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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Corretoras internacionais, final do dia

Com o volume geral semelhante ao de ontem, os saldos deste grupo estiveram bem mais moderados hoje: compradores + R$ 136 MM (Credit Suisse + 64, Deutsche Bank + 51) e vendedores - R$ 89 MM (JPMorgan - 30), ficando o líquido final em +R$ 47 MM, comprador.

Fechamento (futuro)


Com menor movimento (38 mil contratos), o índice abriu em alta, recuou num ajuste e voltou a subir no final, fechando na máxima do dia. O IFR alcançou a linha de retorno e começou a ceder, configurando uma divergência baixista, o DCCI esteve até mais fraco e, novamente, sugerem acomodação para amanhã.

Abertura

Ainda pressionado por uma próxima grande venda de títulos federais, seguem subindo os juros no open market americano e com isso, o dólar continua a se valorizar entre as moedas; além disso, acredita-se que os juros básicos serão reduzidos na Europa e há entusiasmo com o desconhecido plano econômico do governo Obama, ainda por ser anunciado. Isso parece estar aumentando a demanda por metais e petróleo, entre outras mercadorias. No Japão, o Nikkei225 ganhou 0,42%, mas em outros mercados asiáticos as altas foram mais pronunciadas. Na Europa, há quase uma euforia e as blue chips (Stoxx50) estão subindo cerca de 2% até agora, enquanto que os futuros americanos sobem perto de 0,6% em média. Por aqui, a Bovespa teve ontem mais uma alta (já a quinta em seguida) e expressiva, com grande volume e forte giro das corretoras internacionais que vinham se destacando na venda até o fim do ano. Aparentemente, grandes entradas de recursos estão sendo programadas, pois ainda pela ação de agentes internacionais, o real vem se valorizando muito nestes dois dias. Hoje, no pré-pregão, o Fut. Fevereiro apresenta ganho de cerca de 0,8% já com quase 2.000 contratos negociados.

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