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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Corretoras internacionais, fim do dia

Saldo vendedor do dia - R$ 186 MM (esteve bem mais, houve compras no leilão final), destaques Credit Suisse - 236 e Morgan Stanley - 128. Na compra, Santander + 73 e J P MOrgan + 52.

Fechamento (futuro)


Depois de abertura já em baixa, o índice oscilou alternadamente de forma lateral, terminando por reduzir um pouco as perdas, mas fazendo a realização de lucros prevista. Os indicadores estiveram abaixo de suas médias móveis por todo o pregão e deixaram espaço para mais realizaação amanhã, pois estão em torno do meio da escala.

Corrretoras internacionais, às 13:08 h

Praticamente todas na venda, saldo geral - R$ 228 MM, destaque para Credit Suisse - 147 e Morgan Stanley - 64.

Abertura

Os mercados continuaram firmes ontem, com notícias mais favoráveis em relação á economia, como um aumento na criação de empregos. No entanto, acaba de sair um crescimento de 1,9% para o PIB americano no 2º trimestre e os futuros por lá, que estavam em alta, viraram para baixo (S&P500 – 0,6%) e ficamos sabendo que esperavam (quem?) um crescimento de 2,3%...Mas não havia um consenso de que a crise por lá era terrível e o país estava na pior recessão desde o final da guerra? No Japão, o Nikkei225 ficou estável e o mesmo ocorre até o momento com as blue chips européias do Stoxx50. Por aqui, o repique se ampliou com muita força, mesmo com os estrangeiros ainda na venda, mesmo que um pouco divididos. O mês vai terminando com um novo recorde de vendas líquidas, perto de R$ 8 bilhões , mas o estoque de ações alugadas diminui diariamente. Hoje, o Fut. Agosto abriu em alta e agora ficou pressionado na venda (- 0,7%), com volume razoável, com o pretexto óbvio da queda nos futuros americanos. A situação é tão falsa que podemos ter reversão hoje mesmo, ainda que uma realização dos ganhos recentes estivesse prevista.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Fechamento (futuro)


O índice teve grande alta, com pequeno patamar no início da tarde e fechamento na máxima. A linha de resistência já está mais próxima, o volume melhorou um pouco e os indicadores ainda estão firmes, mas o IFR já chegou a um valor elevado e o DCCI recuou em direção à sua média, o que pode significar alguma realização amanha.

Corretoras internacionais, fim do dia

Vendas líquidas - R$ 531 MM (Credit - 183, Hedg Griffo - 235...).
Compras líquidas +R$ 313 MM (JPMorgan + 120, Merr Lynch + 90).
Saldo vendedor do dia; - R$ 218 MM

Corretoras internacionais, 15:45 h

Continua e mais forte o saldo vendedor líquido, ainda puxado por Credit Suisse (- R$ 111 MM) e sua filial Hedging Griffo (- R$ 180 MM), sendo que o Credit Suisse andou comprando semana passada e pode estar apenas realizando. Saldo das vendas - R$ 347 MM. Compras líquidas de + R$ 212 MM (Merrill Lynch + R$ 72 MM). Morgan Stanley deve ter cansado, está praticamente zerado.

O Comentário de fechamento de hoje sairá mais tarde.

Corretoras internacionais, 13:30 h

Credit Suisse (- R$ 91 MM) e sua filial Hedging Griffo (- R$ 110 MM) estão com as baterias acesas e fazem quase todas as vendas líquidas até agora (total -R$ 227 MM), enquanto que as compras líquidas somam + R$ 152 MM (Merrill Lynch + 56).

Abertura

O mercado americano teve um forte repique ontem, recuperando as baixas também fortes da véspera, na verdade sem que nada de especial tivesse acontecido. Hoje, os futuros oscilam em torno da estabilidade. Na Ásia, os mercados estiveram animados, impulsionados pela melhoria do dólar que favorece as exportações da região; o Nikkei225 ganhou 1,58%. Na Europa, as blue chips sobem por volta de 1% (Stoxx50), também com destaque para o setor exportador. Por aqui, o volume continuou baixo, mas o mercado repicou, confirmando a suspeita de que ao derrubada na meia-hora final de segunda-feira havia sido falsa...Hoje, o Fut. Agosto está começando com alta de 0,8% no pré-pregão. Houve nova diminuição nas posições de aluguel de ações, o giro das corretoras internacionais foi menor (ainda que levemente vendedor), sendo certo que os investidores estrangeiros continuam a disfarçar, desviando parte de suas ordens para corretoras nacionais, especialmente uma de grande banco. A queda no movimento, comum nas férias do meio do ano, sinaliza também algum esgotamento temporário da escala de derrubadas. Mesmo assim, a pressão em Petrobrás se manteve, em parte pela mentira de que a queda do preço do barril lhe é prejudicial, em parte por conta de fantasmas levantados quanto ao futuro do pré-sal.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Corretoras internacionais (fim do dia)

Os valores aumentaram um pouco e terminaram com compras líquidas de R$ 227 MM (J P Morgan + 71) e vendas líquidas de R$ 271 MM (Credit Suisse - 134).


Como previsto, o fechamento para baixo ontem foi artificial e hoje, ainda com volume fraco, o índice subiu o dia inteiro e fechou na máxima. E ainda tentaram derrubar as principais...Os indicadores seguem firmes e e ainda estão no meio da escala, sugerindo mais alta para amanhã.

Corretoras internacionais, 15.40 h

Mudou um pouco, mas valores ainda são modestos: Compras + 115 MM (Merrill Lynch +47, Pactual + 47) e vendas + 147 MM (Credit Suisse - 57, Morgan Stanley - 46).

Corretoras internacionais, 13:08 h

Movimentação discreta: Compras líquidas R$ 91 MM (Merrill Lynch, que nestá passando o chapéu na matriz, + 43 MM), vendas líquidas - R$ 84 MM (Morgan Stanley, - R$ 53 MM).

