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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Fechamento (futuro)


O índice chegou a apresentar algum repique inicial, como se esperava, mas logo voltou a ceder, estabilizando um pouco no final. Os indicadores oscilaram em torno de suas médias móveis, sinalizando um mercado indefinido.

Corretoras internacionais, às 14:58 h


A venda continua pesada: Morgan Stanley, J.P.Morgan e Deutsche Bank, mas a Credit Suisse tem pequeno saldo comprador.

Abertura

Os juros continuam subindo no mercado aberto americano, mantendo o dólar firme entre as moedas; com isso, o mercado japonês repicou ((Nikkei225 + 1,16%) e as blue chips européias operam em leve alta (Stoxx50 + 0,3%), apesar de alguns problemas locais. Nos Estados Unidos, que acabou tendo um dia sustentado ontem, o futuro do S&P500 vai ganhando 0,3% e entre as comodities, o petróleo mostra pequena reação. Por aqui, a Bovespa continuou sendo derrubada pelos estrangeiros: as corretoras internacionais venderam mais de R$ 600 líquidos apenas ontem e já beiram os R$ 3 bilhões nos 7 pregões do mês...Com isso, os índices vão retornando ao topo anterior, superado a partir da notícia do primeiro grau de investimento e que tende a ser um ponto de suporte. Os sinais gráficos já apontam um mercado sobrevendido, o que coincide com a falta de fundamentos para a desova que ocorre em Petrobrás e Vale, esta última tendo anunciado um grande aumento de capital, sem preferência para os antigos acionistas, o que deveria ser motivo para alta... No pré-pregão, o Fut. Junho opera com volume regular e apresenta um pequeno repique de 0,3%.

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