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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Corretoras internacionais, fim do dia

A coisa virou um pouco no final: as compras líquidas totalizaram +R$ 194 MM (Credit Suisse, virou, + 97) e as vendas líquidas subiram apenas para -R$ 170 MM (JPMorgan - 68) e o saldo acabou comprador em + R$ 24 MM. Há quem jure que as grandes compras por algumas corretoras nacionias (a XP Investimentos, por exemplo) também foram dos estrangeiros. A conferir amanhã...

Fechamento (futuro)


Como previsto ontem (e parecia impossível...), o índice teve um repique hoje, ainda que a campanha em Petrobrás e algumas siderúrgicas limitassem a amplitude da recuperação. Mesmo assim, os indicadores terminaram ainda muito firmes, com espaço para mais repíque amanhã.

Siderúrgicas


Vítimas do conto de que "as comodities estão caindo" (se os insumos delas caírem, melhor...), com vendas e preços finais em ascensão, testam um suporte de longo canal de alta, como no começo do ano e de novo com mercados sobrevendidos.

Corretoras internacionais, 13:59 h

Num dia de movimento novamente fraco, poucos compradores (total R$ 40 MM, Brascan +21)e diversos vendedores moderados(total R$ 163MM, Merrill Lynch - 47 e ainda passou aquelas diretas no começo). Saldo vendedor líquido de R$ 123 MM.

Alerta para o volume

O volume está alto, projetando R$ 12 bi para o dia, mas é que a Merrill Lynch deu diretas no valor de R$ 600 MM até agora, para uma extensa lista de ações.

Abertura

O petróleo e os metais não ferrosos continuam flutuando para baixo, por nenhum motivo especial: apenas uma correção pela alta especulativa que andou puxando estes mercados. Com isso, as ações melhoram em todo o mundo: no Japão, o Nikkei225 ainda fechou em leve baixa de 0,14%, mas recuperando uma baixa inicial maior, enquanto que na Europa, as blue chips apresentam forte alta de 1,9% (Stoxx50) e os futuros americanos vão ganhando em torno de 0,7%. Tudo o que se alegou ontem como motivo para as baixas moderadas que ocorreram, desapareceu do noticiário: a preocupação com a economia, com o setor financeiro etc. Por aqui, ontem foi 8um dia de pânico, sendo que desta vez não se pode atribuir às corretoras internacionais a responsabilidade pelas vendas(será que os investidores estrangeiros tenham passado ordens para as corretoras nacionais, que lideraram a desova ?), mais provavelmente devida aos grandes resgates de início do mês (talvez a “capitulação”...). Não houve lógica nem padrão, apenas pânico e volume baixo. Como o Bradesco, o Itaubanco apresentou resultado trimestral levemente inferior ao do primeiro trimestre (p/l 11). No pré-pregão, o Fut. Agosto vai operando em estabilidade, depois de abrir com alta de 0,5% e tem volume regular, indefinido ainda.

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