Abertura

Apesar de sustos repentinos, como o de ontem (mais uma vez, chiliques com o setor financeiro, especialmente os bancos de investimentos que andam derrubando a Bovespa...), a condição de mercado sobrevendido parece que começa a se impor, especialmente no mercado americano, que depois de cair muito ontem, mostra agora futuros em alta de até 0,5%. No Japão, o Nikkei225 perdeu 1,45%, ainda por tabela das perdas americanas de ontem e na Europa, a abertura foi fraca e agora o Stoxx50 está perto de se estabilizar (- 0,25%). Por aqui, tivemos o quinto dia de baixa seguido, basicamente na última meia-hora e de forma bem artificial, num dia de fraquíssimo movimento. As corretoras internacionais estiveram, mais uma vez, levemente compradoras, mas é preciso cuidado com essas cifras: no dia 24, por exemplo, um saldo comprador delas de R$ 220 MM, contrastou com um saldo vendedor de R$ 530 MM apresentado pela Bovespa para estrangeiros. Isso se deve à utilização cada vez maior de corretoras nacionais, no caso uma de grande banco nacional...No pré-pregão, o Fut.Agosto, com volume regular, opera com alta de 1%, aparentemente também por exaustão dos vendedores.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Corretoras internacionais, fim do dia

O saldo final foi levemente comprador (R$ 33 MM), num dia de fraco movimento.
Na compra, J.P. Morgan (+52) e Credit |Suisse (+ 36)e na venda Hedging Griffo (-80) e Morgan Stanley (-50). Valores, em geral, modestos.

Fechamento (futuro)


Num dia de fraco movimento, quase metade do habitual, o índice sustentou alta até o início da tarde e veio recuando devagar, até despencar na hora final. Somente nesta queda é que os indicadores cortaram para baixo suas médias móveis. Teoricamente, a sinalização seria para mais um dia fraco amanhã, mas como estamos com cinco baixas seguidas e o volume hoje foi pequeno, é melhor considerar a tendência indefinida.

Corretoras internacionais, 13:40 h

O grupo com pequeno saldo comprador de R$ 47 MM
Compras + 118 MM (J P Morgan + 50)
Vendas - 71 MM (Hedging Griffo - 33)

No Globo de hoje...



O gráfico que aparece ao fundo é o histórico do Ibovespa...

Abertura (ATRASADA)

Na Ásia, um dia meio parado, o Nikkei225 terminou com + 0,14%. Na Europa, as blue chips vão cedendo uns 0,5% e nos Estados Unidos, que teve alguma melhoria na sexta-feira, os índices estão abrindo mais ou menos estáveis. Não há novidades entre moedas e comodities, ainda que o petróleo tenha subido um pouco. Por aqui, a semana terminou mais calma, os estrangeiros começam a recomprar discretamente e, depois de quatro baixas seguidas, o pregão está abrindo com alta de 1,4% e fraco movimento. Vai começar para valer a temporada de resultados e algumas surpresas podem ocorrer, especialmente algumas boas, depois de tanto pessimismo.

sábado, 26 de julho de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Já está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 401 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"Detalhes do vale tudo ", sobre os acontecimentos da semana;
"Gráfico histórico", na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais (a partir de abril), com diálogo permanente.

Ainda os boatos, verdades e mentiras e os destaques da semana (Usiminas pna, GOL pn e Petrobrás pn).

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Fechamento (futuro)



O índice tentou um pequeno repique, após breve hesitação inicial, mas ficou de lado, terminando com pequena baixa de 0,34% e volume fraco. Os indicadores estavam tão baixos que, com essa açãozinha, superaram suas médias móveis e terminaram dando uma sugestão de melhoria para o próximo pregão. Será que deixam ?

Corretoras internacionais, 14:59 h

O quadro mudou pouco: as compras líquidas chegam a + R$ 273MM (Credit Suisse + 107) e as vendas líquidas recuaram para R$ 263 MM (Hedging Griffo - 99) e o saldo passou a ser levemente comprador (+ R$ 10 MM).

Corretoras internacionais, às 12:40 h

Não muita atividade definida: compras + 213 MM (Credit Suisse + 73), vendas - 273 (Hedging Griffo - 52), saldo vendedor de 60 MM, mas os dois destaques são da mesma casa...

Abertura

Depois de alguns dias de bom humor, levando muitos técnicos a sugerir que o repique de alta pegaria força, a resistência é que mostrou força e o mercado americano teve um dia sobressaltado e de mini-pânico, começando por um fraco desempenho da Ford, passando por números ruins do mercado imobiliário (aqui, nenhuma surpresa) e daí, partindo para nova desconfiança quanto ás instituições financeiras, cujas ações tiveram quedas espetaculares. Isso me espalhou pelos mercados europeus, no fechamento e atingiu mercados emergentes como México e Brasil. Esses chiliques costumam ter curta duração, hoje repercutiram na Ásia (Nikkei225 – 1,97%), apesar de excelentes resultados de empresas da região como Honda, Samsung, LG. Na Europa, o Stoxx50 vai perdendo 0,6% e o futuro do S&P500 até opera com pequena alta de 0,2%. Por aqui, festa dos vendidos: com o pânico, muito foi recomprado ontem por pelo menos 4 das grandes instituições internacionais, enquanto outras ainda apresentavam saldo vendedor ( no conjunto, o saldo geral foi comprador em R$ 220 MM...). Com nova redução do saldo em aberto, o Fut.Agosto está com bom volume e apresenta leve alta de 0,2% e não será surpresa se todos os pretextos para a baixa logo sejam considerados “exagerados” e haja alta “porque os papéis ficaram baratos”...

quinta-feira, 24 de julho de 2008

As duas líderes

Fechamento (futuro)


Em clima de pânico, mas com as corretoras internacionais moderadamente na compra, o indice caiu do início ao fim e fechou na mínima, com um pouco mais de negócios do que nos últimos dias. Não houve repique nem pausa e a cotação ficou pouco acima do à vista, mesmo restando ainda 20 dias para o vencimento. Os indicadores vieram para valores mínimos tambem, o que sinaliza - em princípio - que um repique está próximo.
Será que estamos chegando à capitulação ?

