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sexta-feira, 2 de maio de 2008

Fechamento (futuro)


Como previsto, o índice esticou mais a alta anterior, especialmente na primeira hora, acomodando-se moderadamente daí até o final. Os indicadores inicialmente atingiram a linha de retorno e tiveram o conseqüente ajuste, terminando por cortar suas médias móveis para baixo, levemente. O mercado ficou, assim, indefinido, ainda que o padrão esperado seja o de altas sucessivas com realizações intraday, como ocorreu hoje.

Corretoras internacionais, às 14:00 h




Saldo comprador para o grupo, não tão grande quanto poderia se pensar pelo volume geral gigantesco que está projetado. Quase todas compram muita BOVH3...

Abertura

A confiança vai retornando aos pouco aos mercados globais, fazendo com que os índices americanos rompam resistências e sinalizem uma provável retomada da alta, como mostraram os ganhos de ontem. Hoje, o futuro do S&P500 está com leve ganho de 0,2% até agora, com o dólar se mantendo firme, mesmo com alguma redução nos juros. Petróleo e metais preciosos tiveram perdas fortes, mas metais e alimentos mantiveram suas cotações, de modo geral. Em alta também as Bolsas da Ásia (Nikkei225 + 2,05%) e da Europa (Stoxx50 + 1,10%), com destaque para o setor financeiro. Por aqui, a Bovespa teve alta espetacular assim que foi divulgada notícia do grau de investimento, com volume enorme. Algumas corretoras internacionais que vinham derrubando as blue chips foram pegas de surpresa e tentaram manter pressão de venda, inclusive vendendo ADRs ontem em New York, mas não conseguiram controlar os preços. Hoje poderá ser um dia de corrida dos vendidos que precisarem cobrir posições e no pré-pregão, o Fut. Junho vai ganhando cerca de 2,8% com bom volume. A Petrobrás passou a contar com duas vantagens, o aumento nos derivados e a redução do preço internacional (que é um custo para ela, ao contrário do que divulga...). A Usiminas apresentou no trimestre cifras parecidas com as de 2007, em geral é seu pior período do ano (p/l 16).

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