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terça-feira, 23 de setembro de 2008

Fechamento (futuro)


O índice voltou a ter um dia fraco, caindo por todo o pregão, com volume alto de 90 mil contratos; o gap de sexta-feira foi quase totalmente coberto e a maior parte das negociações ocorreu abaixo da média móvel de 21 barras. Os indicadores cairam de acordo, mas sua situação melhorou no final, o que mantém o mercado indefinido.

Corretoras internacionais, às 15:48h

Predominam os vendedores com - R$ 393 MM (Credit Suisse - 127 em Petr4 e Vale5), já que os compradores somam +R$ 173 MM (J P Morgan + 121, em Petr4 e Vale5), deixando um saldo vendedor de - R$ 220 MM, mas mostrando que as opiniões estão divididas ou que estão apenas trocando boletos...

Maiores compradores/vendedores líquidos


Abertura

O mercado americano se impacienta com a politicagem no Congresso que envolve a discussão do plano de ajuda do Governo ao sistema financeiro local: ontem, a natural realização de lucros depois das altas do final da semana passada, virou um quase pânico de vendas, a faísca sendo um aperto de última hora no vencimento do futuro do petróleo para outubro, provocando uma enorme correria de vendidos, inclusive repercutindo nos metais preciosos também. Possivelmente, novas regras vão aparecer igualmente nos futuros de comodities, sempre depois das portas arrombadas. Hoje, as comodities vão voltando a alguma calma, mas o dólar continua fraco entre as moedas. No Japão, mais um feriado, na Europa, o Stoxx50 vai recuando cerca de 1,5% (os mercados locais fecharam ontem antes da maior queda americana) e os futuros americanos perdem cerca de 0,4% até o momento. Por aqui, num dia de menor movimentação, a queda final americana afetou um dia firme de consolidação, mas o gap de sexta-feira ficou ainda longe de ser coberto. No pré-pregão, o Fut. Outubro vai cedendo em torno de 1,4% com movimento regular, mas a chance de melhoria é grande, já que as cifras brasileiras tanto macro como micro econômicas prosseguem satisfatórias e o descolamento, se necessário, é inevitável.

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