Corretoras internacionais, 15:10 h

Saldo das compradoras: R$ 465 MM (Credit Suisse + 280)
Saldo das vendedoras: R$ 333 MM (Hedg Griffo - 105)

Saldo líquido do grupo: R$ 132 MM comprador

Então, quem vende são os nacionais ? Hmmm...!

Corretoras internacionais, às 12:57 h

Com todo o terrorismo, o Credit Suisse é destaque de compra (R$ 252 MM) e o maior vendedor é o Morgan Stanley (R$ 81 MM); os giros estão enormes, dos R$ 3,4 bi negociados até agora, meia duzia de corretoras giraram quase tudo.

Estão em busca da capitulação...

Abertura

O sentimento dos investidores continua melhorando em todo o mundo, com o esvaziamento da bolha do petróleo, pelo menos por enquanto: o dólar melhorou e com isso, especialmente os mercados asiáticos são estimulados: o Nikkei225 emplacou uma quarta alta seguida e de 2,18%. Na Europa e nos Estados Unidos, onde o dia ontem foi muito firme, hoje a coisa está mais seletiva, sobem alguns setores, caem outros, ao sabor da divulgação de resultados: o Stoxx50 perde 0,3%, o futuro do S&P500 recua 0,2% e o futuro do Nasdaq100 ganha 0,4%... Por aqui, a Bovespa seguiu sendo derrubada pelas corretoras estrangeiras, ontem especialmente Petrobrás (com a mentira de que é afetada pela queda do preço do barril) e as siderúrgicas (alegadamente por uma hipotética queda das comodities, outra mentira, o aço não é comodity e continua aumentando de preço...). Na verdade, o poderio dessas corretoras continua sendo usado para derrubar as cotações, com o uso de intensos e estranhos giros diários, umas comprando e vendendo para as outras, para baixo, o pretexto pode ser qualquer um. Além dessa especulação, os graves problemas de caixa dessas instituições no exterior estão pesando, bem como o resgate de bilhões dos fundos do Opportunity, noticiados hoje na mídia. O aluguel de ações segue diminuindo. No pré-pregão, o Fut. Agosto teve mais uma vez diminuído seu saldo em aberto e vai perdendo 0,8% com volume regular, os vendedores tentando forçar um pânico final, o chamado fundo de capitulação.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

PETR4 no triângulo

Fechamento (futuro)


O índice repicou levemente até o meio da tarde, tocando sua média móvel de 21 barras, mas com nova pressão nas principais blue chips e novo dia de pouco volume, acabou cedendo no final. Os indicadores ficaram de lado e estão indefinidos, sem sinalização para o mercado.

Resultados do 2º trimestre 2008

Da Petrobrás: dia 11 de agosto, de noite. Estimado R$ 8 BB.
Da Vale: dia 6 de agosto, de noite. Estimado R$ 5 BB.

Corrretoras internacionais, às 13:42 h

Na compra apenas J.P.Morgan (+ 100 MM, foi o grande comprador na segunda-feira) e Pactual (+16), as demais na venda, a maior é a Hedging Griffo (-59). Saldo geral vendedor em 57 MM, o conjunto meio devagar, afinal o dia projeta mais de R$ 6 bi...

Abertura (atrasada...)

O ambiente melhorou bastante nos Estados Unidos , ontem e todos os índices terminaram em alta. Hoje, a abertura vai sendo mais ou menos assim, o futuro do S&P500 vai ganhando 0,4%,. No Japão, um terceiro dia de alta seguido (Nikkei225 + 0,97%) e recuperação nas blue chips européias (Stoxx50 + 1,6%), sem que nada de especial tenha ocorrido. Os juros americanos voiltaram a subir no mercado aberto, reforçando um pouco o dólar e o petróleo volta a ceder levemente. Por aqui, a Bovespa mostrou ontem, mais uma vez, a força das principais corretoras internacionais (uma corretora de grande banco nacional ajudou, mas a ordem era estrangeira...) derrubando as principais ações sem mais aquela, até porque o mercado americano repicou com força ao longo dia. Muito foi recomprado com esse susto, a julgar pela grande devolução de ações alugadas (somente em VALE5, 13 MM de ações). O volume foi pequeno, o que facilitou a tarefa dos derrubadores. Hoje, estão concentrados em Petrobrás, ironicamente sob um pretexto falso: a queda do petróleo, que é inteiramente favorável à empresa. Com isso, a tarefa de obter um fundo de capitulação está próxima do sucesso total, na medida em que o desânimo toma conta do público. O Ibovespa está perdendo cerca de 0,2%.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Fechamento (futuro)


Mais um capítulo inesperado na novela da derrubada: novamente as corretoras internacionais derrubaram o mercado a partir de Vale (o aluguel havia subido de repente, ontem, como comentamos mais cedo) e ainda houve o pretexto inicial da queda lá fora (que reverteu). O fato é que venderam do começo ao fim e testam de novo os suportes. O mercado segue indefinido, pois de onde menos se espera, aparece uma manobra, sem ligação com os fatos. Indicadores fracos, melhoraram alguma coisa no final.

Corretoras internacionais, 13:54 h



Hoje, quase todos na venda, liderando Credit Suisse.

