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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Corretoras internacionais, final do dia
Um dia de saldos bem pequenos, quase todos na venda, onde somaram - R$ 94 MM (Morgan Stanley - 25), enquanto poucos compraram +R$ 32 MM (Pactual + 25), ficando o saldo vendedor em - R$ 62 MM.
Fechamento (futuro)

O índice abriu com gap para baixo e foi recuando até o meio da tarde, quando reverteu com bastante intensidade (antes da virada do mercado americano...), ficando positivo, para depois fechar com levíssima baixa. A linha de baixa segue sendo testada. O volume foi mais fraco, 50 mil contratos, mas aumentou muito nessa correria de (re) compra do final. Os indicadores também reagiram, depois da queda inicial e terminaram acima de suas médias móveis, mas o mercado continua muito incerto e manipoualdo, para um lado e para o outro.
Abertura
Prossegue o mau humor dos mercados, reagindo mais intensamente às más notícias do que às boas, como se espera de um mercado de baixa. No Japão, o Nikkei225 deu uma despencada de 3,81% enquanto que na Europa, as blue chips vão perdendo cerca de 1,35% (Stoxx50). Nos Estados Unidos, o mercado oscilou bastante ontem e esteve fraco e hoje, os futuros apresentam quedas fortes para o horário, perto de 2%. Os resultados corporativos estão aparecendo dentro do esperado, mas não são bons (naturalmente) e as empresas procuram ser bastante conservadoras em suas orientações para o futuro. Os juros seguem subindo e o dólar também, enquanto que entre as mercadorias ocorrem altas e baixas. Por aqui, a Bovespa teve movimento regular, abrindo em alta, recuando depois quase até o final, quando teve algum repique. Houve alguma devolução de ações alugadas e no futuro, as posições líquidas ficaram mantidas. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro perde cerca de 1,7% com menos de dois mil contratos negociados.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Corretoras internacionais, final do dia
Mais um dia de saldos modestos e relativamente equilibrados: os saldos compradores foram de +R$ 103 MM (Pactual + 33) e os vendedores de - R$ 154 MM (Morgan Stanley -52, Credit Suisse - 41), ficando um saldo vendedor de - R$ 51 MM.
Fechamento (futuro)

Abrindo com pequeno gap de alta, o índice logo perdeu força e veio caindo gradualmente até o meio da tarde, repicando nas duas horas finais, com volume de 68 mil contratos. A recente linha de baixa continua sendo testada, mas as oscilações vem ocorrendo logo abaixo da MM de 200 barras. Os indicadores oiscilaram menos, especialmente na queda e sinalizaram uma divergência altista, terminando pouco acima de suas médias móveis.
Abertura
Depois de um forte repique ontem, proporcional à queda exagerada de terça-feira, o mercado americano apresenta hoje um cenário confuso: juros, dólar e petróleo (entre outras comodities...) em alta, como se houvesse renovada esperança numa melhoria da economia e futuros de índices em baixa de 0,5%, a não ser o do Nasdaq (alta com resultados da Apple e da IBM). No Japão, houve alta (Nikkei225 + 1,90%) e o mesmo vai ocorrendo na Europa (Stoxx50 + 0,6%) até o momento. Por aqui, a Bovespa também repicou com alguma intensidade, ainda que mais na última hora do pregão. A turma da venda mantém altos o aluguel de ações e o descoberto no futuro do índice (segundo os dados oficiais), mas sua pressão no à vista foi menor ontem. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro está subindo cerca de 0,9%, com dois mil contratos negociados até agora. A Vale anunciou que manteve um ambicioso programa de investimentos em 2008 e que sua produção caiu cerca de 26% no último trimestre, em relação ao anterior, devido à paralisação de várias unidades; é preciso cuidado com a análise desse fato, já que ainda que isso induza à noção de uma forte queda nas vendas, ao mesmo tempo indica redução importante nos custos e despesas.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Corretoras internacionais, final do dia
Saldos mais modestos hoje e equilíbrio: os saldos compradores foram de +R$ 115 MM (Merrill Lynch + 34) e os vendedores de - R$ 149 MM (Morgan Stanley - 102), ficando um saldo vendedor de - R$ 34 MM.
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