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quarta-feira, 30 de março de 2011
Abertura
Os mercados estiveram em pausa por uns dois dias e agora tentam retomar a alta: no Japão, o Nikkei225 repicou com força (+2,64%), por conta de uma correção do yen entre as moedas, na Europa, o Stoxx50 vai ganhando 0,9% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 está subindo 0,5%, até agora. Afora o ajuste do yen, há estabilidade entre as moedas e também nas comodities. Por aqui, a Bovespa teve pequena alta, com volume acima da média e saldo comprador das corretoras internacionais (+ R$ 75 MM). No aluguel de ações, os saldos ficaram mais ou menos na mesma. A posição vendida dos investidores estrangeiros no futuro do índice passou de – 34 mil para – 31 mil contratos. A posição vendida dos não residentes no futuro de dólar passou de – 115 mil para -139 mil contratos, apesar das novas medidas do governo. No pré pregão, o futuro Abril opera em alta de 0,5%.
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2 comentários:
Boa tarde, professor.
Que sequência impressionante de dias com mercado indefinido, não?
Na primeira página do Jornal do Commercio de hoje há uma manchete
de que "Ações Brasileiras Estão no Menor Preço Relativo de 2009".
Já em outro jornal, O Globo, ainda que se desconte a "urubologia" anti-governo deste periódico, há uma reportagem sobre a Standard & Poor´s dizendo que poderia rebaixar a nota do Brasil por fatores fiscais. O mais lamentável é que ainda existem fundos de investimentos que dão ouvidos a esses insensatos que não surpreenderiam se aumentassem o "rating" da Líbia neste momento. Interesses inconfessáveis?
Apesar de tudo, estamos sempre perto dos 73 mil do topo nominal. Veja artigo no próximo V&M sobre "porque os mercados não caem", afinal, está acontecendo tanta coisa nova.
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