Abertura

Hoje, alguns resultados corporativos desagradaram os mercados na Europa (Stoxx50 – 1,8%) e nos Estados Unidos (futuro do S&P500 – 0,8%): Vodafone, Ericsson, Apple, Wachovia entre outros, dando uma sensação de que as economias ainda não tiveram uma recuperação satisfatória. Na verdade, até então os resultados vinham aparecendo melhores do que as projeções e os de hoje não foram tão bons quanto se estimou...Na Ásia, também estamos ao contrário de ontem, com alta quase isolada e forte no Japão (Nikkei225 + 2,97%)...Entre moedas e comodities, nenhuma alteração expressiva. Por aqui, a Bovespa esteve firme ontem, por todo o pregão. O exercício de opções, como previsto, foi dos menores dos últimos tempos (cerca de R$ 650 MM). No aluguel de ações, voltou a ter uma aumento o de VALE5 , enquanto que PETR4 teve forte redução. Entre as corretoras internacionais, o saldo do dia foi levemente comprador. No pré-pregão, o Fut. Agosto opera com baixa de 1,3% e grande volume, sendo que ontem foram encerrados mais 10 mil contratos, com o saldo em aberto, caindo de cerca de 220 mil no início da semana passada para cerca de 180 mil agora. Um patamar parece ter sido formado, resta ver para que lado será a definição, as maiores chances são de que seja para cima.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Fechamento (futuro)



O índice abriu em alta, esticou um pouco e depois ficou de lado, num dia movimento pequeno. A flutuação ainda está em torno da linha de referência. Os indicadores fizeram a mesma coisa, estabilizando depois dos ganhos iniciais, sinalizando que o mercado ainda está reunindo energias, depois de ter formado uma longa figura de fundo.

Corretoras internacionais, 14:25 h



Até agora, saldo quase zerado, Morgan Stanley e um pouco Santander, ainda na venda.

Abertura

Os mercados em geral continuam em recuperação e a tônica estão sendo os resultados corporativos, especialmente os do setor financeiro: os suistos da mídia acabaram gerando projeções muito pessimistas , então o que vai saindo é bem melhor do que o que se esperava...Os juros americanos seguem em alta, mas o dólar hoje não seguiu melhorando, manteve a posição anterior. Petróleo, ouro e metais subiram um pouco, em repique bemn moderado. No Japão, ao contrário da maioria dos mercados asiáticos, ainda houve perda de 0,65% no Nikkei225, num pregão seletivo de muitas alternativas. Na Europa, o Stoxx50 das blue chips está firme, ganhando 1% e o futuro do S&P500 vai ganhando pouco mais de 0,4% até agora. Por aqui, a Bovespa teve um dia de pocuo movimento na sexta-feira e terminou com ligeira baixa. A turma que derrubou Vale para repor na oferta pública, numa operação que deveria gerar um inquérito rigoroso (parece legal, ainda que imoral, mas não é, não...), aparentemente zerou a venda a descoberto, já que na sexta-feira a maior parte do recente aumento no aluguel de ações foi devolvido. Hoje, é o vencimento das opções sobre ações de julho, que deve ter fraco movimento de exercícios, ainda que o Fut. Agosto esteja operando com boa alta de 1,5%, com pouco movimento.

sábado, 19 de julho de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Já está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 400 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"Somos quatrocentões ", sobre os acontecimentos da semana;
"Fundo de capitulação (II)", na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais (a partir de abril), com diálogo permanente.

Ainda os boatos, verdades e mentiras e os destaques da semana (Vale on, Tam pn e Petrobrás on).

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Ciclo de conferências sobre o mercado

Começando no Rio de Janeiro, em 31 de julho, às 19:00 h, estarei iniciando um Ciclo de conferências sobre o mercado, sua história e perspectivas, sob os diversos ângulos possíveis, com espaço para perguntas. Estão todos convidados...

Detalhes e reservas até o dia 24, inclusive, pelo meu e-mail
jghit@centroin.com.br

Fechamento (futuro)


O índice esteve em alta até o meio da tarde, primeiro com bom movimento, mas perdendo completamente a liquidez na parte da tarde, quando recuou e terminou negativo. O volume final foi muito fraco. A evolução foi ainda toda bem perto da linha de referência. Os indicadores cederam no final, menos do que a cotação e ficaram, asim, em situação ainda favorável, acima ou junto as suas médias móveis, o que sugere possível melhoria no próximo pregão.

Corretoras internacionais (fim do dia)


O grupo, finalmente, teve um dia levemente comprador, Credit Suisse (de novo) e J P Morgan com destaque. Morgan Stanley vendeu menos e distribuiu entre os seus clientes um upgrade para o nossso mercado (será que falta ainda o que vender?)...

Abertura

O mercado americano teve ontem uma segunda alta seguida e bem forte, aparentemente numa corrida de vendidos, inclusive porque em alguns papéis não poderá mais haver venda a descoberto a partir da próxima 2ª feira. Resultados melhores do que o esperado (no caso do setpor financeiro, não tão ruins como projetado...) acrescntam pretextos para o rerpique e o futuro do S&P500 vai ganhando 0,4% até o momento. Os juros subiram, o dólar também melhorou, enquanto ouro e petróleo operam mais ou menos como fecharam ontem, mais um dia de forte baixa para esses ativos. No Japão, uma alta inicial cedeu a realizações d elucros e o Nikkei225 terminou com -0,65%. Na Europa, ao contrário, as bluechips abriram em acomodação, mas agora apresentam alta de 1% (Stoxx50). Por aqui, a Bovespa teve mais um dia de baixa, bastante forte, com a turma da derrubada até vendendo um líquido menor, mas girando para baixo de forma que dá a impressão de ser combinada...Como comentamos na abertura anterior, a onda foi contra a intensa alta internacional, possivelmente para provocar a capitulação dos últimos comprados. As cifras de aluguel ainda estão para ser confirmadas, mas parece ter havido redução substancial. Seria mais um sinal de fim da manobra, mas está tão fácil derrubar, que estão se acostumando...No pré-pregão, com bom volume, o Fut. Agosto esteve em boa alta, agora reduzida a meros 0,16%, uma advertência de que a pressão ainda vai ser grande.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Fechamento (futuro)



O índice chegou a abrir em alta, mas como alertado de manhã, a turma da baixa remou contra a maré internacional favorável e girou com força para baixo, até o final, faznedo o índice retornar para baixo da linha de referência. As opções não são uma boa desculpa, pois o saldo em aberto nos preços atuais são mínimos, pela velocidade da queda e mais acima, os prêmios já valiam muito pouco. Os indicadores seguiram essa movimentação, caindo mas não para valores mínimos, o que deixa o mercado indefinido.

