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quinta-feira, 29 de abril de 2010
Abertura
Apesar da intensidade das baixas de terça-feira, tudo parece não ter passado de mais um desses faniquitos provocados nos mercados em cima de noticiário: os rebaixamentos de notas de crédito de alguns países foram mínimos e os socorros necessários já estavam em plena negociação. Há muito sensacionalismo na mídia e muito ataque especulativo nos derivativos...Ontem, as recuperações já se anunciavam e hoje estão em pleno andamento: na Grécia, os índices sobem mais de 7%, o Stoxx50 europeu vai ganhando 1% e o futuro do S&P500 vai subindo 0,7%, até o momento (no Japão, mais um feriado...). O euro mostra leve reação e as comodities estão mais ou menos na mesma, o petróleo melhorou um pouco. Por aqui, a Bovespa teve uma recuperação moderada ontem, com volume mais alto e afinal um saldo comprador das corretoras internacionais (+R$ 59 MM). Como se poderia esperar, os saldos de aluguéis de ações diminuíram bastante, inclusive o de PETR4 (de 92 para 60 MM). A posição comprada por investidores estrangeiros no futuro do índice subiu de +15 para +23 mil contratos. A posição vendida dos mesmos investidores no dólar futuro diminuiu de -114 para -87 mil contratos. No pré-pregão, o Fut. Junho está subindo 1,4%, com volume de 5,4 mil contratos.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Futuro do Ibovespa
Corretoras internacionais (fim do dia)
Um dia de saldos pequenos e equilibrados: os saldos compradores somaram +R$ 147 MM (Pactual +37) e os vendedores foram de -R$ 88 MM (Hedging Griffo - 31), ficando um saldo comprador de +R$ 59 MM, pela primeira vez em muitos dias.
Retomando...
Depois de um apagão do Virtua, de mais de 24 horas:
Por incrível que pareça, agencias de rating ainda são levadas em conta pelos mercados, explicando a queda assustada nas cotações em geral(menos os metais preciosos), por mais que seja uma história velha e o rebaixamento tenha vindo bem atrasado (e tenha sido de pequena monta...). Hoje, já se fala que se não deixaram grandes bancos quebrarem, países mesmo é que não quebrarão (mas seus credores vão sofrer...). Como sempre, nada disso tem muito a ver com o Brasil, mas derrubam aqui também. O volume foi grande ontem, imagino que as corretoras internacionais tenham feito mais um enorme saldo vendedor (hoje, até agora, está um pouco mais comprador por cerca de +R$ 40 MM), mas não houve alterações importantes nos aluguéis ou nas posições nos mercados futuros. Petrobras está caindo menos do que Vale, apesar de ter aumentado o saldo alugado nos últimos dias. Há muito indicadores em valores baixos, então deve haver alguma consolidação, mas a baixa iniciada em 9 de abril parece que vai continuando, aos poucos e póderá ser influenciada pelos resultados que vão começar a sair.
Por incrível que pareça, agencias de rating ainda são levadas em conta pelos mercados, explicando a queda assustada nas cotações em geral(menos os metais preciosos), por mais que seja uma história velha e o rebaixamento tenha vindo bem atrasado (e tenha sido de pequena monta...). Hoje, já se fala que se não deixaram grandes bancos quebrarem, países mesmo é que não quebrarão (mas seus credores vão sofrer...). Como sempre, nada disso tem muito a ver com o Brasil, mas derrubam aqui também. O volume foi grande ontem, imagino que as corretoras internacionais tenham feito mais um enorme saldo vendedor (hoje, até agora, está um pouco mais comprador por cerca de +R$ 40 MM), mas não houve alterações importantes nos aluguéis ou nas posições nos mercados futuros. Petrobras está caindo menos do que Vale, apesar de ter aumentado o saldo alugado nos últimos dias. Há muito indicadores em valores baixos, então deve haver alguma consolidação, mas a baixa iniciada em 9 de abril parece que vai continuando, aos poucos e póderá ser influenciada pelos resultados que vão começar a sair.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Abertura
Como sempre, após um dia mais animado (já andou perdendo forças no fechamento...), os mercados voltam a enfraquecer e os pretextos são também os de sempre: Grécia, Portugal, Goldman Sachs, resultados trimestrais...No Japão, o Nikkei225 ainda ganhou +0,42%, mas na Europa, o Stoxx50 vai perdendo 1,4% e nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 está recuando -0,4%, até o momento. Hoje, com a mesma firmeza do dólar entre as moedas, a maioria das comodities está apresentando ajustes negativos, especialmente o petróleo. Por aqui, a Bovespa cedeu bastante no final, num dia de movimento muito fraco, com mais um saldo vendedor (-R$ 139 MM) das corretoras internacionais. Continua diminuindo o aluguel de VALE5 ( recuando de 64 para 63MM), e aumentando o de PETR4 (de 85 para 93 MM). A posição comprada por investidores estrangeiros no futuro do índice caiu de +16 para +15 mil contratos. A posição vendida dos mesmos investidores no dólar futuro aumentou de -97 para -114 mil contratos, na contramão dos resultados da balança comercial e desafiando as compradas diárias do Banco Central, talvez por conta de ingressos que já se sabe que vão entrar.... No pré-pregão, o Fut. Junho está caindo 0,6%, com volume de 5,6 mil contratos.
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