou de – 100 mil para -88 mil contratos. No pré pregão, o futuro Abril opera em baixa de 0,6%.
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3 comentários:
Uma explicação para a valorização do yen (não se sabe se isso vai durar...) foi uma lembrança do que aconteceu depois do terremoto em Kobe em 1995: as seguradoras venderam rapidamente ativos estrangeiros para fazer caixa em yen...
Prof. por aq a Vale segue em foco... com o governo batendo na tecla da saida de Roger da presidencia insistentemente. Vamos supor que aconteca o provavel e ele realmente saia, qual seria o impacto nas acoes? e no caso da saida o governo conseguir oq quer q é a vale focar seus investimentos no Brasil, o Sr consegue prever o impacto disso tbm nas acoes?
Nenhuma empresa do porte da Vale depende de qualquer um de seus dirigentes: tanto o conselho de acionistas como o colégio executivo são entes coletivos, ao qual se soma o corpo de funcionários. Evidentemente, bons conselheiros, dirigentes, funcionarios fazem falta, mas não há insubstituíveis. Então, toda essa história com o Agnelli, oriunda de uma das besteiras que ele fez, a demissão coletiva quando a crise já tinha até amainado, é uma especulação inútil. O governo tem apenas poder indireto de pressão no caso, não tem poder legal e também não pode obrigar a empresa a pagar mais caro por produtos brasileiros quando pode adquirir melhor e mais barato lá fora. A influência que um e outro evento possa causar, a medio e longo prazo, é nenhuma.
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