Corretoras internacionais, fim do dia


Volumes menores do que a baixa e o volume global poderiam sugerir. Na venda, Morgan Stanley, Hedging Griffo e Pactual e na compra, mudando um pouco, Credit Suisse. Outros destaques de compra Gradual e Alpes, teoricamente nacionais. O giro foi forte para baixo, mas foi giro...

Ranking

Abertura

Mais uma vez os sustos e as previsões catastróficas tiveram pouco fôlego e os mercados vão repicando em todo o mundo, ao descobrir “de repente” que as coisas não estavam tão ruins assim, os prejuízos dos bancos foram bem menores do que previsto,. “os preços estavam baratos” e outras baboseiras. O petróleo caiu 10% em apenas dois dias, escancarando mais uma vez a natureza absolutamente especulativa de sua flutuação: ou será que a demanda caiu de um dia para o outro, hoube paz na Nigéria e o Irã não continua ameaçando meio mundo? No Japão, o Nikkei225 subiu 1%, na Europa as blue chips vão ganhando incríveis 3% até agora e nos Estados Unidos, onde a reação começou com força ontem à tarde, o futuro do S&P500 está subindo 0,7% até o momento. Por aqui, sob o peso das vendas líquidas dos estrangeiros, já ultrapassando R$ 4 bilhões neste mês (somente ontem, R$ 450 MM estimados) e uma última jogada em cima de VALE5 (cerca de 18 MM de ações alugados e vendidos ontem, 57% a mais do saldo alugado anterior), já que o preço da emissão foi fixado em R$ 39,90 , a Bovespa confirmou a expectativa e reverteu uma baixa inicial e teve um dia de alta firme, com Petrobrás e Vale ainda sob fogo externo... No pré-pregão de hoje, o Fut. Agosto opera pequena alta de 0,2% e movimento regular, por enquanto sinalizando que os derrubadores vão tentar remar contra a maré internacional, que hoje lhes é desfavorável.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Fechamento (futuro)


Como previsto de manhã, o dia repetiu mais ou menos o de ontem: pressão enorme na venda de Petrobrás e Vale o dia todo, queda inicial do índice e recuperação depois até o final, que foi praticamente na máxima. O volume foi menor, talvez pelo grande encerramento de posições ocorrido ontem. A ação foi toda acima da linha de resistência. Os indicadores subiram por quase todo o pregão, ainda deixando espaço para mais alta amanhã.

As duas líderes


Para quem está perdendo a paciência...

Abertura

A queda acentuada no consumo americano de gasolina e as declarações do Fed sobre os riscos para o crescimento da economia, fuizeram o petróleo ter uma queda espetacular, sublinhando mais uma vez que a oscilação de seu preço é puramente especulativa, tendo pouco a ver com a oferta e a demanda. O susto com o setor financeiro diminuiu um pouco e os mercados tiveram alguma recuperação ontem. Hoje, o dólar melhorou levemente entre as moedas e as comodities estão mais ou menos nos preços de ontem. No Japão, o Nikkei225 teve mínimo ganho de 0,04% e na Europa, as blue chips ainda estão fracas, perdendo 0,8% até agora (Stoxx50), ainda por conta do setor financeiro. Nos Estados Unidos, apareceram ontem sinais de que um fundo intermediário estaria sendo composto e o futuro do S&P500 vai ganhando cerca de 0,2%. Por aqui, a Bovespa abriu em baixa forte, mas a tentativa de derrubada durou pouco e o mercado repicou, mesmo com baixa nos dez ativos principais do índice. O aluguel continua sendo reduzido com celeridade, especialmente em VALE5, comprovando que a manobra de baixa pode estar sendo revertida. No pré-pregão, o Fut. Agosto opera com baixa de 0,6% e grande volume, sendo que ontem foram encerrados quase 15% dos contratos em aberto, outro sinal importante. Poderemos ter hoje, um dia semelhante ao de ontem.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Ciclo de conferências sobre o mercado

Começando no Rio de Janeiro, em 31 de julho, às 19:00 h, estarei iniciando um Ciclo de conferências sobre o mercado, sua história e perspectivas, sob os diversos ângulos possíveis, com espaço para perguntas. Estão todos convidados...

Detalhes e reservas até o dia 25, inclusive, pelo meu e-mail
jghit@centroin.com.br

Fechamento (futuro)


O índice abriu com gap para baixo, com a turma da derrubada aproveitando das quedas internacionais e trocando boletas para baixo, como de costume...No meio do dia, a recuperação começou e foi pegando força ao longo do pregão, para terminar acima da linha de resistência nas duas horas finais. Os indicadores fizeram caminho semelhante e desde o inicio da tarde, estiveram acima das médias móveis. O volume voltou a crescer (124 mil contratos), e apesar de que os dez principais ativos estiveram em baixa, a perspectiva é de mais repique amanhã.

Fundo de capitulação

Estou com problemas técnicos e algumas postagens habituais (ação dos estrangeiros, por exemplo), estão prejudicadas, por enquanto.

