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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Mais um dia de saldos pequenos, hoje predominantemente vendedor ( - R$ 174 MM, Morgan Stanley - 40), com apenas + R$ 23 MM de saldos credores (JPMorgan +11), restando um saldo vendedor dee - R$ 151 MM.

Fechamento (futuro)



Abrindo em alta e chegando a superar a máxima de ontem, o índice desabou com a primeira hora fraca do mercado americano; entretanto, como ontem, passou a se recuperar no início da tarde, sem alcançar os máximos anteriores (50 mil contratos negociados). Os indicadores fizeram a mesma gangorra, o IFR terminou fraco e o DCCI um pouco melhor. Mercado segue indefinido.

Abertura

A expectativa de cifras ruins para a situação do emprego nos Estados Unidos, a serem divulgadas daqui a pouco, está reduzindo os juros por lá e enfraquecendo novamente o dólar entre as moedas. Entre as comodities os metais não ferrosos seguem subindo, por conta de sinais de compras diretas pelo governo chinês. No Japão, o Nikkei225 perdeu 0,44% e na Europa (Stoxx50) e nos futuros americanos, até agora, temos baixas nesse mesmo nível. Por aqui, mesmo com menor movimento, a Bovespa reverteu no final de ontem a acomodação que estava em curso, com uma puxada nos principais papéis feita pelas corretoras internacionais, de repente e sem grandes compras (o saldo do dia até foi vendedor). Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro sobe +0,4%, negociando apenas 600 contratos e assim, com aspecto indefinido.

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