Quem acompanha o Verdades e Mentiras, deve ter lido a coluna de analise técnica desta semana, abordando o fundo de capitulação, que é a situação de final de baixa, quando os últimos comprados não aguentam mais e vendem, exaurindo a baixa, porque os primeiros vendidos já estão comprando...

Essa é uma descrição simplória e meio cínica para o mercado, mas que é adotada como modelo desde o velho Dow e funciona assim, com variantes. O que comentei é que, na técnica, o grande indicador de fundo (nos Estados Unidos) é a volatilidade implícita nos prêmios de opções, que nestas ocasiões costuma estar num pico. Até a semana passada não estava, como que telegrafando que ainda faltava alguma coisa.

Ontem e hoje, esse indicador deu um salto e isso quer dizer que um fundo pelo menos temporário está à vista.

Abertura

Resolvido o problema das instituições hipotecárias ligadas ao governo americano, a onda pessimista voltou a se dirigir a qualquer banco, americano ou não, com temores exagerados pela aproximação da divulgação de balancetes trimestrais. Com isso, os juros cederam bastante no mercado aberto e o dólar enfraqueceu em proporção, entre as moedas. Por enquanto, isso vai provocando novas baixas entre as ações, ainda que o item confiança abalado seja o o do setor financeiro. Como de hábito, ninguém tem informações precisas sobre as perdas possíveis, o que facilita que sejam espalhados os boatos mais absurdos a respeito. No Japão, o Nikkei225 perdeu 1,96%, na Europa, as blue chips estão caindo cerca de 2,3% (Stoxx50), nos dois casos pesando bastante a relação cambial. Nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 recua 1,1% até agora e as comodities vão fazendo pequenos ajustes, em proporção ao dólar. Na Bovespa, tivemos ontem um dia de movimento fraco, mas em repique, descolado do estrangeiro. Hoje, o futuro Agosto vai cedendo 2,2% até agora, com volume alto, pois a turma da venda aproveita os chiliques externos e recomeça seu giro de derrubada, uns vendendo para os outros.

domingo, 13 de julho de 2008

Verdades e Mentiras da Bolsa

Já está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 399 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"Final de baixa ?", sobre os acontecimentos da semana;
"Fundo de capitulação", na seção de análise técnica.

Estão de volta o "Curso Avançado", em formato de consultoria (para quem opera em homebroker) e o "Curso de Introdução à Análise Técnica por e-mail".

Relançada também a administração de carteiras individuais (a partir de abril), com diálogo permanente.

Ainda os boatos, verdades e mentiras e os destaques da semana (Petrobrás pn, Braskem pna e Cyrela Realty on).

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Fechamento (futuro)


Num dia de movimento um pouco menor, o índice testou a resistência sem conseguir ultrapassá-la de forma duradoura. A figura está evoluindo de um fundo duplo para uma ombro-cabeça-ombro invertida que projetaria, no caso de superação da resistência, uma alta até os 64 mil pontos. Os indicadores estiveram de lado, ainda que levemente abaixo de suas médias móveis, sem sinalização definida.



Nota: o horário de postagem está atrasado...

Corretoras internacionais, às 14:08 h


Morgan Stanley (VALE5, VALE3, BOVH3) e Credit Suisse (VALE3, PETR3, OGXP3) continuam puxando as vendas, os demais estão neutros.

Abertura

As emoções continuam fortes, na medida em que os mercados se comportam em ritmo de montanha russa: depois de trocar várias vezes de direção, os índices americanos terminaram o dia de ontem em alta, mas hoje o futuro do S&P500 vai operando com forte baixa de 1.2%, atribuída em parte a novo repique do petróleo. Este, por sua vez, teria várias causas e uma delas, como consta da mídia internacional, seria a possível greve dos petroleiros...no Brasil ! No Japão, o Nikkei225 teve um dia calmo, perdendo 0,21% e na Europa, as blue chips estão recuando em torno de 1,5% até agora (Stoxx50). Por aqui, a Bovespa esteve firma, apesar da imensa desova em algumas das blue chips por três corretoras internacionais (líquido de R$ 900 MM) que os rumores diziam estar vendendo ações dos fundos do Opportunity, sujeitos a imensa onda de resgates em virtude dos recentes acontecimentos. No pré-pregão, o Fut. Agosto vai perdendo perto de 0,8%, com volume regular.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Fechamento (futuro)


O índice teve breve hesitação inicial, mas repicou por todo o pregão voltando a se aproximar da linha de resistência (ainda dentro da figura de fundo duplo), quando justamente se acomodou um pouco, no final. Mesmo com isso, os indicadores seguiram firmes acima de suas médias móveis, sugerindo uma continuação do repique ao longo do pregão de amanhã.

Corretoras internacionais, às 14:16 h


Credit Suisse (Vale e Petrobrás) e Morgan Stanley (Vale) e um ocasional Citibank (Petrobrás) puxam as vendas, estranhamente vendendo muito e muito barato logo no começo, levando até as mínimas, de forma muito estranha mesmo...

Abertura

O mercado americano continua muito nervoso, apresentando reações bruscas: ontem, desabou na parte da tarde, alegadamente por conta de análises negativas em relação à Cisco e à informática em geral; hoje, estava ainda com pequena baixa e de repente fortaleceu-se com a possível aquisição de uma empresa química pela Dow Chemical (US$ 15 bilhões): o futuro do S&P500 opera com alta em torno de 0,6% agora e ainda os juros cederam, mas o dólar se fortaleceu, o que não é comum... No Japão, também de forma pouco comum, o Nikkdei225 subiu 0,11% e ignorou a baixa em New York de ontem. Na Europa, as blue chips operam em baixa (Stoxx50 – 0,58%), puxadas por fracos resultados esperados no setor varejista. O petróleo opera em torno de US$ 136/barril (WTI) e pode voltar a subir, já que a reunião do G-8 terminou sem maiores novidades. Por aqui, a terça-feira teve uma evolução firme, à exceção da Petrobrás, derrubada como sempre quando o petróleo cai (embora isso lhe seja muito favorável...). No pré-pregão, o Fut. Agosto vai perdendo perto de 1,3% por conta de perdas em alguns ADRs no feriado, com volume regular. No aluguel de ações, cobriram um pouco em VALE5 e aumentou bastante o saldo em PETR3, possivelmente para o movimento com o ADR no feriado de ontem.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Fechamento (futuro)


O índice esteve em baixa nas primeiras duas horas e aos poucos foi reagindo, acelerando no final. De certa forma, ainda está formada uma figura de fundo duplo, com a antiga linha de resistência em 61.266, que poderá ser testada amanhã, a julgar da situação favorável em que terminaram os indicadores, acima de suas médias móveis.

Corretoras internacionais, às 14:58 h


Saldo vendedor para o grupo, mas quase todo ele feito pelo Morgan Stanley (especialmente VALE5, muito alugada nos últimos dias...), o que muda um pouco o aspecto da coisa...

Abertura

O humor do mercado americano mudou sensivelmente na parte da tarde de ontem, revertendo uma boa alta inicial, aparentemente por conta de notícias sobre problemas judiciais com o UBS e sobre uma captação gigante a ser feita por organizações semi-governamentais do setor de hipotecas. Os juros cederam no mercado aberto, enfraquecendo o dólar, mas isso não está impedindo a queda na cotação do petróleo e do ouro, até agora. No Japão, a baixa foi retomada com força (Nikkei225 – 2,44%), demonstrando o nervosismo dos investidores por lá e o mesmo acontece na Europa (Stoxx50 – 1,4%), onde o noticiário em torno do UBS espalha desconfiança sobre o setor financeiro. Nos Estados Unidos, o futuro do S&P500 está até reduzindo uma baixa maior que vinha até uma meia-hora atrás e vai perdendo cerca de 0,2%. Por aqui, novamente com movimento abaixo da média recente, a Bovespa acabou seguindo os rumos do mercado americano, revertendo um repique inicial, sob pesado fogo das corretoras internacionais, que já venderam mais de R$ 1 bilhão nos poucos pregões de julho. Continua aumentando o aluguel de ações da Vale, que define na semana que vem o preço da sua oferta de ações, onde os aci0onistas têm prioridade por alguns dias. Como sempre a primeira a divulgar resultados, a Aracruz apresentou os do segundo trimestre, melhorando em relação ao primeiro, mas em ambos abaixo de 2007 (abaixo até de 2006 e 2005...) e está com p/l 13. No pré-pregão, o Fut. Agosto vai perdendo perto de 0,4% e pode reverter durante o dia, pela situação técnica de mercado sobrevendido.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Fechamento (futuro)


Como esperado, o índice abriu com gap de alta e seguiu até uma antiga linha de referência que poderia ter sido um suporte e agora funcionou como resistência. Passou, então, a ceder e acabou voltando à mínima de sexta-feira, formando um fundo duplo, com aquela linha como resistência. Na hora final, teve pequena recuperação, mas o mercado ficou indefinido dentro da formação citada.

Sobre o petróleo

A demanda internacional (China etc.) deve ter diminuído muito hoje, fazendo o preço do barril cair até US 6 em poucas horas...

No primeiro trimestre, a Petrobrás lucrou líquidos R$ 6,925 Bi, depois de descontar R$ 2,415 bi de aumento no custo de importação de óleo e derivados, mas aind assim queda de hoje (c0omo em outras vezes) está sendo atribuída à queda do barril que, evidentemente, a beneficia.

Corretoras internacionais, às 14:00 h


Saldo vendedor moderado do grupo, Hedging Griffo na compra (há alguns dias...).

Ranking de hoje

Abertura

A semana começa com um pouco mais de otimismo, em parte técnico, como repique para as baixas recentes, por outro lado com esperanças em relação ao que possa decidir a reunião do G8. O dólar se fortaleceu, o petróleo caiu e alguns metais estão subindo. No Japão, foi rompida uma longa série de 12 baixas, com o Nikkei225 ganhando 0,92%. Na Europa, as blue chips vão ganhando cerca de 0,2% (Stoxx50) e o futuro do S&P500 vai ganhando 0,8% com grande movimento. Por aqui, apesar de novos esforços baixistas (somente o aluguel de VALE5 cresceu uns 10% ou 6 milhões de ações no dia...), a sexta-feira mostrou um leve repique, com volume reduzido pelo feriado americano. Hoje, o Fut. Agosto vai subindo 1,2% até agora, com volume regular e o repique pode ganhar força..

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Fechamento (futuro)


O índice ainda abriu com baixa e logo teve um repique mais forte, num dia de movimento muito fraco; no restante do pregão, ficou oscilando em torno da estabilidade. Já os indicadores ficaram em situação altista, acima de suas médias móveis, fazendo supor um repique ainda mais forte a seguir.

Corretoras internacionais, às 15:30 h


Feriado americano, pouca liquidez, o pequeno saldo do grupo é comprador, sem falar em corretoras de grandes bancos nacionais (onde dizem que eles estão recomprando...).

Abertura

Em dia feriado nos Estados Unidos, reduzindo a liquidez nos mercados mundiais (os futuros americanos funcionam apenas parcialmente, com poucos negócios), o dólar apresenta alguma recuperação entre as moedas, enquanto ouro e petróleo cedem ligeiramente. No Japão, o Nikkei225 chegou à 12ª baixa consecutiva, perdendo 0,20% e na Europa, as blue chips recuam cerca de 0,6% até agora. Por aqui, a Bovespa continua em forte queda, com a derrubada promovida pelos investidores estrangeiros, aparentemente assustando o mercado em geral. Pelo nível de ações alugadas e de descoberto nas opções, não há mostras de reversão do processo, apesar de toda a sinalização técnica de mercado sobrevendido, inclusive a própria ausência de razões fundamentais para o pessimismo. No pré-pregão de agora, o Fut. Agosto perde já 1% com volume regular.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Fechamento (futuro)


O índice continuou em baixa por todo o pregão, sob a mesma e contínua pressão de venda que tem caracterizado a atual derrubada, que está assustando o mercado pela ausência de pretextos. No final, foi ultrapassada uma possível linha de suporte, parte da base da congestão que veio de outubro até este ano. Os indicadores estão sinalizando ainda sobrevenda, porque estão caindo menos do que a cotação (divergência altista) e já estão em valores mínimos, quando geralmente ocorrem repiques (pelo menos).

Corretoras internacionais, às 15:10 h


Mantendo a venda, mesmos destaques de sempre.

Ranking de hoje



Itau recomprando para investidores internacionais (é o que dizem)...

Intraday das líderes


Tentando repicar, estrangeiros recomprando por grandes bancos nacionais.

Abertura

No Japão, chegou-se ao 11º dia de baixa (Nikkei225 – 0,16%), uma série rara, com melhoria na metade final da sessão. Na Europa, o Banco Central Europeu elevou os juros básicos em 0,25% a.a. para 4,25%, revelando preocupação maior com a inflação do que o crescimento da economia local, como foi o caso do Fed. O Stoxx50 está melhorando, mas inda recua cerca de 0,2%. Nos Estados Unidos, os índices tentaram um repique ontem e acabaram enfraquecendo de novo, com boatos sobre a falência da General Motors, apenas uma fantasia de um banco de investimentos (que, por sua vez, não anda bem com suas contas...). O futuro do S&P500 opera por em estabilidade. Por aqui, a Bovespa sofreu pressão de venda dos estrangeiros ainda mais forte durante o dia, diminuindo um pouco no leilão final (líquido do dia de - R$ 294 MM), gerando um quase pânico de vendas. A mídia agora recomenda que não se invista em ações e anuncia que agora é que estaria começando o “bear” market...Quem conhece o mercado, reconhece esse clima, habitual quando existe uma situação de sobrevenda (da mesma forma que a euforia sinaliza a sobrecompra...). No pré-pregão de agora, o Fut. Agosto tem pequeno ganho de 0,1% com volume regular.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Fechamento (futuro)


O índice teve um rápido repique inicial, logo desfeito por pressão vendedora, como ontem e até o final do pregão. Os indicadores recuaram menos outra vez, mantendo uma divergência altista, um dado a mais para sinalizar que um forte repique anda por perto.

Ranking de hoje




A melhor maneira de ver os gráficos deste blog é abrindo a imagem em nova aba (clicando com o lado direito do mouse).

Corretoras internacionais, às 16:02 h


O grupo segue pesado na venda, com os mesmos de sempre liderando: Morgan Stanley e Credit Suisse.

Abertura

No Japão, mais um dia de baixa (Nikkei225 – 1,33%), por conta do setor exportador, após valorização do yen. Já na Europa (Stoxx50 + 1,4%) e nos Estados Unidos (futuro do S&P500 + 0,4%), o dia vai sendo de repique, embora os índices americanos já tenham fechado ontem em alta, após um susto na abertura. Hoje, sobem até as ações do UBS, envolvido em problemas complicados e pivot das quedas de ontem. Por aqui, a Bovespa sofreu forte pressão de venda dos estrangeiros (líquido do dia de R$ 451 MM), a partir das ações da Vale (que anda com recorde ações alugadas para venda...), sendo que as mesmas manobras de pregão de sempre impediram um repique maior ainda ontem, quando o mercado americano se acalmou e tirou o pretexto da derrubada... No pré-pregão de agora, o Fut. Agosto tem pequeno ganho de 0,3% com bom volume e o noticiário externo de hoje mostra problemas para os grupos das corretoras internacionais que lideram as vendas por aqui, o que pode ser parte da explicação para o que vem ocorrendo.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Fechamento (futuro)


O índice abriu com forte gap para baixo, por conta da fraqueza dos mercados externos e caiu até quase o final do pregão, quando teve pequeno repique. Os indicadores recuaram bem menos, iniciando uma divergência altista, um dado a mais para sinalizar que um forte repique anda por perto.

Corretoras internacionais, às 14:19 h

O saldo do grupo está vendedor em 220 MM até agora, com destaque para Morgan Stanley (somente em VALE5 vendeu líquido 100 MM). Na compra, UBS Pactual com 52 MM.

Abertura

Após um dia relativamente animado ontem, os mercados começam nervosos o novo semestre, com queda em setores sensíveis à alta do petróleo (montadoras de automóveis, linhas aéreas etc.) e ainda problemas em algumas instituições financeiras (hoje, o grupo UBS). No Japão, persistindo numa longa série de baixas, o Nikkei225 teve apenas leve perda de 0,13%. Na Europa (Stoxx50 – 2,1%) e nos Estados Unidos (futuro do S&P500 – 1,1%) é que as preocupações acima mencionadas estão sendo refletidas, embora pareça ser uma reação de surpresa com o noticiário do dia. Por aqui, a Bovespa conseguiu esticar um pouco seu repique de alta, com volume bem fraco. As corretoras internacionais estiveram ativas na recompra, com os primeiros sinais de que o recorde de vendas de junho (cerca de R$ 7,5 bilhões até o dia 26) , começa a perder impulso. No pré-pregão de agora, entretanto, o Fut. Agosto vai apresentando forte perda de 1,8%, com volume alto, com a turma de sempre querendo surfar na maré externa, por mais que nada tenha a ver conosco...

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